domingo, 21 de junho de 2015

FESTA DA PARÓQUIA DE SFX DE CAPARICA 2015 (FOTOS)

 
Ontem realizou-se a Festa/Convívio da Paróquia. De manhã e até um pouco antes das 17h os Escuteiros organizaram um torneio de futebol e vários jogos.
 
 
 
 

Seguiu-se a Procissão com a Imagem de S. Francisco Xavier.

 
                          

 
Depois tivemos a Eucaristia onde alguns escuteiros realizaram também as suas promessas.

 
Após o jantar houve música e bailarico.  
 
 
Pudemos contar também com a atuação de algumas ginastas do Centro Juvenil P. Amadeu Pinto e com um grupo de Batuque de Cabo Verde.
 

domingo, 14 de junho de 2015

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE O EVANGELHO DO XI DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO B)

 
Mc 4, 26-34 “A semente do bem e da paz brota e cresce, porque a faz amadurecer o amor misericordioso de Deus”: foi o que recordou o Papa Francisco nas suas palavras antes de rezar com os fiéis reunidos na Praça São Pedro a Oração do Angelus. O Santo Padre comentou que o Evangelho de hoje tem duas parábolas muito curtas: a da semente que germina e cresce por si mesma, e a do grão de mostarda. Através destas imagens do mundo rural, - disse o Papa - Jesus apresenta a eficácia da Palavra de Deus e as exigências do seu Reino, mostrando as razões da nossa esperança e do nosso compromisso na história.
Nesta ótica, sublinhou: “o nosso fraco trabalho, aparentemente pequeno, diante da complexidade dos problemas do mundo, se inserido na obra de Deus não tem medo das dificuldades”, porque a “vitória do Senhor é certa: o seu amor fará brotar e crescer cada semente de bem presente na terra”.
Isso – exortou - abre-nos à confiança e ao otimismo, apesar dos dramas, injustiças e sofrimentos que nos deparamos. “Rezemos tanto que venha o Teu Reino, é ele que o faz crescer”, explicou recordando que a semente é “a Palavra de Deus, Palavra criadora, destinada a se tornar o grão cheio na espiga”.
“Esta Palavra se for acolhida, dá certamente os seus frutos, porque o próprio Deus a faz germinar e amadurecer através de caminhos que nem sempre podemos verificar, e de uma forma que não sabemos”. Tudo isso nos faz entender que é sempre Deus que faz crescer o seu Reino, o homem é o seu humilde colaborador, que contempla e se alegra pela ação criadora divina e espera pacientemente pelos frutos.
“Gostaria de recordar a todos vocês mais uma vez – disse o Papa concluindo -, a importância de ter o Evangelho, a Bíblia ao alcance da mão, um Evangelho pequeno no bolso, na bolsa, e ler todos os dias: é esta a força que faz germinar”.

domingo, 7 de junho de 2015

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A LITURGIA DA SOLENIDADE DO SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO


