terça-feira, 10 de junho de 2014

Festa da Paróquia

                                                                                             
Festa da Paróquia 
de São Francisco Xavier de Caparica

21 de junho de 2014


10.00h—Futebol (Organizado pelos caminheiros)
15.00h—Jogos Infantis
17.00h—Lanche

17.45h—Procissão
18.00h—Missa ao ar livre, com Promessas - Escuteiros
19.30h— Jantar Partilhado  (traz a tua especialidade para   partilhar)

       
Escuteiros—Angariação de Fundos
(caracóis, bifanas, sopa, sangria, etc…)


Vamos ter animação à noite:
Karaoke, Teatro, Desfile Moda, Dança e Bailarico


“Para unir é preciso amar, para amar é preciso conhecer,
para conhecer é preciso ir ao encontro do outro.”




domingo, 8 de junho de 2014

Spe Deus: Alocução do Santo Padre na Invocação pela Paz nos jardins do Vaticano

Spe Deus: Alocução do Santo Padre na Invocação pela Paz nos ...: Senhores Presidentes, Com grande alegria vos saúdo e desejo oferecer, a vós e às ilustres Delegações que vos acompanham, a mesma rece...

A FESTA DO PENTECOSTES

 
No Regina Coeli deste domingo, o Papa Francisco falou sobre a festa de Pentecostes, celebrada pela Igreja hoje. Disse o Papa Francisco que a festa de Pentecostes comemora a efusão do Espírito Santo sobre os apóstolos reunidos no Cenáculo. O livro dos Atos dos Apóstolos descreve os sinais e os frutos daquela extraordinária efusão: o vento forte e as chamas de fogo; o medo desaparece e dá lugar à coragem; as línguas se soltam e todos entendem o anúncio. Onde chega o Espírito de Deus, tudo renasce e se transfigura. O evento de Pentecostes marca o nascimento da Igreja e a sua manifestação pública; e nos surpreendem dois aspectos: é uma Igreja que surpreende e desordena.
Segundo o Sumo Pontífice um elemento fundamental do Pentecostes é a surpresa: "O nosso Deus é o Deus das surpresas, sabemos disso. Ninguém esperava mais nada dos discípulos: depois da morte de Jesus, eram um grupo insignificante, derrotados, órfãos de seu Mestre. Em vez disso, verifica-se um evento inesperado que desperta admiração: as pessoas ficam perturbadas porque cada um ouvia os discípulos falarem em sua própria língua, contando as grandes obras de Deus (cfr At 2,6-7.11). A Igreja que nasce em Pentecostes é uma comunidade que causa admiração porque, com a força que vem de Deus, anuncia uma mensagem nova – a Ressurreição de Cristo – com uma linguagem nova – aquela universal do amor. Um anúncio novo: Cristo está vivo, ressuscitou; uma linguagem nova: a linguagem do amor. Os discípulos são revestidos de poder do alto e falam com coragem – poucos minutos antes estavam todos covardes, mas agora falam com coragem e franqueza, com a liberdade do Espírito Santo."
"Assim - disse o Santo Padre - é chamada a ser sempre a Igreja: capaz de surpreender anunciando a todos que Jesus Cristo venceu a morte, que os braços de Deus estão sempre abertos, que sua paciência está sempre ali nos esperando para nos curar, para nos perdoar. Justamente para esta missão Jesus ressuscitado doou o seu Espírito à Igreja."
"Atenção - acrescentou ainda o Papa Francisco - se a Igreja está viva, deve sempre surpreender. É próprio da Igreja viva, surpreender. Uma Igreja que não tem a capacidade de surpreender é uma Igreja fraca, doente, moribunda e precisa ser internada na unidade de terapia intensiva, o quanto antes!"
Alguém, em Jerusalém, teria preferido que os discípulos de Jesus, bloqueados pelo medo, permanecessem fechados em casa para não criar desordem. Também hoje tantos querem isso dos cristãos. Em vez disso, o Senhor ressuscitado leva-os ao mundo: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio” (Jo 20, 21). A Igreja de Pentecostes é uma Igreja que não se resigna em ser inócua, “destilada”. Não, não se resigna a isto! Não quer ser um elemento decorativo. É uma Igreja que não hesita em ir para fora, ao encontro do povo, para anunciar a mensagem que lhe foi confiada, mesmo se aquela mensagem perturba ou inquieta as consciências, mesmo se aquela mensagem leva, talvez, problemas e também, às vezes, nos leva ao martírio. Essa nasce una e universal, com uma identidade precisa, mas aberta, uma Igreja que abraça o mundo, mas não o captura; deixa-o livre, mas o abraça como a colunata desta Praça: dois braços que se abrem para acolher, mas não se fecham para segurar. "Nós cristãos - sublinhou o Sumo Pontífice - somos livres e a Igreja nos quer livres!"
Finalmente, o Santo Padre pediu: "Dirijamo-nos à Virgem Maria, que naquela manhã de Pentecostes estava no Cenáculo - a Mãe estava com os filhos. Nela a força do Espírito Santo realizou realmente “coisas grandes” (Lc 1, 49). Ela mesma o havia dito. Ela, Mãe do Redentor e Mãe da Igreja, obtenha com a sua intercessão uma renovada efusão do Espírito de Deus sobre a Igreja e sobre o mundo."
 

domingo, 1 de junho de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DA SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (ANO A)


