Festa Convívio da
Paróquia S. Francisco Xavier
22 de junho
15h00
Início das Atividades
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Exibições
18h00
Missa campal
19h45
Jantar
partilhado
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A
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Na passagem do Evangelho deste Domingo, em que celebramos a Santíssima Trindade, Jesus promete, uma vez mais, aos discípulos "o Espírito da verdade" que os "guiará para a verdade plena" e afirma que tudo o que o pai tem é seu. É desta forma singular que Jesus vai revelando a sua relação com o Pai e com o Espírito Santo e introduzindo os discípulos neste Mistério da Vida, do Amor e da Comunhão de um Deus único em 3 pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo, a que chamamos Santíssima Trindade.
Jo. 17, 20-26 No Evangelho, deste domingo de Pentecostes, S. João conta-nos que Jesus no próprio domingo da Ressurreição, ao aparecer aos discípulos, ao entardecer, sopra sobre eles e diz-lhes: "Recebei o Espírito Santo". Porém toda a abundância do Espírito de Deus, do "sopro de Deus" só viria sobre eles 50 dias mais tarde, no dia de Pentecostes. É nesse dia que são verdadeiramente baptizados no Espírito Santo e consagrados para a missão que Jesus lhes confiara. O Espírito Santo derramado nos seus corações, nesse dia, anima-os, fortalece-os e torna-os aptos para, daí em diante, anunciarem a ressurreição a todos os homens sem excepção. De facto, diz-nos Lucas no Livro dos Actos dos Apóstolos que, no dia de Pentecostes, depois do Espírito se manifestar sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, os discípulos, até aí amedrontados, ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a proclamar noutras línguas "as maravilhas de Deus". O Espírito Santo, "Senhor que dá a vida" é como uma chuva que Deus faz chover nos nossos corações e nas nossas vidas (como no dia do nosso Baptismo) para podermos dar frutos: frutos de amor, alegria, paz, fé, bondade, mansidão, paciência etc. Abramo-nos, pois, a esta força e a esta presença transformadora, de Deus na nossa vida - e particularmente nos sacramentos - que é o Espírito Santo, para podermos corresponder àquilo que Jesus quer de nós...
Há luzes que brilham no meio das dificuldades do nosso tempo. No Ano da Fé, nos 50 Anos do Concílio Vaticano II e já sob o impulso da dádiva inestimável de Deus à sua Igreja, na pessoa do Papa Francisco, a Comissão Episcopal do Laicado e Família propõe-nos a Semana da Vida, endereçada a todos os que procuram verdadeiras razões de esperança.
Lc. 24, 46-53 Hoje celebra-se a Solenidade da Ascensão do Senhor. O Evangelho conta-nos que Jesus, tendo terminado a sua peregrinação e missão, nesta terra, levou os discípulos até junto de Betânia, abençoou-os e enquanto os abençoava, foi elevado ao Céu. Jesus sobe ao céu. Precede-nos na glória como nossa Cabeça e para aí nos chama como membros do seu Corpo. Deixa, portanto, de estar visível aos nossos olhos mas continua presente e actuante no meio de nós, através do seu Espírito, que Ele promete e envia sobre nós, hoje, tal como enviou sobre os discípulos, dez dias depois da ascensão. Com a ASCENSÃO de Jesus tem início a missão da Igreja, ou seja, a missão de todos nós batizados. E a nossa missão é a de anunciar a Boa Nova do perdão e da vida divina a todos os povos. A missão que Cristo nos confia é a de sermos suas testemunhas em toda a parte e pelo nosso testemunho tornarmo-lo presente neste mundo...
Jo. 13, 31-33a.34-35 No Evangelho deste domingo, no decorrer da Última Ceia, depois de lavar os pés aos discípulos e de Judas ter saído, Jesus dá-lhes (e também a nós) um mandamento novo. E o mandamento novo que ele nos dá é: "AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI". Não nos manda só amar-nos uns aos outros, mas amar como Ele nos amou. E isso significa perdoar, acolher, servir, não julgar, não condenar, rezar até pelos inimigos, dar a vida etc... Foi o que Ele fez. Foi assim que Ele viveu e é isso que Ele também nos manda, a nós, fazermos. É na medida em que nos amarmos assim, diz Jesus, que os outros conhecerão que somos seus discípulos, ou seja, que somos cristãos. O cristão está no mundo para dar testemunho de Cristo e portanto para amar à maneira de Jesus. Não é fácil. É exigente. É exigente desejar e fazer o bem aos outros, mas é um esforço que temos de fazer para sermos verdadeiramente cristãos - cristãos que vivem como Jesus nos veio ensinar. Cristãos que dão testemunho d'Aquele e daquilo em que acreditam.