Aos milhares de fiéis reunidos, hoje,  na Praça de São Pedro para a oração mariana do Angelus o Papa Francisco recordou, antes de tudo, que se celebra em muitos países, incluindo a Itália, a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, ou de Corpus Christi, como muitas vezes se diz, e comentou o Evangelho de Marcos em que se apresenta o relato da instituição da Eucaristia, realizada por Jesus na Última Ceia, no Cenáculo em Jerusalém. Na véspera da sua morte redentora na cruz, continuou o Papa, Ele realizou o que tinha predito: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão viverá para sempre; e o pão que eu hei-de dar é a minha carne para a vida do mundo ... Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele". Jesus toma o pão em suas mãos e diz: "Tomai, isto é o meu corpo" , diz ainda o Papa e acrescenta: “Com este gesto, e com estas palavras, Ele dá ao pão uma função que já não é a de simples alimento físico, mas a função de tornar presente a sua Pessoa no meio da comunidade dos crentes”.
A Última Ceia representa o ponto de chegada de toda a vida de Cristo, disse ainda o Papa, reiterando que não é apenas a antecipação do seu sacrifício na cruz, mas também a síntese de uma existência oferecida pela salvação de toda a humanidade:
“Portanto, não basta afirmar que na Eucaristia está presente Jesus, mas é preciso ver nela a presença de uma vida doada e nela tomar parte. Quando tomamos e comemos aquele pão, nós somos associados à vida de Jesus, entramos em comunhão com Ele, empenhamo-nos em realizar a comunhão entre nós e em transformar a nossa vida em dom, sobretudo aos mais pobres”
E o Papa continuou dizendo que a festa de hoje evoca esta mensagem de solidariedade e nos impele a acolher o íntimo convite à conversão, ao amor e ao perdão, e nos estimula a nos tornarmos, com a vida, imitadores daquilo que celebramos na liturgia: “O Cristo que nos alimenta sob as espécies consagradas do pão e do vinho é o mesmo que vem ao nosso encontro nos acontecimentos de cada dia, está no pobre que estende a mão, está no sofredor que pede ajuda, está no irmão que implora a nossa disponibilidade e espera o nosso acolhimento. Está em cada ser humano, mesmo no mais pequeno e indefeso”.
E o Papa prosseguiu a sua reflexão dizendo que a Eucaristia, fonte de amor para a vida da Igreja, é caridade e solidariedade, e quem come o Pão de Cristo não pode ficar indiferente perante aqueles que não têm o pão de cada dia, sublinhando que este é um problema cada vez mais grave, apesar dos esforços da comunidade internacional e de muitas organizações, e que se devem, portanto, encontrar propostas e projectos concretos para resolver as suas causas estruturais.
Concluiu desejando que a festa do Corpus Christi inspire e alimente cada vez mais em nós o desejo e o empenho por uma sociedade acolhedora e solidária, colocando este desejo junto do coração da Virgem Maria, Mulher eucarística, para que desperte em todos a alegria de participar na Missa, sobretudo aos domingos, e a alegre coragem de testemunhar a infinita caridade de Cristo.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

FESTA DA PARÓQUIA DE S. FRANCISCO XAVIER

Convívio da Paróquia

 Sábado 20 de Junho



Amemo-nos uns aos outros como Jesus nos ama!


  9h30 - Início do Torneio de Futsal

14h30 - Jogos, Prémios…Rifas e Lanche

17h30 - Procissão com Imagem do Padroeiro
18h30 - Missa ao ar livre
19h45 - Jantar partilhado
     Traz a tua especialidade para repartir!
seguido de atividades musicais, dança, etc.

Vem com a tua Família à Festa da Paróquia!


Vivamos a alegria de sermos Comunidade!



domingo, 31 de maio de 2015

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A LITURGIA DA SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE



Aos mais de 50 mil fiéis presentes na Praça de S. Pedro para a oração mariana do Angelus o Papa Francisco falou da festa da Santíssima Trindade que hoje se celebra, uma festa – disse – que nos recorda o mistério do único Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo, tendo acrescentado que a Trindade é comunhão de Pessoas divinas que estão uma com a outra, uma pela outra, uma na outra, verdadeira comunhão de vida, mistério de amor do Deus Vivo. Mas quem nos revelou o mistério da Trindade? Jesus - disse o Papa:
“Ele falou-nos de Deus como Pai; falou-nos do Espírito; e falou-nos de Si mesmo como Filho de Deus. E quando, depois de ressuscitado, enviou os discípulos a evangelizar os povos, disse-lhes para os baptizar "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo".
Este mandato missionário, continuou o Papa Francisco, Cristo confia-o em todos os tempos à Igreja que o herdou dos Apóstolos, e o dirige também a cada um de nós que, em virtude do Baptismo, fazemos parte da sua comunidade. Portanto, a solenidade litúrgica de hoje, enquanto nos faz contemplar o maravilhoso mistério do qual provimos e para o qual vamos, nos renova a missão de vivermos a comunhão com Deus e entre nós, tendo como modelo a Trindade:
“Nós somos chamados a viver não uns sem os outros, sobre os outros ou contra os outros, mas uns COM os outros, PARA os outros, e NOS outros. Isto significa aceitar e testemunhar concordes a beleza do Evangelho; viver o amor recíproco e para todos, partilhando alegrias e sofrimentos, aprendendo a pedir e a conceder o perdão, valorizando os diferentes carismas sob a orientação dos Pastores. Numa palavra, nos é confiada a tarefa de construirmos comunidades eclesiais que são cada vez mais famílias, capazes de reflectir o esplendor da Trindade e de evangelizar não apenas com as palavras, mas com a força do amor de Deus que habita em nós”.
O Papa falou em seguida da trindade como fim último para o qual é orientada a nossa peregrinação terrena, sublinhando que o caminho da vida cristã é essencialmente trinitário:
“O Espírito Santo guia-nos ao pleno conhecimento dos ensinamentos de Cristo, do seu Evangelho; e Jesus, por sua vez, veio ao mundo para dar-nos a conhecer o Pai, para guiar-nos a Ele, para nos reconciliar com Ele - tudo na vida cristã, gira à volta do mistério da Trindade e se realiza em ordem a este mistério infinito. Procuremos, portanto, manter sempre alto  o "tom" da nossa vida, lembrando-nos para qual fim e para qual glória nós existimos, trabalhamos, lutamos, sofremos; e para qual imenso prémio somos chamados”. Este mistério abraça toda a vida e todo o nosso ser cristãos e o recordamos por exemplo todas as vezes que fazemos o sinal da cruz.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

