domingo, 17 de junho de 2018

PROCISSÃO EM HONRA DE S. FRANCISCO XAVIER EM DIA DE CONVÍVIO DA PARÓQUIA (FOTOS)


Ontem, 16 de Junho tivémos o Convívio da Paróquia. A Procissão em honra de S. Francisco Xavier, o nosso Padroeiro, foi o ponto alto do Convívio. As meditações ao longo da procissão - que percorreu algumas ruas da Paróquia - estiveram a cargo do P. Dário Pedroso sj.







Seguiu-se a Eucaristia, ao ar livre, presidida pelo nosso Pároco, o P. Hermínio Vitorino sj.



Depois do jantar partilhado tivémos muita animação e diversas participações, com destaque para a participação do Centro Juvenil Padre Amadeu Pinto.

domingo, 10 de junho de 2018


Convívio da Paróquia de S. Francisco Xavier

 Sábado 16 de Junho


 9h30 – Início do Torneio de Futsal

14h30 - Jogos, Prémios…Rifas e Lanche

17h15 - Procissão com Imagem do Padroeiro

18h30 - Missa ao ar livre
20h00 - Jantar partilhado
     Traz a tua especialidade para repartir!
seguido de atividades musicais, dança, etc.

Vem com a tua Família à Festa da Paróquia!


FESTA DO COMPROMISSO

No sábado 9 de junho na Eucaristia das 18h um grupo de 9 adolescentes do 9º catecismo celebrou a Festa do Compromisso
Comprometer-se com Jesus
é seguir os seus passos abrindo o coração à vontade de Deus e acolher os Seus desígnios de amor; é acolher os Seus ensinamentos e viver no esforço da santificação, deixando que o Espírito conduza a nossa vida.
 Caros jovens, nesta Festa do Compromisso, comprometei-vos a abrir a porta do vosso coração a Cristo, Caminho Verdade e Vida. Ele respeita a vossa liberdade, mas, se O recebem em vossa casa, na vossa vida, Ele nada vos tira e dá-vos tudo para que a vossa vida seja digna, livre, grande e bela. Para significar o desejo de dar a Chave do vosso coração a Cristo,
Recebe este porta-chaves, sinal da chave que tendes, embora não se veja, e que dais hoje a Cristo
O DESAFIO DE VIVER
ACREDITAR - CELEBRAR - AMAR - VIVER

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE O EVANGELHO DO X DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO B)


Mc 3,20-35 Diante da Praça São Pedro completamente tomada por fiéis, romanos e turistas, o Papa Francisco fez a sua reflexão deste domingo (10/06) comentando o Evangelho de Marcos. Como explicou, a liturgia do dia apresenta dois tipos de incompreensão que Jesus enfrentou: a dos escribas e a de seus próprios familiares, uma “advertência para todos nós”.
 “Deus nos liberte desta terrível tentação... e se examinando a nossa consciência, percebermos que esta semente maligna está germinando dentro de nós, corramos a confessá-la no sacramento da Penitência, antes que cresça e produza efeitos ruins. Isso é incurável”.
Francisco recordou que os escribas eram homens instruídos na lei e nas Sagradas Escrituras e encarregados de explicá-las ao povo. Alguns deles foram enviados à Galileia, onde a fama de Jesus começava a alastrar, “para desacreditá-lo, falar mal d’Ele e destruí-lo”.
 “Estes escribas chegaram com uma acusação terrível. Diziam que Jesus estava possuído por Belzebu e que expulsava os demônios em nome do príncipe dos demônios. Isto queria dizer mais ou menos ‘este homem é um endemoniado’. De fato, Jesus curava muitos doentes... mas queriam fazer crer que Ele o fazia com o Espírito de Satanás”.
 Jesus não tolerou isso e reagiu com palavras fortes, pois os escribas, talvez sem se dar conta, estavam caindo no pecado mais grave: negar e blasfemar o Amor de Deus que existe e atua em Jesus. “O pecado contra o Espírito Santo é o único pecado imperdoável, porque parte do fechamento do coração à misericórdia de Deus que age em Jesus.”
Acrescentando espontaneamente, o Papa exortou:
“Ficai atentos, todos vós, porque este comportamento destrói famílias, amizades, comunidades e até mesmo a sociedade”.
Em seguida, Francisco evidenciou outra incompreensão sofrida por Jesus: a de seus familiares, “que estavam preocupados porque a sua nova vida de itinerante lhes parecia uma loucura e ele não tinha nem tempo para comer”. Quando o procuram para levá-lo de volta a Nazaré, Jesus olha para as pessoas que estavam à sua volta e afirma: “Eis minha mãe e meus irmãos!". 
“ Aquele que faz a vontade de Deus é meu irmão, minha irmã e minha mãe.”
“Jesus formou uma nova família, não mais baseada em relações naturais, mas na fé N’Ele, no seu amor que nos acolhe e nos une, no Espírito Santo. Todos aqueles que acolhem a palavra de Jesus são filhos de Deus e irmãos entre si”, destacou Francisco. Segundo ele “aquela resposta de Jesus não foi uma falta de respeito por sua mãe e pelos seus parentes; pelo contrário. Para Maria, foi o maior reconhecimento, porque precisamente ela é a perfeita discípula que obedeceu totalmente à vontade de Deus”.