Jo. 10, 27-30 Neste IV Domingo da Páscoa, Jesus, no Evangelho, apresenta-se como PASTOR, mas não como um pastor qualquer. Apresenta-se-nos como o BOM PASTOR. Ele, o Cordeiro de Deus, é o poderoso Pastor deste pequeno e frágil rebanho, que somos nós, as suas ovelhas, o seu povo. E é Ele próprio que o diz. Ele próprio afirma que nos conhece (como nem nós próprios nos conhecemos), nos chama pelo nome e nos dá a vida. Ele cuida de nós para que nada de mal nos aconteça, para que nada nos falte. Ele, de facto, une-nos a si e com Ele une-nos ao Pai porque, como Ele próprio também afirma, Ele e o Pai são um só. Assim também nós, as suas ovelhas, participamos já da sua vida e do seu triunfo - do triunfo do ressuscitado.
Jo. 8. 1-11 Neste 5º Domingo da Quaresma, o Evangelho fala-nos de uma mulher que é surpreendida em adultério. Na lei, Moisés mandava apedrejar tais mulheres. Os fariseus apresentam-na a Jesus e querem saber o que Jesus tem a dizer sobre o assunto. Jesus escrevinha com o dedo no chão e diz-lhes apenas: “Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra”. E todos se retiram, curiosamente (ou não) começando pelos mais velhos. Ao ficar a sós com a mulher Jesus só lhe pergunta: “Ninguém te condenou?” E perante a resposta dela Jesus diz-lhe, então: “Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar.” Jesus não condena os pecadores. Ele não nos condena, nem quer a nossa morte. Para Deus, ninguém está irremediavelmente perdido. Ele não aprova o pecado, mas não nos condena, não nos castiga e não quer o nosso mal. Porquê? Porque Ele veio para libertar e salvar, não para condenar. Ele não quer a morte do homem mas que Ele viva e se salve. Por isso Ele disse à mulher adúltera – e diz-nos também a nós: “VAI E NÃO TORNES A PECAR", ou seja, muda a tua vida, transforma-te numa pessoa diferente. É assim o nosso Deus: benigno e misericordioso para com todos, tal como nós devemos ser uns para com os outros...♥|
Cidade do Vaticano, 16 mar 2013 (Ecclesia) - O Papa disse hoje, em Roma, durante uma audiência a jornalistas, que deseja uma “Igreja pobre e para os pobres”, inspirada em S. Francisco de Assis.
Francisco recebeu mais de 6000 profissionais da comunicação social no primeiro ato público após ter sido eleito Papa e revelou em que circunstâncias se inspirou no santo de Assis para a escolha de um nome e de um programa para o pontificado. Para o Papa, Francisco de Assis é “o homem da pobreza, da paz, o homem que ama e cuida o criado” O Papa esclareceu que foram essas atitudes que o inspiraram e que confirmaram a escolha do nome no seu “coração”, quando terminou a contagem dos votos que o elegeram como Papa. “Ah, como desejo uma Igreja pobre e para os pobres”, disse o Papa Francisco na audiência aos profissionais da comunicação social que acompanharam, durante as últimas semanas, os acontecimentos relacionados com a resignação de Bento XVI e a realização do Conclave. O Papa quis esclarecer os jornalistas contanto “a história” da escolha do nome Francisco: “Na eleição, eu tinha junto a mim o arcebispo emérito de S. Paulo e também prefeito emérito da Congregação para o Clero, cardeal Cláudio Hummes. Um grande amigo, um grande amigo! Quando aquilo se tornava um pouco perigoso, confortava-me. E quando os votos atingiram os dois terços, ouviu-se um aplauso porque estava eleito o Papa. Ele abraçou-me e beijou-me e disse-me: não te esqueças dos pobres”. Até ao fim do escrutínio, o Papa disse que foi pensando aquela palavra - “os pobres, os pobres” - e quando terminou a contagem de todos os votos, tinha o nome escolhido, inspirado em Francisco da Assis. |
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CONSIGNAÇÃO DE O,5% DO IMPOSTO
LIQUIDADO (LEI Nº16/2001 DE 22 DE JUNHO)
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ENTIDADES
BENEFICIÁRIAS DO IRS CONSIGNADO
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NIPC
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Instituições Religiosas (art. 32º nº4)