75 ANOS DO BISPO D. GILBERTO

27 de Maio 2015
Parabéns, D. Gilberto pelo seu aniversário.
Parabéns, Diocese de Setúbal pelo ministério do seu Bispo.
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Nota pastoral
     Caros Diocesanos
     Os bispos, de harmonia com o Direito Canónico, aos 75 anos apresentam ao Santo Padre a renúncia ao serviço episcopal.
     Uma vez que amanhã perfaço essa idade, tendo cumprido o estipulado no Direito, fico à espera da resposta do Papa Francisco, pelo tempo que ele entender, no exercício das minhas funções episcopais.
     Entretanto, convido todos os fiéis cristãos da Diocese a aguardar, na oração confiante, o bispo que o Santo Padre, quando puder, dará à nossa Diocese.
  
    Casa Episcopal de Setúbal, 26 de Maio 2015
    + Gilberto, Bispo de Setúbal

domingo, 24 de maio de 2015

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A LITURGIA DA SOLENIDADE DO PENTECOSTES


Hoje, na alocução que precedeu a oração do Regina Coeli, o Sumo Pontífice destacou que “a Festa de Pentecostes nos faz reviver o início da Igreja”. “O Livro dos Atos dos Apóstolos narra que cinquenta dias depois da Páscoa, na casa onde se encontravam os discípulos de Jesus, veio do céu um ruído, como o agitar-se de um vendaval impetuoso, e todos ficaram repletos do Espírito Santo. Os discípulos foram completamente  transformados por essa efusão e o medo cedeu o lugar para a coragem, o fechamento para o anúncio e toda dúvida foi expulsa pela fé, cheia de amor. É o batismo da Igreja que começa assim o seu caminho na história, guiada pela força do Espírito Santo”, disse ainda Francisco.
“Aquele evento, que mudou o coração e a vida dos Apóstolos e dos discípulos, se repercutiu fora do Cenáculo. Aquela porta que ficou fechada durante cinquenta dias se abriu plenamente e a primeira comunidade cristã, não mais fechada em si mesma, começa a falar às multidões de várias proveniências sobre as grandes coisas que Deus fez, ou seja, sobre a Ressurreição de Cristo que foi crucificado. Cada um dos presentes ouve os discípulos falar em sua própria língua. O dom do Espírito restabelece a harmonia das línguas que tinha sido perdida em Babel e prefigura a dimensão universal da missão dos Apóstolos. A Igreja nasce universal, una e católica, com uma identidade precisa, mas aberta, que abraça o mundo inteiro, sem excluir ninguém”, frisou o Santo Padre.
Segundo o pontífice, “o Espírito Santo derramado no Pentecostes, no coração dos discípulos é o início de uma nova era: a era do testemunho e da fraternidade”. 
“É uma época que vem do alto, de Deus, como as chamas de fogo que pousaram sobre a cabeça de cada discípulo. Era a chama do amor que queima toda amargura; era a língua do Evangelho que atravessa os confins impostos pelos homens e toca os corações da multidão, sem distinção de língua, raça ou nacionalidade.” 
“Como no dia de Pentecostes, o Espírito Santo é derramado continuamente também hoje sobre a Igreja e sobre cada um de nós para sairmos de nossa mediocridade e dos nossos fechamentos e comunicarmos ao mundo o amor misericordioso do Senhor. Esta é a nossa missão! Também nos foi dado como dom a língua do Evangelho e o fogo do Espírito Santo para proclamarmos Jesus ressuscitado, vivo e presente em nosso meio, e aproximar os povos a Ele que é caminho, verdade e vida”, sublinhou ainda Francisco.
“Confiemo-nos à materna intercessão de Maria, que estava presente como Mãe em meio aos discípulos no Cenáculo, para que o Espírito Santo desça abundantemente sobre a Igreja de nosso tempo, encha os corações de todos os fiéis e acenda neles o fogo de seu amor”, disse ainda o pontífice.  