Mt 28, 16-20 Neste primeiro Domingo de Junho celebra-se a solenidade da Ascensão do Senhor. O Papa Francisco, na sua habitual reflexão antes da oração mariana do Regina Coeli, recordou o episódio da separação final de Jesus dos seus discípulos e do mundo, narrado nos Actos dos Apóstolos, enquanto que o evangelho de Mateus fala de mandato – um convite aos discípulos para ir, partir para anunciar a todos os povos a sua mensagem de salvação. Portanto, “ir”, ou melhor “partir”, é a palavra-chave da festa de hoje – disse o Papa: "Jesus parte, sobe ao Céu, ou seja, retorna ao Pai, por quem havia sido enviado ao mundo. Mas não se trata de uma separação, porque Ele permanece connosco para sempre, sob uma forma nova. Com a sua ascensão, o Senhor ressuscitado atrai o olhar dos Apóstolos - e também o nosso - para as alturas do céu para nos mostrar que a meta do nosso caminho é o Pai". E o Papa Francisco prosseguiu dizendo que Jesus continua presente e activo nos assuntos da história humana com o poder e os dons do seu Espírito, e que está ao lado de cada um de nós: "Mesmo que não o vejamos com os nossos olhos, Ele está lá! Nos acompanha, nos guia, nos leva pela mão e nos levanta quando caímos. Jesus ressuscitado está próximo dos cristãos perseguidos e discriminados; está perto de todo homem e mulher que sofre. Está perto de cada um de nós, está aqui na Praça. O Senhor está connosco.” E o Papa acrescentou ainda que, quando regressa ao céu Jesus leva ao Pai o presente das suas chagas, assim quando o Pai olha para as chagas de Jesus se torna mais misericordioso e nos perdoa a todos. Mas Jesus também está presente através da Igreja, que Ele enviou para prolongar a sua missão, sublinhou ainda o Papa Francisco, recordando que a última palavra de Jesus aos seus discípulos é o comando para partir: "Ide, portanto, fazei discípulos todas as nações" -um mandato claro, não facultativo, insistiu o Papa: "A comunidade cristã é uma comunidade "de saída", "pronta a partir". Vós me direis: mas e as comunidades de clausura!? Sim, também elas, porque estão sempre "de saída" com a oração, com o coração aberto ao mundo, aos horizontes de Deus. E os idosos, os doentes!? Também eles, através da oração e a união às chagas de Jesus.”Aos seus discípulos missionários, Jesus diz: "Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo" observou o Papa, pois sozinhos, sem Jesus, nada podemos fazer: "Na obra apostólica não bastam as nossas forças, os nossos recursos, as nossas estruturas, mesmo que sejam necessárias. Sem a presença do Senhor e a força do seu Espírito, o nosso trabalho ainda que bem organizado, é ineficaz".

domingo, 25 de maio de 2014

PROFISSÃO DE FÉ

 Na Eucaristia das 11h30 no domingo dia 25 de maio, 17 adolescentes que frequentam a catequese fizeram a Profissão de Fé, acendendo a vela do Batismo no círio pascal,  proclamando a sua Fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo!
Que a sua vida seja sempre um testemunho da Fé que professaram:  em casa, na escola e em toda a parte!

BATISMO E 1ªCOMUNHÃO

 Na tarde do domingo 18 de maio um grupo de crianças que frequentou a catequese ao longo de alguns anos e aprenderam a conhecer Jesus receberam o Batismo e fizeram a 1ª Comunhão
 Que sejam sempre bons cristãos! 

Festa do PAI NOSSO

 As crianças do 2º catecismo " Ensina-nos a rezar" celebraram a Festa da entrega do Pai Nosso
 oração que Jesus nos ensinou. Como Jesus comprometem-se a rezar todos os dias o PAI NOSSO sabendo que Deus é nosso Pai e nos ama muito!

Terra Santa: Papa apela à unidade dos cristãos em dia histórico para o ecumenismo

Terra Santa: Papa apela à unidade dos cristãos em dia histórico para o ecumenismo



REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO VI DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

Jo. 14, 15-21 O texto do evangelho de hoje encontra-se nos discursos de despedida, os quais constituem o testamento que Jesus deixa à sua comunidade antes de partir.
Nesse momento, Jesus oferece aos seus discípulos o “outro Advogado”, que permanecerá  para sempre ao seu lado. Jesus o chama de Paráclito: em grego a palavra Paráclito significa aquele que defende, que auxilia, que infunde ânimo, que alenta.
Jesus sabe da fragilidade dos seus discípulos e por isso não os pode deixar órfãos. Precisam de um mestre interior que os defenda daquilo que leva à morte, que os conduza pelo caminho da vida e que faça brotar, continuamente, vida neles, “assim eu vivo e também vocês viverão”.
Ele nos ensinará a deixarmo-nos conduzir para a bondade, para a doação, para a reconciliação e para a alegria.
No início e no final do texto fala-se de “amar a Jesus”. No começo está relacionado com obedecer a seus mandamentos e no final é repetido novamente que quem obedece aos seus mandamentos “é quem o ama”, e “quem me ama, será amado por meu Pai”.
Só pelo amor de Jesus é possível experimentar o imenso amor do Pai para cada um. Isto significa que só o amor nos conduz a reconhecer o amor de Deus como Pai cheio de bondade, Pai misericordioso, como tanto insiste o Papa Francisco: E assim é a misericórdia de Deus: uma grande luz de amor e de ternura. A linguagem de Deus é a linguagem do amor, de pai, de mãe.

domingo, 18 de maio de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO V DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