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Instituições Particulares de Solidariedade Social ou
Pessoas Colectivas de Utilidade Pública
(art.32 nº5)
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Lc. 15, 1-3.11-32 Conhecem a Parábola / história do Filho Pródigo, que esta célebre pintura de Rembrandt retrata? A Parábola ou a história do Filho Pródigo, que Jesus, um dia contou aos seus discípulos (e que constitui o evangelho deste 4º domingo da Quaresma), é a Parábola de um filho que um dia decide deixar a casa paterna para gozar a vida e que mais tarde quando começa a passar privações decide regressar e pedir perdão ao Pai. É a Parábola de um Pai que não prende o filho quando ele decide deixá-lo e viver longe dele e que quando ele, muito tempo depois, regressa o recebe de braços abertos, sem recriminações e faz uma festa porque aquele filho "estava perdido e encontrou-se, estava morto e voltou à vida". É a Parábola de um outro filho (o mais velho) que esteve sempre com o Pai e que reage mal quando o irmão regressa e o Pai o acolhe em festa. É portanto uma Parábola que retrata um pouco o que nós somos e que nos revela Deus como um Pai amoroso, bondoso e infinitamente misericordioso para com todos nós pecadores. Um Pai que nos acolhe sempre de braços abertos e se alegra quando nos voltamos para Ele arrependidos das nossas faltas e das más escolhas que fazemos na vida. É, portanto, uma parábola que nos desafia a sermos menos como estes filhos e a sermos mais como este Pai: a perdoar, tal como o Pai do Céu nos perdoa...:)
Lc. 13, 1-9 O que é que se faz a uma árvore que não dá frutos? Corta-se ou espera-se que dê frutos? Jesus no Evangelho deste III Domingo da Quaresma fala-nos precisamente de uma figueira que se esperava que desse frutos e que todos os anos se apresentava estéril. O dono porém pacientemente e amorosamente continuou cuidando dela na esperança de que, num futuro próximo, ela os viesse a dar. O Pai do Céu também é assim para connosco. Ele é um Deus clemente e compassivo, paciente e cheio de compaixão, que cuida de nós e espera que demos “frutos”. Frutos de amor, bondade e penitência. Só que, para podermos dar esses frutos, temos de nos converter. A conversão é uma questão de vida ou de morte, de naufrágio ou de salvação. E Deus não quer a morte do pecador. Deus quer que o pecador se converta e viva. E todos nós, quer queiramos, quer não, somos pecadores e precisamos de nos voltar para Cristo, onde se encontra a salvação. Aproveitemos, pois, este tempo favorável da Quaresma para nos arrependermos dos nossos pecados, pedirmos perdão e começarmos uma vida nova, mais de acordo com a vontade de Deus e assim darmos fruto e fruto abundante para a salvação do mundo…
Lc. 9, 28-36 Neste 2º Domingo da Quaresma, o Evangelho diz-nos que Jesus se transfigurou perante o olhar deslumbrado de três dos seus discípulos: Pedro Tiago e João. A transfiguração é o anúncio do que espera Jesus depois da morte: a glória da ressurreição. É essa glória que Jesus manifesta aos seus discípulos transfigurando-se diante deles. E é essa glória que também Jesus nos manifesta e promete a cada um de nós. É verdade. A verdadeira vida, indicada pela transfiguração, está também ao nosso alcance. E para a alcançarmos... uma só coisa é necessária: escutar Jesus. É o Pai do Céu quem no-la revela quando, da nuvem que cobre Jesus e os discípulos, naquele sagrado monte e naquela ocasião, se fez ouvir a sua voz, que dizia: "Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-o". É esse o segredo para, também nós, alcançarmos um dia a glória do céu: escutar Jesus que nos fala (na Bíblia, em cada ser que nos rodeia, nos pequenos acontecimentos do dia a dia) e deixarmo-nos transfigurar. É este, de facto, o convite que nos é feito neste domingo: escutar Jesus e deixando-nos transfigurar por Ele, fazer tudo o que Ele nos diz, tal como Maria disse, um dia: "Fazei tudo o que Ele vos disser". É este o caminho que nos conduz à meta da vida feliz, n'Ele e com Ele, um dia, na glória...