segunda-feira, 18 de maio de 2015

BAPTISMOS E PRIMEIRAS COMUNHÕES 2015 (PARÓQUIA DE SFX DE CAPARICA)

Dia 17 de Maio, na Solenidade da Ascensão do Senhor, foram baptizadas na Paróquia e receberam Jesus pela primeira vez, 16 crianças. Apesar do calor a Igreja encheu-se de fiéis, sobretudo familiares das crianças que íam ser batizadas.  
 






 
 
 

FESTA DO PAI NOSSO 2015 (PARÓQUIA DE SFX DE CAPARICA)

 
No sábado, dia 16 de Maio, tivemos a celebração da Festa do Pai Nosso na Missa das 18h. Participaram cerca de 25 crianças dos 3 grupos do 2º catecismo da Paróquia e alguns pais.
 
 




domingo, 17 de maio de 2015

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A LITURGIA DA SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR

 
O Santo Padre destacou o mandato missionário deixado por Jesus: partir para anunciar a todos os povos a Sua mensagem de salvação
No Regina Coeli deste domingo o Papa Francisco falou da Ascensão de Jesus, festa celebrada pela Igreja hoje. O Santo Padre concentrou-se sobre o mandato de Jesus aos discípulos nesta ocasião: partir para anunciar o Evangelho a todos os povos. Segundo Francisco, “partir” torna-se a palavra-chave da festa de hoje.
Jesus vai para o céu, mas isso não significa uma separação, explicou o Papa. Este episódio da Ascensão mostra ao homem que a meta do seu caminho é o Pai e que Jesus permanece sempre próximo. “Mesmo se nós não O vemos, Ele está ali! Acompanha-nos, guia-nos, toma-nos pela mão e nos levanta quando caímos”.
Francisco destacou que, quando Jesus vai para o céu, ele leva ao Pai um presente: as suas chagas. Ele conservou suas chagas para lembrar ao Pai que elas foram o preço do perdão que Ele dá. “Quando o Pai olha para as chagas de Jesus, perdoa-nos sempre, não porque somos bons, mas porque Jesus pagou por nós. Olhando para as chagas de Jesus, o Pai torna-se mais misericordioso. Este é o grande trabalho de Jesus hoje no céu: fazer ver ao Pai o preço do perdão, as suas chagas”.
Esse mandato de Jesus aos seus discípulos – “Ide e fazei discípulos todos os povos” (Mt 28, 19) é, segundo o Pontífice, um mandato preciso, não facultativo. “A comunidade cristã é uma comunidade  ‘em saída’, ‘em partida’. Mais que isso, a Igreja nasceu em saída”.
Por fim, o Santo Padre lembrou que Jesus, antes de partir, garantiu que estaria com os discípulos todos os dias até o fim do mundo. Então, não se pode fazer nada sem Jesus. Nas obras apostólicas, disse o Papa, os esforços humanos são necessários, mas não bastam.
“Sem a presença do Senhor e a força do seu Espírito, o nosso trabalho, mesmo que bem organizado, resulta ineficaz. E assim vamos aos povos dizer quem é Jesus. Eu não gostaria que vocês se esquecessem qual é o presente que Jesus levou ao Pai: as chagas, porque com elas faz ver ao Pai o preço do Seu perdão”.

domingo, 10 de maio de 2015

PRIMEIRAS COMUNHÕES 2015 (PARÓQUIA DE S. FRANCISCO XAVIER DE CAPARICA)



Hoje tivemos primeiras comunhões na Paróquia de S. Francisco Xavier de Caparica. Foram 29 crianças que comungaram, esta tarde, pela primeira vez, numa Eucaristia muito participada e presidida pelo Pároco, o P. Hermínio Vitorino. Não faltaram os catequistas, que estiveram junto dos seus catequizandos neste momento tão importante das sua caminhada cristã, e todos juntos rezámos para que estas crianças ganhem amor à Eucaristia: sinal do amor de Deus por nós.