domingo, 3 de junho de 2018

PARÓQUIA DE S. FRANCISCO XAVIER DE CAPARICA AJUDA NA CAMPANHA DE RECOLHA DE ALIMENTOS DO BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME QUE DECORREU ESTE FIM DE SEMANA (2 E 3 DE JUNHO)

Decorreu este fim de semana a primeira campanha anual de recolha de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome. A catequese e vários outros grupos da Paróquia associaram-se a esta campanha solidária, ajudando nessa recolha. 


À porta do supermercado apelou-se à solidariedade das pessoas no sentido de ajudarem as milhares que, em Portugal, ainda vivem numa situação de pobreza estrutural


As crianças da catequese gostaram e empenharam-se nesta actividade.  

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO IX DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO B)


Mc 2,23–3,6 No Evangelho deste IX Domingo do tempo comum, São Marcos diz que, para os fariseus, os discípulos de Jesus cometeram duas infrações: apropriaram-se do que não lhes pertencia e o fizeram em dia de sábado.
Então, Jesus recorre às Escrituras e a um maior esclarecimento do sentido do sábado, mostrando que, diante da fome, tudo se torna secundário.
A vida humana está acima de qualquer lei ou estrutura. Jesus reage com indignação e tristeza diante dos que resistem ao seu ensinamento e à sua prática. Por isso, mostra até onde vai a exigência de a lei do sábado estar a serviço da vida.
Por outro lado, ao colocar o doente ao centro e curá-lo, Ele indica, mais uma vez, sua opção pelos desprezados.
Hoje, nós cristãos, celebramos o Dia do Senhor no domingo, o dia em que Cristo venceu todas as forças do mal e ressuscitou. Por isso, os primeiros cristãos mudaram o sagrado costume judaico de santificar o dia de sábado.
A santificação do sétimo dia, para o povo judeu, prescrita no Antigo Testamento, passou, por disposição dos Apóstolos, a ser praticada no primeiro dia da semana, o domingo, dia santificado dos cristãos.
Ao longo de vinte séculos de história, a Igreja Católica, juntamente com as outras igrejas cristãs, sempre reconheceu o sentido sagrado deste dia, vendo nele a Páscoa da semana, que torna presente a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte.
Domingo é dia do Senhor, que nos quer todos reunidos para participar da Eucaristia, ouvir sua Palavra e celebrar a ação de graças. É o dia em que as famílias e as comunidades se encontram, para reforçar os laços de comunhão e amizade. É o dia em que o ser humano se revigora em suas forças físicas e espirituais. É dia de descanso, um direito que é expressão de justiça social, que possibilita a convivência com a família e com a comunidade.
O domingo, enfim, é o dia da vida, da festa, da alegria; não é apenas um feriado, mas um dia santificado: “Guardar e santificar o dia do Senhor” (Presbíteros - Roteiros Homiléticos)

segunda-feira, 28 de maio de 2018

FESTA DA VIDA



Um grupo de 8 adolescentes do 8º catecismo celebrou a festa da Vida no sábado dia 26 de maio de 2018 na Eucaristia das 18h.