 
Jo 14, 1-12 Seguir Jesus como Caminho, Verdade e Vida é a mensagem central do Evangelho deste V domingo da Páscoa e nos leva a vivenciar a novidade do Amor de Deus por nós, sempre original, descoberto aos poucos.
Jesus é o Caminho para o Pai. Ele veio do Pai, com o Pai é um e volta para o Pai. Ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, diz-nos o Senhor (cfr Mt 11,27).
Jesus é a Verdade, a revelação autêntica do projeto de Deus, a manifestação visível e encarnada do amor do Pai. A verdade vos libertará (cfr. Jo 8, 32). Em Jesus nos sentimos plenamente livres e amados.
Jesus é a Vida (cfr. Jo 1,4), é a própria ressurreição, a vida eterna, a Vida!
Muitas vezes em nossa vida surge uma novidade, algo com que não contávamos e que precisamos acolher, dar espaço e lugar. Precisamos saber inserir esse inesperado que parece ter vindo para ficar e modificar o nosso dia a dia e até nossa própria vida.
De acordo com as leituras de hoje é necessário que sejamos movidos pelo amor, pelo desejo de servir, que recorramos a Deus na oração e que coloquemos em prática aquilo que o Espírito Santo nos inspirar. Quando Jesus fala que nos vai preparar um lugar no Céu, Ele está a prestar-nos um serviço.
E, na vida cristã, o maior é aquele que serve mais. Ora a vida de Jesus foi um eterno serviço, desde o nascimento até a morte, sem deixar de lado a ressurreição e os atos após ela.
É necessário seguir Jesus, Caminho, Verdade e Vida, que se retirava em oração, ouvia o Pai e agia.
Assim, do mesmo modo como fizeram o Senhor e a primeira comunidade, estaremos anunciando que Deus nos ama, está conosco e, através de nossas ações e do nosso serviço, continua criando o mundo.

Pe. César Augusto dos Santos SJ (Rádio Vaticana)



domingo, 11 de maio de 2014

1ª COMUNHÃO

Na Eucaristia das 11h30, hoje 11 de maio
 a Igreja tornou-se demasiado pequena para acolher a comunidade que se reuniu 
para celebrar a Festa da 1ª Comunhão de 22 crianças que frequentam a catequese 
Que Jesus permaneça sempre nos seus corações!

PROCISSÃO DE VELAS



No sábado 10 de maio, percorrendo algumas ruas da Paróquia realizou-se a Procissão com a imagem de Nossa Senhora de Fátima
Rezamos o terço, cantando, agradecendo, louvando pedindo para todos a intercessão de Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Consagramo-nos ao Seu cuidado para que nos proteja e nos encaminhe para Jesus e por fim recebemos a Benção do Santíssimo Sacramento.

EVANGELHO DO IV DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)


Jo 10, 1-10 Numa Praça de S. Pedro repleta de fiéis e peregrinos para a oração do “Regina Caeli” o Papa Francisco comentou o evangelho deste quarto domingo do tempo pascal, que nos apresenta a imagem de Jesus Bom Pastor. Contemplando esta passagem do Evangelho, observou o Papa, podemos compreender o tipo de relacionamento que Jesus tinha com os seus discípulos: um relacionamento baseado na ternura, amor, conhecimento recíproco e promessa de um dom incomparável ("Eu vim - diz Jesus – para que tenham a vida e a tenham em abundância" ), e este relacionamento é o modelo das relações entre os cristãos e das relações humanas.
E o Papa continuou dizendo que muitos também hoje, como no tempo de Jesus, se propõem como "pastores" das nossas vidas; mas somente o Senhor Ressuscitado é o verdadeiro Pastor, que nos dá a vida em abundância. E convidou a todos a rezar pelos Pastores:
Neste domingo rezamos pelos pastores da Igreja, por todos os bispos, incluindo o Bispo de Roma, e por todos os sacerdotes; especialmente rezamos pelos novos sacerdotes da diocese de Roma, que eu ordenei há pouco tempo atrás na Basílica de São Pedro. Que o Senhor nos ajude a ser sempre fiéis ao Mestre e guias sábios e iluminados do povo de Deus que nos foi confiado.
E recordou a este ponto a história de S. Cesário de Arles (um Padre da Igreja dos primeiros séculos) que convidava aos fiéis a baterem sempre à porta dos pastores para estes darem o “leite” da palavra de Deus, do mesmo modo, disse o Papa, os fiéis devem sempre importunar os pastores para eles cumprirem devidamente a sua missão. E continuou:
À imitação de Jesus, cada pastor “por vezes, pôr-se-á à frente para indicar a estrada e sustentar a esperança do povo, outras vezes manter-se-á simplesmente no meio de todos com a sua proximidade simples e misericordiosa e, em certas circunstâncias, deverá caminhar atrás do povo, para ajudar aqueles que se atrasaram. Que todos os pastores sejam assim!"

quinta-feira, 8 de maio de 2014

MATRÍCULA NA AULA DE EDUCAÇÃO MORAL RELIGIOSA CATÓLICA EMRC

Estão a decorrer as matrículas para o novo ano escolar 2014-2015.


Lembramos aos Pais a importância da frequência da
aula de Educação Moral Religiosa Católica para a formação integral dos vossos filhos.


Como se processa a matrícula na disciplina EMRC?

A declaração de vontade de frequên­cia da disciplina de EMRC compete aos encarregados de edu­cação dos alunos ou, no caso de estes serem maiores de 16 anos, aos próprios alunos ( Portaria n.º 344-A /88 , art. 2.º, n.º 1 ) .
Os impressos de matrícula nos diversos anos dos 1.º , 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário devem incluir espaço próprio para o efeito da declaração de vontade de frequência da disciplina de EMRC.

Quem se deve considerar inscrito na disciplina EMRC?

Só se deve considerar inscrito na disciplina de EMRC os alunos que possuam no boletim de matrícula a declaração positiva de vontade de frequência da dis­ciplina de EMRC ( Portaria n.º 344-A /88 , art. 3.º ). O desejo de frequência em EMRC deve ser expresso, por escrito, no acto de matrícula ou da sua renovação, em cada ano lectivo ( Circular Conjunta – DEB + DES – n.º 3/97, de 2 de Abril ).