 
 
 
 

PROCISSÃO DE VELAS COM A IMAGEM DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA


 





No sábado 9 de maio pelas 21h realizou-se a procissão com a imagem de Nossa Senhora de Fátima percorrendo algumas ruas da Paróquia. Foram muitas as pessoas que se juntaram para rezar o terço, cantar, agradecer, louvar, pedir para todos a intercessão de Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa Mãe. Por fim o Padre Hermínio deu a Benção do Santíssimo Sacramento.

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE O EVANGELHO DO VI DOMINGO DA PÁSCOA (ANO B)

 
Jo. 15, 9-17 “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”: o mandamento de Jesus inspirou as palavras que Francisco pronunciou, hoje, antes de rezar a oração do Regina Caeli com os fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro.
O Evangelho deste domingo (10/05) nos leva ao Cenáculo, onde Jesus se dirige aos discípulos durante a Última Ceia, acrescentando que “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos”.
Essas palavras resumem toda a mensagem de Jesus, explicou o Papa, tudo o que Ele fez: deu a vida por seus amigos que, no momento crucial, o abandonaram, traíram e renegaram. “Isso nos diz que Ele nos ama mesmo que não mereçamos o seu amor: assim Jesus nos ama!”
Deste modo, acrescentou, Jesus nos mostra o caminho para segui-lo, o caminho do amor. "O seu mandamento não é um simples preceito, mas é novo porque Ele foi quem primeiro o realizou, lhe deu carne, e assim a lei do amor está escrita uma vez por todas no coração do homem."
Indicando o caminho do amor, Cristo nos convida a sair de nós mesmos para ir em direção aos outros. “Jesus nos mostrou que o amor de Deus se aplica no amor ao próximo. Todos os dois caminham juntos. As páginas do Evangelho estão repletas deste amor: adultos e crianças, cultos e iletrados, ricos e pobres, justos e pecadores foram acolhidos no coração de Cristo."
Portanto, esta Palavra do Senhor nos ensina a amarmo-nos uns aos outros mesmo que haja divergências, diferenças, pois é justamente ali que se vê o amor cristão - amor que nos leva a realizar pequenos e grandes gestos que Francisco assim explicou:
"Gestos de atenção a um idoso, a uma criança, a um doente, a uma pessoa só e em dificuldade, sem casa, sem trabalho, imigrada, refugiada... Nesses gestos, se manifesta o amor de Cristo”, concluiu.
 

domingo, 3 de maio de 2015

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE O EVANGELHO DO V DOMINGO DA PÁSCOA (ANO B)


Jo 15,1-8 “É preciso manter-se fiel ao Batismo, e crescer na amizade com o Senhor mediante a oração, a oração cotidiana, a escuta e a docilidade à sua Palavra, ler o Evangelho, participar dos Sacramentos, especialmente o da Eucaristia e o Sacramento da Reconciliação.” Foi o que disse o Papa Francisco no Regina Coeli ao meio-dia deste domingo na Praça São Pedro, diante de mais de 50 mil fiéis, peregrinos e turistas presentes.
Centrando-se no Evangelho deste domingo que nos apresenta Jesus durante a Última Ceia, o Santo Padre ressaltou que Jesus, sabendo que era chegada a sua hora, quis fixar na mente de seus discípulos uma verdade fundamental: mesmo quando Ele não estiver mais fisicamente no meio deles, eles poderão permanecer unidos a Ele  de um modo novo, e assim dar muitos frutos.
De fato, um cristão pode permanecer tal somente com uma condição, que reste unido a Cristo como um ramo à videira. Esse é o modo novo indicado por Jesus, ressaltou o Pontífice, e que se tornou possível mediante os Sacramentos, o “manter-se fiel ao Batismo”, mediante a “oração todos os dias”, “ler o Evangelho”, numa palavra, no “crescer na amizade com o Senhor”:
“Os ramos não são autossuficientes, mas dependem totalmente da videira, na qual se encontra a fonte de suas vidas. Assim é para nós, cristãos. Inseridos em Cristo mediante o Batismo, recebemos d’Ele gratuitamente o dom da vida nova, e podemos permanecer em comunhão vital com Cristo.”
Desta comunhão, brota a novidade cristã que pode incidir em qualquer relação pessoal, qualquer âmbito social, prosseguiu o Pontífice:
“Se alguém permanece intimamente unido a Cristo, goza dos dons do Espírito Santo, que – como nos diz São Paulo – são ‘amor, alegria, paz, magnanimidade, benevolência, bondade, fidelidade, mansidão, domínio de si’ e esses são os dons que nos são dados se permanecemos unidos a Jesus; e, consequentemente, faz muito bem ao próximo e à sociedade, é uma pessoa cristã. Efetivamente, dessas atitudes se reconhece se alguém é um verdadeiro cristão, como a árvore se reconhece através dos frutos.”
Verdadeiramente, em um cristão que permanece unido a Jesus tudo é transformado – “alma, inteligência, vontade, afetos, e também o corpo, porque somos unidade de espírito e corpo”, observou Francisco. E os frutos, que daí derivam, são maravilhosos, definiu o Papa:
“Recebemos um novo modo de ser, a vida de Cristo torna-se nossa: podemos pensar como Ele, agir como Ele, ver o mundo e as coisas com os olhos de Jesus. Consequentemente, podemos amar nossos irmãos, a partir dos mais pobres e sofredores, como Ele o fez, e amá-los com o seu coração e assim levar ao mundo frutos de bondade, de caridade e de paz.”

