sexta-feira, 18 de abril de 2014
Nesta 5ª Feira Santa o Papa Francisco lavou os pés de 12 deficientes assistidos pela Fundação Padre Gnocchi
domingo, 13 de abril de 2014
EVANGELHO DO DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR
Jesus entra em Jerusalém. A multidão dos discípulos acompanha-O em festa. […] A multidão aclama-O como Rei. E Ele não Se opõe, não a manda calar (Lc 19,39-40). Mas, que tipo de Rei seria Jesus? Vejamo-Lo: monta um jumentinho, não tem uma corte como séquito, nem está rodeado de um exército como símbolo de força. Quem O acolhe são pessoas humildes, simples, que têm a capacidade de ver em Jesus algo mais, que têm o sentido da fé que diz: «Este é o Salvador.»
Jesus não entra na Cidade Santa, para receber as honras reservadas aos reis terrenos […]; entra para ser flagelado, insultado e ultrajado […]; entra para receber uma coroa de espinhos, uma cana, um manto de púrpura (a sua realeza será objecto de ludíbrio); entra para subir ao Calvário carregado com um madeiro, […] para morrer na Cruz. E é precisamente aqui que refulge o seu ser Rei segundo Deus: o seu trono real é o madeiro da Cruz! […] Porquê a Cruz? Porque Jesus toma sobre Si o mal, a sujidade, o pecado do mundo, incluindo o nosso pecado, o pecado de todos nós, e lava-o; lava-o com o seu sangue, com a misericórdia, com o amor de Deus.
Olhemos ao nosso redor. Tantas feridas infligidas pelo mal à humanidade: guerras, violências, conflitos económicos que atingem quem é mais fraco, sede de dinheiro, […] poder, corrupção, divisões, crimes contra a vida humana e contra a criação! E também – como bem o sabe e conhece cada um de nós – os nossos pecados pessoais: as faltas de amor e respeito para com Deus, com o próximo e com a criação inteira. Na cruz, Jesus sente todo o peso do mal e, com a força do amor de Deus, vence-o, derrota-o na sua ressurreição. Este é o bem que Jesus realiza por todos nós sobre o trono da Cruz. Abraçada com amor, a cruz de Cristo nunca leva à tristeza, mas à alegria, à alegria de sermos salvos e de realizarmos um bocadinho daquilo que Ele fez no dia da sua morte. (Homilia proferida pelo Papa Francisco no Domingo de Ramos de 2013)
Jesus não entra na Cidade Santa, para receber as honras reservadas aos reis terrenos […]; entra para ser flagelado, insultado e ultrajado […]; entra para receber uma coroa de espinhos, uma cana, um manto de púrpura (a sua realeza será objecto de ludíbrio); entra para subir ao Calvário carregado com um madeiro, […] para morrer na Cruz. E é precisamente aqui que refulge o seu ser Rei segundo Deus: o seu trono real é o madeiro da Cruz! […] Porquê a Cruz? Porque Jesus toma sobre Si o mal, a sujidade, o pecado do mundo, incluindo o nosso pecado, o pecado de todos nós, e lava-o; lava-o com o seu sangue, com a misericórdia, com o amor de Deus.
Olhemos ao nosso redor. Tantas feridas infligidas pelo mal à humanidade: guerras, violências, conflitos económicos que atingem quem é mais fraco, sede de dinheiro, […] poder, corrupção, divisões, crimes contra a vida humana e contra a criação! E também – como bem o sabe e conhece cada um de nós – os nossos pecados pessoais: as faltas de amor e respeito para com Deus, com o próximo e com a criação inteira. Na cruz, Jesus sente todo o peso do mal e, com a força do amor de Deus, vence-o, derrota-o na sua ressurreição. Este é o bem que Jesus realiza por todos nós sobre o trono da Cruz. Abraçada com amor, a cruz de Cristo nunca leva à tristeza, mas à alegria, à alegria de sermos salvos e de realizarmos um bocadinho daquilo que Ele fez no dia da sua morte. (Homilia proferida pelo Papa Francisco no Domingo de Ramos de 2013)
sexta-feira, 11 de abril de 2014
PROGRAMA DA SEMANA SANTA
Programa da Semana Santa
na Igreja de S. Francisco Xavier
segunda-feira, 7 de abril de 2014
EVANGELHO DO V DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)
Jo. 11, 1-45 Numa Praça de S. Pedro particularmente repleta de fiéis, o Papa Francisco na sua reflexão antes da oração mariana do Ângelus comentou o Evangelho deste V domingo da Quaresma que nos fala da ressurreição de Lázaro, o ponto mais alto dos "sinais" prodigiosos realizados por Jesus, um gesto demasiado grande e claramente divino para ser tolerado pelos sumos sacerdotes que, sabendo deste facto, tomaram a decisão de matar Jesus, disse o Papa, que em seguida acrescentou: Lázaro estava morto havia três dias, quando Jesus chegou; e disse às suas irmãs, Marta e Maria, umas palavras que ficaram gravadas para sempre na memória da comunidade cristã: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca mais morrerá". Seguindo a Palavra do Senhor, nós acreditamos que a vida daqueles que acreditam em Jesus e seguem o seu mandamento, depois da morte será transformada numa vida nova, plena e imortal. Como Jesus ressuscitou com o seu próprio corpo, mas não voltou à vida terrena, assim também nós ressuscitaremos com os nossos corpos que serão transfigurados em corpos gloriosos. Ele está à espera de nós junto do Pai, e a força do Espírito Santo, que o ressuscitou dos mortos, também ressuscitará aqueles que estão unidos a Ele. E sobre o significado desta ressurreição para a vida dos fiéis o Papa sublinhou: Diante do túmulo lacrado do amigo, Jesus "bradou com voz forte: " Lázaro, sai para fora!". O morto saiu, com os pés e as mãos enfaixados com ligaduras, e o rosto envolvido num sudário ". Este grito peremptório é dirigido a cada homem, porque todos nós somos marcados pela morte; é a voz d'Aquele que é o senhor da vida e quer que todos "a tenham em abundância". Cristo não se resigna aos túmulos que construímos para nós com as nossas opções do mal e da morte. Ele nos convida , quase nos ordena, a sair do túmulo em que os nossos pecados nos afundaram. Chama-nos com insistência para sairmos da escuridão da prisão em que nos fechamos, para nos contentarmos com uma vida falsa, egoísta, medíocre.