Voluntários para o peditório público a favor da Fundação Portuguesa de Cardiologia


Anualmente A FUNDAÇÃO PORTUGUESA DE CARDIOLOGIA realiza diversas acções no sentido de incentivar a população a adoptar estilos de vida saudáveis, tais como rastreios cardiovasculares.
Como os serviços que a Fundação presta à comunidade são gratuitos, é necessária a realização de acções, cujo principal objectivo seja a angariação de fundos por isso todos os anos, durante o “Mês de Maio – Mês do Coração”, a Fundação leva a efeito o Peditório Nacional.
Pedem-se voluntários para colaborar neste peditório público nos dias: 17, 18, 21, 22, 23, 24 e 25 de maio

segunda-feira, 5 de maio de 2014

LAUSPERENE

Durante o Tempo pascal, todas as Paróquias da Diocese de Setúbal têm um dia de “Lausperene”, ou seja um dia especial de adoração ao Santíssimo Sacramento.
Na nossa Paróquia é 3ª feira 13 de maio das 10h até à Missa das 18h
É importante que em todas as horas do dia esteja alguém presente, para que a adoração seja “perene”, isto é continuada, sem interrupções.

VEM ADORAR JESUS... FAZER-LHE COMPANHIA... REPARAR... AGRADECER O SEU AMOR...



MEU DEUS EU CREIO, ADORO, ESPERO E  AMO-VOS...

Convidam-se todas as crianças, os catequistas, assim como os Pais e toda a comunidade a vir adorar Jesus!

PROCISSÃO DE VELAS COM IMAGEM DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA



VEM REZAR O TERÇO E PARTICIPAR NA PROCISSÃO DE VELAS COM A IMAGEM DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
percorrendo algumas das nossas ruas no sábado dia 10 de maio às 21h

Vem  com a tua família agradecer tantas graças que Deus nos concede por meio do Coração Imaculado de Nossa Senhora...e pedir a sua ajuda para a caminhada da nossa vida

CAMPANHA PAPEL POR ALIMENTOS


Os Bancos Alimentares iniciaram uma campanha “Papel por Alimentos” com contornos ambientais e de solidariedade no âmbito da qual o papel angariado (jornais, revistas, folhetos, etc.) é convertido em produtos alimentares.
A Campanha “Papel por Alimentos” integra-se num ideal mais vasto de sensibilização para a importância do papel de cada pessoa na sociedade e para a possibilidade de recuperar e reutilizar coisas que parecem não ter valor.
Pretende envolver as Instituições que diariamente se abastecem nos Bancos Alimentares e os voluntários que colaboram, mas também todas as pessoas e entidades que se queiram associar
O Apoio Fraterno da Paróquia e o Centro Paroquial de Cristo Rei ajuda mais de 500 famílias carenciadas com bens alimentares.
Pode colaborar entregando PAPEL:
na Igreja  de S. FRANCISCO XAVIER DE CAPARICA na Rua das Quintas
no CENTRO PAROQUIAL DE CRISTO REI na Rua da Bela Vista, 22
Depois é levado para as instalações do Banco Alimentar contra a fome de Setúbal

ESPIRITUALIDADE DOS PASTORINHOS


A Irmã Ângela de Fátima Coelho, que trabalha na Causa da Canonização Francisco e Jacinta Marto, vem fazer uma conferência sobre “A Espiritualidade dos Pastorinhos”.

Quem já teve oportunidade de a ouvir, garante que vale a pena escutar o seu testemunho, o que nos conta sobre a vida dos Pastorinhos, como os pais lhes transmitiram a VIVENCIA da FÉ em família. Falou em Setúbal este ano no Encontro Diocesano de Catequistas e tem feito conferencias em vários países, levando assim ao mundo a Mensagem de Nossa Senhora em Fátima.
Por isso todos são convidados a estarem presentes na Conferencia, esta sexta-feira,dia 9 de maio, às 21h, na Igreja de Vale Figueira.

PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA


PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA

Domingo dia 29 de Junho 

Inscrição 10€

Venha com a sua família!

CONSIGNE 0,5% do IRS a favor do CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE CRISTO REI

0,5% DO IRS para Centro Social Paroquial de Cristo Rei


IRS 0,5% UMA AJUDA FÁCIL E DE GRAÇA
Qualquer pessoa ao preencher o seu boletim de IRS pode decidir doar 0,5% do seu IRS A UMA ASSOCIAÇÃO QUE SE DEDIQUE EXCLUSIVAMENTE A AJUDAR QUEM PRECISA.
 Não lhe custa nada e ajuda muitas pessoas carenciadas.
O Centro Social Paroquial de Cristo Rei com mais de 25 anos de existência é uma Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos que além do Centro Comunitário tem as valências de creche, Jardim de Infância, CATL, Apoio Domiciliário a idosos e doentes e trabalha num dos bairros mais pobres da Almada.

Consigne 0,5% do seu IRS ao
 CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE CRISTO REI - NIF: 501723374

9
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ENTIDADES BENEFICIÁRIAS DO IRS CONSIGNADO
                 NIPC
Instituições Religiosas (art. 32º nº4)                



901

501723374

Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Colectivas de Utilidade Pública (art.32 nº5)                                                                                                         X