terça-feira, 28 de abril de 2015

PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA

 
 
 
PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA
Domingo dia 29 de Junho 
Inscrição 10€
Venha com a sua família!

domingo, 26 de abril de 2015

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE O EVANGELHO DO IV DOMINGO DA PÁSCOA (ANO B)


Jo 10,11-18 A liturgia deste IV domingo da Páscoa, fala-nos de Jesus como o Bom Pastor.
Cristo é o pastor verdadeiro, disse o Papa na sua reflexão desta manhã, pois ao oferecer livremente a própria vida, “realiza o modelo mais alto de amor pelo rebanho”. Em contraposição ao verdadeiro, o Santo Padre explica que o falso pastor “pensa em si mesmo e explora as ovelhas”. O bom pastor, pelo contrário, “pensa nas ovelhas e doa-se a si mesmo”:
“Diferentemente do mercenário, Cristo pastor é um guia atento que participa da vida de seu rebanho, não busca outro interesse, não tem outra ambição do que guiar, nutrir, proteger as suas ovelhas. E tudo isto ao preço mais alto, o do sacrifício de sua própria vida”.
O Papa explicou, que na figura de Jesus, bom pastor, podemos “contemplar a Providência de Deus, a sua solicitude paterna por cada um de nós”:
“É realmente um amor surpreendente e misterioso, porque dando-nos Jesus como Pastor que dá a vida por nós, o Pai nos deu tudo aquilo que de maior e precioso poderia nos dar! É o amor mais alto e mais puro, porque não é motivado por nenhuma necessidade, não é condicionado por nenhum cálculo, não é motivado por nenhum interessado desejo de troca. Diante deste amor de Deus, nós experimentamos uma alegria imensa e nos abrimos ao reconhecimento por aquilo que recebemos gratuitamente”.
Mas somente contemplar e agradecer não basta – advertiu Francisco, “é necessário seguir o Bom Pastor”, especialmente aqueles que têm a missão de guia na Igreja, como os sacerdotes, os Bispos, os Papas.

domingo, 19 de abril de 2015

SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES


ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES 2015


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 52º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 52º DIA MUNDIAL
DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
(26 de Abril de 2015 - IV Domingo de Páscoa)
Tema: «O êxodo, experiência fundamental da vocação