Pai Santo, Amor Criador, Senhor da Vida, Deus providente e todo poderoso: desde toda a eternidade quisestes o ser e a vida de cada um de nós, e enviastes o vosso Filho ao mundo a fim de que tenhamos a Vida e a tenhamos em abundância.

domingo, 27 de maio de 2018

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A LITURGIA DA SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE (ANO B)


“O cristão não é uma pessoa isolada, pertence a um povo, esse povo que forma Deus. Não se pode ser um cristão sem tal pertença e comunhão: somos povo, o povo de Deus”: foi o que afirmou o Papa Francisco na alocução que precedeu a oração mariana do Angelus neste domingo (27/05), na Praça São Pedro, na festa da Santíssima Trindade.
As leituras bíblicas de hoje – explicou o Santo Padre – falam-nos não só de um Deus que existe, mas particularmente de um 'Deus connosco’, perto de nós, que nos ama, que caminha connosco, que se interessa pela nossa história pessoal e cuida de cada um, desde os pequeninos até aos mais necessitados.
"Ele é 'Deus lá no céu' mas também 'aqui em baixo na terra'- continuou -. Portanto, não acreditamos numa entidade distante, não, em uma entidade indiferente, não, mas ao contrário no Amor que criou o universo e gerou um povo, e se fez carne, morreu e ressuscitou por nós, e como o Espírito Santo tudo transforma e leva à plenitude ".
"São Paulo, que primeiro experimentou essa transformação realizada por Deus-Amor, comunica-nos esse desejo de Deus de ser chamado de Pai, ou melhor, de 'papá', Deus é papá - disse o Papa -, com a total confiança de uma criança que se abandona nos braços de quem lhe deu a vida. O Espírito Santo - recorda o Apóstolo - agindo em nós faz com que Jesus Cristo não seja reduzido a um personagem do passado, mas que nós o sintamos próximo, nosso contemporâneo, e experimentemos a alegria de sermos filhos amados por Deus".
"Deus caminhando connosco enche-nos de alegria e a alegria é um pouco a primeira linguagem do cristão", disse o Pontífice. Então, a festa da Santíssima Trindade "faz-nos contemplar o mistério de um Deus que incessantemente cria, redime e santifica, sempre com amor e por amor, e a cada criatura que o acolhe faz refletir um raio da sua beleza, bondade e verdade. Ele sempre escolheu caminhar com a humanidade e formar um povo que é bênção para todas as nações e para todas as pessoas, nenhuma é excluída".
O Papa concluiu as suas palavras pedindo a Nossa Senhora que“nos ajude a cumprir com alegria a missão de testemunhar ao mundo, sedento de amor, que o sentido da vida é precisamente o amor infinito, o amor concreto do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

domingo, 20 de maio de 2018

HOMILIA DO PAPA FRANCISCO NA SOLENIDADE DO PENTECOSTES 2018


A Basílica de São Pedro ficou lotada na manhã deste domingo (20/05) para a celebração da missa de Pentecostes, presidida pelo Papa Francisco
A homilia do Papa Francisco começou com a explicação da primeira leitura do dia, que narra a rajada de vento que veio do céu com um ruído e que encheu toda a casa em que os discípulos se encontravam: a vinda do Espírito Santo no Pentecostes é a força divina que muda o mundo.
“Aqueles discípulos que antes viviam no medo, fechados em casa, mesmo depois da ressurreição do Mestre, são transformados pelo Espírito e – disse o Papa, desta vez mencionando o Evangelho do dia – «dão testemunho d’Ele»”.
“De hesitantes, tornam-se corajosos e, partindo de Jerusalém, lançam-se até aos confins do mundo. Medrosos quando Jesus estava entre eles, agora são ousados sem Ele, porque o Espírito mudou os seus corações”.
“A experiência ensina que nenhuma tentativa terrena de mudar as coisas satisfaz plenamente o coração do homem ”
"A mudança do Espírito é diferente: não revoluciona a vida ao nosso redor, mas muda o nosso coração, transformando-o de pecador em perdoado”.
A partir desta reflexão, o Papa sugeriu que quando precisarmos de uma verdadeira mudança, quando as nossas fraquezas nos oprimem, quando avançar é difícil e amar parece impossível, faria bem tomar diariamente este reconstituinte de vida: é Ele, a força de Deus.
Prosseguindo a homilia, o Papa disse que depois dos corações, o Espírito, como o vento, sopra por todo o lado e chega às situações mais imprevistas.
“Como na família, quando nasce uma criança, esta complica os horários, faz perder o sono, mas traz uma alegria que renova a vida, impelindo-a para a frente, dilatando-a no amor, do mesmo modo o Espírito traz à Igreja um «sabor de infância»; realiza renascimentos contínuos. Reaviva o amor do começo".
“O Espírito lembra à Igreja que, não obstante os seus séculos de história, é sempre uma jovem de vinte anos, a Noiva jovem por quem está perdidamente apaixonado o Senhor ”
Citando o episódio dos Atos dos Apóstolos em que o diácono Filipe é impelido “por uma estrada deserta, de Jerusalém a Gaza”, o Papa acrescentou: “como este nome soa doloroso, hoje! Que o Espírito mude os corações e as vicissitudes e dê paz à Terra Santa!”.
Terminando, o Papa pediu que Espírito Santo, rajada de vento de Deus, sopre sobre nós: “Soprai nos nossos corações e fazei-nos respirar a ternura do Pai. Soprai sobre a Igreja e impeli-a até aos últimos confins; vinde, Espírito Santo, mudai-nos por dentro e renovai a face da terra”.