Basta que na sua declaração de IRS preencha o campo 901 do quadro 9 do anexo H com o nosso número de contribuinte

domingo, 4 de maio de 2014

EVANGELHO DO III DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

Lc 24, 13-35 Neste 3º domingo da Páscoa o Evangelho fala-nos daqueles dois discípulos de Jesus que, após a sua morte e passado o sábado, deixam Jerusalém e retornam tristes e abatidos, em direção a uma povoação, chamada Emaús. Jesus põe-se a caminho com eles mas eles não o reconhecem, embora  Ele tenha procurado dar-lhes pistas, explicando-lhes em todas as escrituras o que lhe dizia respeito para que eles entendessem que “a paixão e a morte do Messias estava prevista no plano de Deus e eram pré-anunciadas nas Sagradas Escrituras”.  Movidos por uma extraordinária atração por Jesus, os discípulos convidam-no para permanecer com eles naquela noite. E é quando Jesus está à mesa, toma e parte o pão que eles o reconhecem, mas ele desaparece de suas vistas, deixando-os plenos de surpresa.Disse, hoje, o Papa Francisco, depois da oração do Regina Coeli, que os discípulos de Emaús após terem sido iluminados pela Palavra, reconheceram Jesus ressuscitado no partir o pão, "novo sinal de sua presença” e acrescentou que “o caminho de Emaús torna-se assim o símbolo do nosso caminho de fé: as Escrituras e a Eucaristia são os elementos indispensáveis no encontro com o Senhor. Também nós vamos frequentemente à Missa dominical com nossas preocupações, as nossas dificuldades e desilusões.  A vida, às vezes, nos fere e nós partimos tristes, em direção à nossa ‘Emaús”, virando as costas ao plano de Deus". No entanto se, em cada dia, lermos um trecho do Evangelho e no Domingo comungarmos e recebermos Jesus a nossa tristeza transforma-se em alegria. Assim aconteceu com os discípulos de Emaús: acolheram a palavra, partilharam o pão e de tristes e derrotados – e assim se sentiam -, tornaram-se alegres. Frisou o Sumo Pontífice que "sempre, a Palavra de Deus e a Eucaristia nos alegram”. Observou, ainda, que “na Liturgia Eucarística, Jesus dá-se-nos, no Pão da vida eterna. A Missa, presença viva de Jesus ressuscitado – uma presença que se expressa na Palavra e na Liturgia –  ilumina-nos e conduz-nos em direção à Jerusalém, isto é, em direção à comunidade de irmãos e à comunidade dos homens, onde se vive a partilha e a missão”.
Ao concluir, o Santo Padre pediu, por intercessão de Maria Santíssima, que rezemos para que "cada cristão, revivendo a experiência dos discípulos de Emaús, especialmente na Missa dominical, redescubra a graça do encontro transformante com o Senhor ressuscitado. Existe sempre uma Palavra de Deus que nos dá a orientação após as nossas debandadas; e através as nossas fadigas e desilusões existe sempre um Pão partido que nos faz seguir em frente no caminho”.

domingo, 27 de abril de 2014

Vaticano: João Paulo II e João XXIII, novos santos

Vaticano: João Paulo II e João XXIII, novos santos

EVANGELHO DO II DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)


Jo 20, 19-31  Na homilia da Santa Missa, de hoje, disse o Papa Francisco que no centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Misericórdia Divina, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado. Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).
Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados» (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).
Concluiu o Santo Padre que não nos podemos escandalizar das chagas de Cristo mas sim penetrar no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama.
 

domingo, 20 de abril de 2014

EVANGELHO DO DOMINGO DE PÁSCOA




Jo 20, 1-9 A liturgia deste Domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita de dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
 
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem, nunca, ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta (a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira).
Ele, João, após ter visto o túmulo vazio do Senhor começou a crer, nós graças a Ele há muito que cremos por convicção e fé. Não nos acomodemos e proclamemos a Salvação que a Ressurreição do Senhor significou.

Louvor e glória a Vós, Senhor Jesus, Rei da Eterna Glória!
 

Vaticano: Nesta Páscoa de 2014, Papa lembra vítimas da guerra, da fome e das epidemias

Vaticano: Papa lembra vítimas da guerra, da fome e das epidemias



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Nesta 5ª Feira Santa o Papa Francisco lavou os pés de 12 deficientes assistidos pela Fundação Padre Gnocchi

 
Spe Deus: Servir uns aos outros é a herança que Ele nos deix...: No final da tarde desta Quinta-feira Santa, o Papa Francisco presidiu a Missa da Ceia do Senhor no Centro “Santa Maria da Providência”, e lavou os pés a 12 deficientes ali assistidos...

domingo, 13 de abril de 2014

EVANGELHO DO DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR


Jesus entra em Jerusalém. A multidão dos discípulos acompanha-O em festa. […] A multidão aclama-O como Rei. E Ele não Se opõe, não a manda calar (Lc 19,39-40). Mas, que tipo de Rei seria Jesus? Vejamo-Lo: monta um jumentinho, não tem uma corte como séquito, nem está rodeado de um exército como símbolo de força. Quem O acolhe são pessoas humildes, simples, que têm a capacidade de ver em Jesus algo mais, que têm o sentido da fé que diz: «Este é o Salvador.»
Jesus não entra na Cidade Santa, para receber as honras reservadas aos reis terrenos […]; entra para ser flagelado, insultado e ultrajado […]; entra para receber uma coroa de espinhos, uma cana, um manto de púrpura (a sua realeza será objecto de ludíbrio); entra para subir ao Calvário carregado com um madeiro, […] para morrer na Cruz. E é precisamente aqui que refulge o seu ser Rei segundo Deus: o seu trono real é o madeiro da Cruz! […] Porquê a Cruz? Porque Jesus toma sobre Si o mal, a sujidade, o pecado do mundo, incluindo o nosso pecado, o pecado de todos nós, e lava-o; lava-o com o seu sangue, com a misericórdia, com o amor de Deus.
Olhemos ao nosso redor. Tantas feridas infligidas pelo mal à humanidade: guerras, violências, conflitos económicos que atingem quem é mais fraco, sede de dinheiro, […] poder, corrupção, divisões, crimes contra a vida humana e contra a criação! E também – como bem o sabe e conhece cada um de nós – os nossos pecados pessoais: as faltas de amor e respeito para com Deus, com o próximo e com a criação inteira. Na cruz, Jesus sente todo o peso do mal e, com a força do amor de Deus, vence-o, derrota-o na sua ressurreição. Este é o bem que Jesus realiza por todos nós sobre o trono da Cruz. Abraçada com amor, a cruz de Cristo nunca leva à tristeza, mas à alegria, à alegria de sermos salvos e de realizarmos um bocadinho daquilo que Ele fez no dia da sua morte.
(Homilia proferida pelo Papa Francisco no Domingo de Ramos de 2013)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