Amados irmãos e irmãs!
O IV Domingo de Páscoa apresenta-nos o ícone do Bom Pastor, que conhece as suas ovelhas, chama-as, alimenta-as e condu-las. Há mais de 50 anos que, neste domingo, vivemos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Este dia sempre nos lembra a importância de rezar para que o «dono da messe – como disse Jesus aos seus discípulos – mande trabalhadores para a sua messe» (Lc 10, 2). Jesus dá esta ordem no contexto dum envio missionário: além dos doze apóstolos, Ele chamou mais setenta e dois discípulos, enviando-os em missão dois a dois (cf. Lc 10,1-16). Com efeito, se a Igreja «é, por sua natureza, missionária» (Conc. Ecum. Vat. II., Decr. Ad gentes, 2), a vocação cristã só pode nascer dentro duma experiência de missão. Assim, ouvir e seguir a voz de Cristo Bom Pastor, deixando-se atrair e conduzir por Ele e consagrando-Lhe a própria vida, significa permitir que o Espírito Santo nos introduza neste dinamismo missionário, suscitando em nós o desejo e a coragem jubilosa de oferecer a nossa vida e gastá-la pela causa do Reino de Deus.
A oferta da própria vida nesta atitude missionária só é possível se formos capazes de sair de nós mesmos. Por isso, neste 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, gostaria de reflectir precisamente sobre um «êxodo» muito particular que é a vocação ou, melhor, a nossa resposta à vocação que Deus nos dá. Quando ouvimos a palavra «êxodo», ao nosso pensamento acodem imediatamente os inícios da maravilhosa história de amor entre Deus e o povo dos seus filhos, uma história que passa através dos dias dramáticos da escravidão no Egipto, a vocação de Moisés, a libertação e o caminho para a Terra Prometida. O segundo livro da Bíblia – o Êxodo – que narra esta história constitui uma parábola de toda a história da salvação e também da dinâmica fundamental da fé cristã. Na verdade, passar da escravidão do homem velho à vida nova em Cristo é a obra redentora que se realiza em nós por meio da fé (Ef 4, 22-24). Esta passagem é um real e verdadeiro «êxodo», é o caminho da alma cristã e da Igreja inteira, a orientação decisiva da existência para o Pai.
Na raiz de cada vocação cristã, há este movimento fundamental da experiência de fé: crer significa deixar-se a si mesmo, sair da comodidade e rigidez do próprio eu para centrar a nossa vida em Jesus Cristo; abandonar como Abraão a própria terra pondo-se confiadamente a caminho, sabendo que Deus indicará a estrada para a nova terra. Esta «saída» não deve ser entendida como um desprezo da própria vida, do próprio sentir, da própria humanidade; pelo contrário, quem se põe a caminho no seguimento de Cristo encontra a vida em abundância, colocando tudo de si à disposição de Deus e do seu Reino. Como diz Jesus, «todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna» (Mt 19, 29). Tudo isto tem a sua raiz mais profunda no amor. De facto, a vocação cristã é, antes de mais nada, uma chamada de amor que atrai e reenvia para além de si mesmo, descentraliza a pessoa, provoca um «êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus» (Bento XVI, Carta enc. Deus caritas est, 6).
A experiência do êxodo é paradigma da vida cristã, particularmente de quem abraça uma vocação de especial dedicação ao serviço do Evangelho. Consiste numa atitude sempre renovada de conversão e transformação, em permanecer sempre em caminho, em passar da morte à vida, como celebramos em toda a liturgia: é o dinamismo pascal. Fundamentalmente, desde a chamada de Abraão até à de Moisés, desde o caminho de Israel peregrino no deserto até à conversão pregada pelos profetas, até à viagem missionária de Jesus que culmina na sua morte e ressurreição, a vocação é sempre aquela acção de Deus que nos faz sair da nossa situação inicial, nos liberta de todas as formas de escravidão, nos arranca da rotina e da indiferença e nos projecta para a alegria da comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso, responder à chamada de Deus é deixar que Ele nos faça sair da nossa falsa estabilidade para nos pormos a caminho rumo a Jesus Cristo, meta primeira e última da nossa vida e da nossa felicidade.
Esta dinâmica do êxodo diz respeito não só à pessoa chamada, mas também à actividade missionária e evangelizadora da Igreja inteira. Esta é verdadeiramente fiel ao seu Mestre na medida em que é uma Igreja «em saída», não preocupada consigo mesma, com as suas próprias estruturas e conquistas, mas sim capaz de ir, de se mover, de encontrar os filhos de Deus na sua situação real e compadecer-se das suas feridas. Deus sai de Si mesmo numa dinâmica trinitária de amor, dá-Se conta da miséria do seu povo e intervém para o libertar (Ex 3, 7). A este modo de ser e de agir, é chamada também a Igreja: a Igreja que evangeliza sai ao encontro do homem, anuncia a palavra libertadora do Evangelho, cuida as feridas das almas e dos corpos com a graça de Deus, levanta os pobres e os necessitados.
Amados irmãos e irmãs, este êxodo libertador rumo a Cristo e aos irmãos constitui também o caminho para a plena compreensão do homem e para o crescimento humano e social na história. Ouvir e receber a chamada do Senhor não é uma questão privada e intimista que se possa confundir com a emoção do momento; é um compromisso concreto, real e total que abraça a nossa existência e a põe ao serviço da construção do Reino de Deus na terra. Por isso, a vocação cristã, radicada na contemplação do coração do Pai, impele simultaneamente para o compromisso solidário a favor da libertação dos irmãos, sobretudo dos mais pobres. O discípulo de Jesus tem o coração aberto ao seu horizonte sem fim, e a sua intimidade com o Senhor nunca é uma fuga da vida e do mundo, mas, pelo contrário, «reveste essencialmente a forma de comunhão missionária» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 23).
Esta dinâmica de êxodo rumo a Deus e ao homem enche a vida de alegria e significado. Gostaria de o dizer sobretudo aos mais jovens que, inclusive pela sua idade e a visão do futuro que se abre diante dos seus olhos, sabem ser disponíveis e generosos. Às vezes, as incógnitas e preocupações pelo futuro e a incerteza que afecta o dia-a-dia encerram o risco de paralisar estes seus impulsos, refrear os seus sonhos, a ponto de pensar que não vale a pena comprometer-se e que o Deus da fé cristã limita a sua liberdade. Ao invés, queridos jovens, não haja em vós o medo de sair de vós mesmos e de vos pôr a caminho! O Evangelho é a Palavra que liberta, transforma e torna mais bela a nossa vida. Como é bom deixar-se surpreender pela chamada de Deus, acolher a sua Palavra, pôr os passos da vossa vida nas pegadas de Jesus, na adoração do mistério divino e na generosa dedicação aos outros! A vossa vida tornar-se-á cada dia mais rica e feliz.
A Virgem Maria, modelo de toda a vocação, não teve medo de pronunciar o seu «fiat» à chamada do Senhor. Ela acompanha-nos e guia-nos. Com a generosa coragem da fé, Maria cantou a alegria de sair de Si mesma e confiar a Deus os seus planos de vida. A Ela nos dirigimos pedindo para estarmos plenamente disponíveis ao desígnio que Deus tem para cada um de nós; para crescer em nós o desejo de sair e caminhar, com solicitude, ao encontro dos outros (cf. Lc 1, 39). A Virgem Mãe nos proteja e interceda por todos nós.
Vaticano, 29 de Março – Domingo de Ramos – de 2015.
Franciscus PP.