PROFISSÃO DE FÉ (FOTOS)

Hoje, Domingo de Pentecostes, na Missa das 11h30, sob o lema da alegria, 25 crianças da Catequese fizeram a sua Profissão de Fé.





   



Rezamos por elas para que com a ajuda do Espírito Santo possam dar sempre bom testemunho da fé que hoje professaram.




domingo, 13 de maio de 2018

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A LITURGIA DA SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (ANO B)


Mc 16,15-20 A Ascensão do Senhor, que se celebra neste domingo (13/05), “enquanto inaugura uma nova forma de presença de Jesus entre nós, pede-nos para termos olhos e coração para encontrá-lo, para servi-lo e testemunhá-lo aos outros. Trata-se de ser homens e mulheres da Ascensão, isto é, buscadores de Cristo ao longo dos caminhos do nosso tempo, levando a sua palavra de salvação até os confins da terra”. Foi o que disse o Papa Francisco na alocução que precedeu a oração do Regina Coeli neste VII domingo de Páscoa, Solenidade da Ascensão do Senhor.
“Neste caminho – continuou o Papa - nós encontramos o próprio Cristo nos irmãos, especialmente nos mais pobres, naqueles que sofrem na carne a dura mortificação da experiência de velhas e novas pobrezas”.
A Ascensão exorta-nos a olhar para o céu para, em seguida, olhar para a terra, realizando as tarefas que o Senhor ressuscitado nos confia.
O Santo Padre recordou em seguida que "como no início Cristo ressuscitado enviou os seus apóstolos com a força do Espírito Santo, também hoje Ele nos envia, com a mesma força, para sermos sinais concretos e visíveis de esperança".
Parece realmente muito ousada a tarefa que Jesus confia a um pequeno grupo de homens simples e sem grandes habilidades intelectuais! No entanto,  - disse ainda Francisco - esta pequena companhia, irrelevante diante das grandes potências do mundo, é enviada para levar a mensagem de amor e de misericórdia de Jesus a todos os cantos da terra.
Mas este projeto de Deus só pode ser realizado pelo poder que o próprio Deus concede aos apóstolos. Nesse sentido, Jesus assegura-lhes que sua missão será sustentada pelo Espírito Santo.
“Assim, esta missão pôde tornar-se realidade, e os apóstolos deram início a essa obra, que depois foi continuada pelos seus sucessores. A missão confiada por Jesus aos Apóstolos continuou ao longo dos séculos e continua até hoje: essa requer a colaboração de todos nós. De fato, cada um, em virtude do Batismo que recebeu, é capacitado a proclamar o Evangelho".
O Papa concluiu pedindo à Virgem Maria que, como Mãe do Senhor que morreu e ressuscitou, animou a fé da primeira comunidade de discípulos, “nos ajude também a nós a manter “os nossos corações ao alto", como nos exorta a fazer a Liturgia. E ao mesmo tempo nos ajude a ter “os pés no chão” e a semear com  coragem o Evangelho nas situações concretas da vida e da história”.

PRIMEIRAS COMUNHÕES (FOTOS)

Hoje, 13 de Maio, foi dia de Primeiras Comunhões na Paróquia. 17 crianças receberam Jesus pela primeira vez no seu coração. Confiamo-las ao cuidado de Nossa Senhora para que com a sua ajuda sejam sempre amigas de Jesus.