PROGRAMA DA SEMANA SANTA


Programa da Semana Santa
 na Igreja de S. Francisco Xavier
Domingo de Ramos:
Missa - 11h30

2ª Feira Santa:
16h às 19h - Adoração ao Santíssimo

3ª Feira Santa:
18h - Missa

4ª Feira Santa:
18h - Missa

5ª Feira Santa:
18h30 - Missa da Ceia do Senhor


6ª Feira Santa:
15h - Celebração da Paixão
18h - Via Sacra ao ar livre

Sábado Santo:
22h - Vigília Pascal

Domingo de Páscoa:
11h30 - Missa da Ressureição

segunda-feira, 7 de abril de 2014

EVANGELHO DO V DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)

 
 
 
 
Jo. 11, 1-45 Numa Praça de S. Pedro particularmente repleta de fiéis, o Papa Francisco na sua reflexão antes da oração mariana do Ângelus comentou o Evangelho deste V domingo da Quaresma que nos fala da ressurreição de Lázaro, o ponto mais alto dos "sinais" prodigiosos realizados por Jesus, um gesto demasiado grande e claramente divino para ser tolerado pelos sumos sacerdotes que, sabendo deste facto, tomaram a decisão de matar Jesus, disse o Papa, que em seguida acrescentou: Lázaro estava morto havia três dias, quando Jesus chegou; e disse às suas irmãs, Marta e Maria, umas  palavras que ficaram gravadas para sempre na memória da comunidade cristã: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca mais morrerá". Seguindo a Palavra do Senhor, nós acreditamos que a vida daqueles que acreditam em Jesus e seguem o seu mandamento, depois da morte será transformada numa vida nova, plena e imortal. Como Jesus ressuscitou com o seu próprio corpo, mas não voltou à vida terrena, assim também nós ressuscitaremos com os nossos corpos que serão transfigurados em corpos gloriosos. Ele está à espera de nós junto do Pai, e a força do Espírito Santo, que o ressuscitou dos mortos, também ressuscitará aqueles que estão unidos a Ele. E sobre o significado desta ressurreição para a vida dos fiéis o Papa sublinhou: Diante do túmulo lacrado do amigo, Jesus "bradou com voz forte: " Lázaro, sai para fora!". O morto saiu, com os pés e as mãos enfaixados com ligaduras, e o rosto envolvido num sudário ". Este grito peremptório é dirigido a cada homem, porque todos nós somos marcados pela morte; é a voz d'Aquele que é o senhor da vida e quer que todos "a tenham em abundância". Cristo não se resigna aos túmulos que construímos para nós com as nossas opções do mal e da morte. Ele nos convida , quase nos ordena, a sair do túmulo em que os nossos pecados nos afundaram. Chama-nos com insistência para sairmos da escuridão da prisão em que nos fechamos, para nos contentarmos com uma vida falsa, egoísta, medíocre.
"Sai para fora!" foram, então, as palavras que Jesus empregou para chamar Lázaro. Ora o Santo Padre aconselha-nos a deixarmo-nos agarrar por estas palavras que Jesus hoje repete, também, a cada um de nós. Deixemo-nos, pois, libertar das “faixas” do orgulho. A nossa ressurreição começa aqui: quando decidimos obedecer à ordem de Jesus, vindo à luz , à vida; quando da nossa face caem as máscaras e reavemos a coragem da nossa face original, criada à imagem e semelhança de Deus. O gesto de Jesus que ressuscita Lázaro mostra até onde pode chegar a força da graça de Deus, e portanto até onde pode chegar a nossa conversão, a nossa mudança. E neste ponto o Papa convidou aos presentes a repetirem com ele: “não há nenhum limite para a misericórdia de Deus oferecida a todos!”, tendo concluído dizendo que o Senhor está sempre pronto a levantar a pedra tumbal dos nossos pecados, que nos separa dele, luz dos viventes.

domingo, 30 de março de 2014

EVANGELHO DO IV DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)

 
 
Jo 9, 1-41 O Evangelho da cura do cego de nascença proposto pela liturgia deste 4º Domingo da Quaresma fala-nos do drama da “cegueira interior” de quem não reconhece Jesus como Luz do mundo. Isto foi sublinhado pelo Papa, neste domingo, ao comentar o longo capítulo 9 do Evangelho segundo São João, que inicia com um cego que passa a ver e se conclui com gente que presume ver mas que se obstina em permanecer cega na alma. O milagre da cura do cego é contado em dois versículos apenas – fez notar o Papa. O evangelista quer centrar as atenções não tanto na cura em si, mas nas discussões que esta suscita. “No final, o cego curado chega à fé, e esta é a maior graça que lhe é feita por Jesus: não só ver, mas conhecê-Lo a Ele, que é a luz do mundo”.
“Ao mesmo tempo que o cego se aproxima gradualmente da luz, os fariseus, pelo contrário, vão-se afundando cada vez mais na cegueira interior.”“Fechados na sua presunção, crêem ter já a luz; e por isso não se abrem à verdade de Jesus. Fazem tudo para negar a evidência” – fez notar o Papa, que observou ainda que o caminho do cego é um percurso com etapas. É só no final que Jesus volta a dar a vista ao que tinha sido cego e que entretanto tinha sido expulso do Templo. “Jesus encontra-o de novo e abre-lhe os olhos pela segunda vez, revelando-lhe a própria identidade. E então aquele que tinha sido cego exclama ‘Creio, Senhor!’ e prostra-se diante de Jesus”.
“O drama da cegueira interior é um drama de muita gente, inclusivé nosso!...A nossa vida por vezes é semelhante à do cego que se abriu à luz, a Deus e à sua graça. Por vezes, infelizmente, é um pouco como a dos fariseus: do alto do nosso orgulho julgamos os outros, até mesmo o Senhor. Hoje somos convidados a abrir-nos à luz de Cristo, para dar fruto na nossa vida, para eliminar os comportamentos que não são cristãos”.