REFLEXÃO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A LITURGIA DO III DOMINGO DA PÁSCOA (ANO B)

 
Lc 24,35-48 “Testemunhas” – esta é a palavra sobre a qual desenvolveu o Papa a sua meditação deste domingo e que aparece duas vezes nas leituras bíblicas de hoje. A primeira vez nos lábios de Pedro que após a cura do paralítico exclama: “Matastes o autor da vida, mas Deus ressuscitou-o dos mortos: nós somos testemunhas”. A segunda vez em que ouvimos a palavra “testemunhas” nas leituras deste domingo são pronunciadas pelo próprio Jesus Ressuscitado que na noite de Páscoa diz aos discípulos: “Disto vós sois testemunhas”.
Mas, afinal o que é uma testemunha? – perguntou o Santo Padre.
“Testemunha é alguém que viu, que recorda e conta. Ver, recordar e contar são os três verbos que nos descrevem a identidade e a missão. A testemunha é alguém que viu, mas não com olhos indiferentes; viu e deixou-se envolver pelo evento. Por isso recorda, não somente porque sabe de que modo concreto aqueles factos aconteceram, mas porque aqueles factos lhe falaram e ele colheu o seu sentido profundo. Então, a testemunha conta, não de maneira fria e destacada, mas como alguém que se deixou pôr em questão, e desde aquele dia mudou de vida.”
O conteúdo do testemunho cristão não é uma teoria – disse o Papa – uma ideologia ou um complexo sistema de preceitos e proibições, mas uma mensagem de salvação, aliás uma Pessoa: é Cristo Ressuscitado, vivo e único Salvador de todos. E Jesus pode ser testemunhado por aqueles que fizeram uma experiência pessoal com Ele, através do Batismo, da Eucaristia, da Confirmação ou da Penitência. E o seu testemunho é tanto mais credível quanto mais evangélico for – afirmou o Papa Francisco:
“E o seu testemunho é tanto mais credível quanto mais transparece de um modo de viver evangélico, alegre, corajoso, manso, pacífico, misericordioso. Se, ao invés, o cristão se deixa tomar pelas comodidades, pela vaidade, torna-se surdo e cego ao pedido de ‘ressurreição’ de tantos irmãos. E então como poderá comunicar Jesus Vivo, a sua potência libertadora e a sua ternura infinita?”