  






domingo, 6 de maio de 2018

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE O EVANGELHO DO VI DOMINGO DA PÁSCOA (ANO B)


Jo. 15, 9-17 O Papa Francisco rezou a oração mariana do Regina Coeli, neste domingo (06/05), com os fiéis e peregrinos de várias partes do mundo, reunidos na Praça São Pedro.
Na alocução que precedeu a oração, o Pontífice ressaltou que “neste tempo pascal a Palavra de Deus continua a indicar-nos estilos de vida coerentes para sermos a comunidade do Senhor Ressuscitado”.
Dentre esses estilos, o “Evangelho de hoje apresenta a entrega de Jesus: «Permaneçam no meu amor», permanecer no amor de Jesus.”  
“Viver na corrente do amor de Deus, estabelecer morada, é a condição para que o nosso amor não perca, pelas ruas, o seu ardor e a sua audácia. Nós também, como Jesus e Nele, devemos acolher com gratidão o amor que vem do Pai e permanecer neste amor, tentando não nos separar dele devido ao egoísmo e ao pecado. É um programa exigente mas não impossível.”
Segundo o Papa, “primeiramente, é importante tomar consciência de que o amor de Cristo não é um sentimento superficial, mas uma atitude fundamental do coração, que se manifesta no viver como Ele quer. De fato, Jesus afirma: «Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu obedeci aos mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor.»
 “O amor se realiza na vida cotidiana, nos comportamentos, nas ações; caso contrário é apenas algo ilusório. São palavras, palavras, palavras: isso não é amor. O amor é concreto todos os dias. Jesus nos pede para observar os seus mandamentos, que se resumem nisso: “Amem-se uns aos outros, assim como eu amei vos amei.”
E Francisco perguntou: “Como fazer para que esse amor que o Senhor Ressuscitado nos doa possa ser partilhado com os outros? Muitas vezes, Jesus indicou quem é o outro a amar, não com palavras, mas com fatos. É aquele que encontro no meu caminho e me interpela com o seu rosto e a sua história; é aquele que, com a sua presença, me impulsiona a sair dos meus interesses e das minhas seguranças; é aquele que espera a minha disponibilidade de acolher e caminhar juntos na mesma estrada.”
“Disponibilidade a todo o irmão e irmã, a quem quer que seja e em que situação se encontre, começando com aquele que está próximo de mim na família, na comunidade, no trabalho, na escola. Desta forma, se eu permaneço unido a Jesus, o seu amor pode alcançar o outro e atraí-lo a si, para a sua amizade”, sublinhou o Santo Padre.
Para Francisco, “esse amor pelos outros não pode ser reservado a momentos excepcionais, mas deve tornar-se uma constante na nossa existência. É por isso que somos chamados, por exemplo, a proteger os idosos como um tesouro precioso e com amor, mesmo que criem problemas econômicos e inconvenientes, devemos protegê-los. É por isso que aos doentes, devemos prestar toda a assistência possível. É por isso que os nascituros devem ser sempre acolhidos. É por isso que, em última análise, a vida deve ser sempre protegida e amada desde a concepção até a morte natural. Isso é amor.”
“Somos amados por Deus em Jesus Cristo, que nos pede para nos amarmos uns aos outros como Ele nos ama. Mas nós não podemos fazer isso se não tivermos o seu próprio coração em nós.”
“A Eucaristia, à qual somos chamados a participar todos os domingos, tem como objetivo formar em nós o Coração de Cristo, de modo que toda a nossa vida seja guiada por suas atitudes generosas.”
“Que a Virgem Maria nos ajude a permanecer no amor de Jesus e a crescer no amor a todos, especialmente aos mais vulneráveis, a fim de correspondermos plenamente à nossa vocação cristã”, concluiu o Papa.

BAPTISMOS E PRIMEIRAS COMUNHÕES (FOTOS)

Hoje, "Dia da Mãe", tivémos Baptismos e Primeiras Comunhões na Paróquia. Foram 14 as crianças que foram baptizadas e 11 as que receberam Jesus pela primeira vez.







Rezamos por elas para que iluminadas por Cristo vivam sempre como filhas da luz e perseverem na fé.

PROCISSÃO DAS VELAS (FOTOS)

Realizou-se, ontem, véspera do "Dia da Mãe", a Procissão de Velas em honra de Nossa Senhora, pelas ruas do nosso Bairro.


A procissão contou com a presença do Agrupamento de Escuteiros que ajudou na organização e a levar o andor. 


A meditação e a recitação de cada mistério estiveram a cargo do P. Dário Pedroso. O P. Gonçalo Machado também marcou presença. 


No fim os 3 sacerdotes deram a benção a todos os que acompanharam a procissão até à Igreja e ficaram até ao fim, nesta homenagem à Mãe do Céu, que há 101 anos, em Fátima, nos pediu que rezássemos o terço todos os dias.