domingo, 23 de março de 2014

EVANGELHO DO III DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)

 
Jo 4, 5-42 A propósito do Evangelho deste III domingo da Quaresma, que nos narra o diálogo de Jesus com uma samaritana, o Papa Francisco observou, hoje, que o pedido de Jesus a essa mulher – “Dá-me de beber“, “supera todas as barreiras de hostilidade entre judeus e samaritanos e rompe os esquemas de preconceito em relação às mulheres”. “O simples pedido de Jesus é o início de um diálogo sincero, mediante o qual Ele, com grande delicadeza, entra no mundo interior de uma pessoa à qual, segundo os esquemas sociais, não deveria nem mesmo dirigir uma palavra. Jesus coloca-se no lugar dela, não a julgando, mas fazendo-a sentir-se considerada, reconhecida, e suscitando assim nela o desejo de ir além da rotina quotidiana”. Ao pedir água à Samaritana, Jesus queria “abrir-lhe o coração”, “colocar em evidência a sede que havia nela”. “A sede de Jesus – disse o Papa, não era tanto de água, mas de encontrar uma alma sequiosa”.
“A Quaresma – recordou Francisco - é o tempo oportuno para olharmos para dentro de nós, para fazer emergir as nossas necessidades espirituais mais verdadeiras e pedir a ajuda do Senhor na oração”. E observou, que a exemplo da Samaritana, também nós temos muitas perguntas a serem feitas a Jesus, “mas não encontramos a coragem” para fazê-las.
O Evangelho diz que os discípulos ficaram admirados ao verem o seu Mestre a falar com aquela mulher. Mas, “o Senhor é maior do que os preconceitos. E isto devemos aprender bem” – exortou Francisco -, pois a misericórdia é maior do que os preconceitos”. E o resultado do encontro junto ao poço foi o de uma mulher transformada”:
“Deixou o seu jarro com o qual ia buscar água e correu à cidade para contar a sua experiência extraordinária. ‘Encontrei um homem que me disse todas as coisas que eu fiz. Não será Ele o Messias?" Estava entusiasmada. Foi buscar água no poço, e encontrou uma outra água, a água viva da misericórdia que jorra para a vida eterna. Encontrou a água que sempre procurou! Corre ao vilarejo, aquele vilarejo que a julgava, a condenava e a rejeitava, e anuncia que encontrou o Messias: alguém que mudou a sua vida. De facto, cada encontro com Jesus muda-nos a vida, sempre. É um passo em frente, um passo mais próximo a Deus”.
Ao concluir sua reflexão, o Santo Padre recordou que no Evangelho de hoje “encontramos também nós o estímulo para ‘deixar o nosso jarro’, símbolo de tudo aquilo que aparentemente é importante, mas que perde valor diante do ‘amor de Deus’, e todos temos um, ou mais de um jarro:
“Eu pergunto-vos e também a mim: ‘Qual é o teu jarro interior, aquele que te pesa, aquele que te afasta de Deus? Deixemo-lo um pouco de lado e com o coração escutemos a voz de Jesus que nos oferece uma outra água, uma outra água que nos aproxima do Senhor”.
“Somos chamados a redescobrir a importância e o sentido de nossa vida cristã, iniciada no Batismo – disse o Papa - e, como a Samaritana, “testemunhar a alegria do encontro com Jesus, pois cada encontro com Jesus muda a nossa vida, e enche-nos de alegria, aquela alegria que vem de dentro e que nos leva a contar quantas coisas maravilhosas sabe fazer o Senhor no nosso coração, quando nós temos a coragem de deixar de lado o nosso jarro”.
 

domingo, 16 de março de 2014

EVANGELHO DO II DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)


Mt. 17, 1-9 Hoje o Evangelho fala-nos da Transfiguração de Jesus. Comentando este Evangelho o Santo Padre sublinhou dois elementos, ligados a este episódio evangélico: a subida e a descida. Temos que subir ao monte para estarmos a sós com Jesus, mas depois temos de descer ao vale para encontrar os irmãos em dificuldade e transmitir-lhes o conforto de Deus.
O Papa começou por recordar que “a montanha representa o lugar da proximidade com Deus e do encontro íntimo com Ele, o lugar da oração, para estar na presença do Senhor”. Jesus mostra-se transfigurado, luminoso, e comparecem ao seu lado Moisés e Elias. E é então que “ressoa do alto a voz do Pai, que proclama Jesus seu Filho predilecto, dizendo ‘Escutai-o’.”
“É muito importante este convite do Pai. Nós, discípulos de Jesus, somos chamados a ser pessoas que escutam a sua voz e tomam a sério as suas palavras. Para tal, há que seguir Jesus como faziam as multidões do Evangelho…”
“Jesus – observou o Papa – não tinha uma cátedra ou um púlpito fixos, era um mestre itinerante, que propunha os seus ensinamentos ao longo dos caminhos, percorrendo trajetos nem sempre previsíveis e por vezes árduos”.
Acrescentou depois que, também nós, temos necessidade de ir para um lugar à parte, de subir à montanha a um espaço de silêncio, para nos reencontrarmos a nós próprios e captar melhor a voz do Senhor. Mas não podemos permanecer ali! O encontro com Deus na oração impulsiona-nos novamente a ‘descer da montanha’ regressando à planície, onde encontramos tantos irmãos afligidos por dificuldades, injustiças, pobreza material e espiritual.”
A estes irmãos em dificuldade, somos chamados a levar os frutos da experiência feita com Deus, partilhando os tesouros de graça recebidos. Aceitemos, então, esse chamamento e partilhemos com os irmãos os frutos dessa experiência e as graças recebidas...

domingo, 9 de março de 2014

EVANGELHO DO I DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)

 
Mt. 4, 1-11 Relativamente ao Evangelho deste I Domingo da Quaresma disse hoje o Papa Francisco na sua habitual alocução, na Praça de S. Pedro, após a oração do Angelus: "O Evangelho deste I Domingo da Quaresma apresenta a cada ano o episódio das tentações de Jesus, quando o Espírito Santo, que desceu sobre Ele depois do Batismo no Rio Jordão, o impeliu a enfrentar abertamente Satanás no deserto, por quarenta dias, antes de iniciar a sua missão pública", frisou o Pontífice.
"O tentador procurou desviar Jesus do projeto do Pai, ou seja, do caminho do sacrifício, do amor que oferece si mesmo em expiação, para fazê-lo tomar um caminho fácil, de sucesso e poder. O duelo entre Jesus e Satanás realiza-se através de citações das Sagradas Escrituras", disse ainda Francisco que acrescentou: "O diabo para desviar Jesus do caminho da cruz, mostra-lhe as falsas esperanças messiânicas: o bem-estar económico, indicado pela possibilidade de transformar as pedras em pão; o estilo espetacular e mirabolante, com a ideia de jogar-se do ponto mais alto do templo de Jerusalém e ser salvo pelos anjos. Enfim, o caminho curto do poder e do domínio, em troca de um ato de adoração a Satanás."
Jesus rejeita decididamente todas essas tentações e reitera a decidida vontade de seguir o caminho estabelecido pelo Pai, sem nenhum compromisso com o pecado e com a lógica do mundo.
O Santo Padre destacou que "nas suas respostas a Satanás, o Senhor nos recorda primeiramente que «não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus»". "E isto nos fortalece, nos sustenta na luta contra a mentalidade mundana que abaixa o homem ao nível das necessidades primárias, fazendo-lhe perder a fome do que é verdadeiro, bom e belo; a fome de Deus e seu amor. Jesus recorda por outro lado o que também está escrito: « não tentarás o Senhor teu Deus », porque o caminho da fé passa também através da escuridão, da dúvida e se alimenta de paciência e espera perseverante. Recorda, enfim, o que está escrito: «Só ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele prestarás culto», ou seja, devemos desfazer-nos de ídolos, de coisas vãs, e construir a nossa vida sobre o essencial".
 "Estas palavras de Jesus são confirmadas através de suas ações. A sua absoluta fidelidade ao projeto de amor do Pai o conduzirá depois de cerca de três anos ao confronto final com o «príncipe deste mundo», na hora da paixão e da cruz, e Jesus resgatará a sua vitória definitiva, a vitória do amor."
O Papa Francisco disse ainda aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro "que o tempo da Quaresma é ocasião propícia para todos nós realizarmos um caminho de conversão, confrontando-nos sinceramente com esta página do Evangelho. Renovemos a promessa de nosso Batismo, renunciando a Satanás e a todas as suas obras e seduções para caminhar nas sendas de Deus e chegar à Páscoa na alegria do Espírito".
 

domingo, 2 de março de 2014

EVANGELHO DO VIII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


 
Mt 6, 24-34 Na alocução antes do Angelus, o Papa Francisco comentou como sempre o Evangelho deste domingo, que – observou – evoca “uma das verdades mais reconfortantes: a Providência divina”, em termos que, porém, podem aparecer ilusórios a quem vive em situação de precariedade, se não mesmo de miséria. Mas são palavras bem atuais, as de Jesus, que recordam que não se pode servir a dois senhores: a Deus e à riqueza.
“Enquanto cada um cuidar de acumular para si, nunca haverá justiça. Se, pelo contrário, confiando na providência de Deus, procurarmos conjuntamente o seu Reino, então não faltará a ninguém o necessário para viver de modo digno”.
“Um coração ocupado pela avidez de possuir é um coração vazio de Deus” – advertiu o Papa. “Num coração possuído pelas riquezas, não há muito lugar para a fé”. Só dando a Deus o lugar que lhe compete, o primeiro lugar, é que somos levados pelo amor a partilhar os bens com quem precisa, ao serviço de projectos de solidariedade e de desenvolvimento.
“O caminho indicado por Jesus pode parecer pouco realista, em relação à mentalidade comum e aos problemas da crise económica, mas, pensando bem, conduz-nos à justa escala de valores. Diz Jesus “A vida não vale mais do que o alimento, mais do que a roupa?” Para fazer com que a ninguém falte pão, água, roupa, casa, trabalho, saúde, é preciso que todos nos reconheçamos filhos do Pai que está nos céus, e portanto irmãos entre nós, e nos comportemos em conformidade”.

Seguindo, então, as palavras do Senhor no Evangelho de hoje procuremos alcançar o Reino de Deus e a Sua justiça abdicando do supérfluo e imitando-o na simplicidade.
Que o Senhor nos ajude a tudo fazer para sermos merecedores de entrar na Jerusalém Celeste!