"Sai para fora!" foram, então, as palavras que Jesus empregou para chamar Lázaro. Ora o Santo Padre aconselha-nos a deixarmo-nos agarrar por estas palavras que Jesus hoje repete, também, a cada um de nós. Deixemo-nos, pois, libertar das “faixas” do orgulho. A nossa ressurreição começa aqui: quando decidimos obedecer à ordem de Jesus, vindo à luz , à vida; quando da nossa face caem as máscaras e reavemos a coragem da nossa face original, criada à imagem e semelhança de Deus. O gesto de Jesus que ressuscita Lázaro mostra até onde pode chegar a força da graça de Deus, e portanto até onde pode chegar a nossa conversão, a nossa mudança. E neste ponto o Papa convidou aos presentes a repetirem com ele: “não há nenhum limite para a misericórdia de Deus oferecida a todos!”, tendo concluído dizendo que o Senhor está sempre pronto a levantar a pedra tumbal dos nossos pecados, que nos separa dele, luz dos viventes.
"Sai para fora!" foram, então, as palavras que Jesus empregou para chamar Lázaro. Ora o Santo Padre aconselha-nos a deixarmo-nos agarrar por estas palavras que Jesus hoje repete, também, a cada um de nós. Deixemo-nos, pois, libertar das “faixas” do orgulho. A nossa ressurreição começa aqui: quando decidimos obedecer à ordem de Jesus, vindo à luz , à vida; quando da nossa face caem as máscaras e reavemos a coragem da nossa face original, criada à imagem e semelhança de Deus. O gesto de Jesus que ressuscita Lázaro mostra até onde pode chegar a força da graça de Deus, e portanto até onde pode chegar a nossa conversão, a nossa mudança. E neste ponto o Papa convidou aos presentes a repetirem com ele: “não há nenhum limite para a misericórdia de Deus oferecida a todos!”, tendo concluído dizendo que o Senhor está sempre pronto a levantar a pedra tumbal dos nossos pecados, que nos separa dele, luz dos viventes.
domingo, 30 de março de 2014
EVANGELHO DO IV DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)
Jo 9, 1-41 O Evangelho da cura do cego de nascença proposto pela liturgia deste 4º Domingo da Quaresma fala-nos do drama da “cegueira interior” de quem não reconhece Jesus como Luz do mundo. Isto foi sublinhado pelo Papa, neste domingo, ao comentar o longo capítulo 9 do Evangelho segundo São João, que inicia com um cego que passa a ver e se conclui com gente que presume ver mas que se obstina em permanecer cega na alma. O milagre da cura do cego é contado em dois versículos apenas – fez notar o Papa. O evangelista quer centrar as atenções não tanto na cura em si, mas nas discussões que esta suscita. “No final, o cego curado chega à fé, e esta é a maior graça que lhe é feita por Jesus: não só ver, mas conhecê-Lo a Ele, que é a luz do mundo”.
“Ao mesmo tempo que o cego se aproxima gradualmente da luz, os fariseus, pelo contrário, vão-se afundando cada vez mais na cegueira interior.”“Fechados na sua presunção, crêem ter já a luz; e por isso não se abrem à verdade de Jesus. Fazem tudo para negar a evidência” – fez notar o Papa, que observou ainda que o caminho do cego é um percurso com etapas. É só no final que Jesus volta a dar a vista ao que tinha sido cego e que entretanto tinha sido expulso do Templo. “Jesus encontra-o de novo e abre-lhe os olhos pela segunda vez, revelando-lhe a própria identidade. E então aquele que tinha sido cego exclama ‘Creio, Senhor!’ e prostra-se diante de Jesus”.
“O drama da cegueira interior é um drama de muita gente, inclusivé nosso!...A nossa vida por vezes é semelhante à do cego que se abriu à luz, a Deus e à sua graça. Por vezes, infelizmente, é um pouco como a dos fariseus: do alto do nosso orgulho julgamos os outros, até mesmo o Senhor. Hoje somos convidados a abrir-nos à luz de Cristo, para dar fruto na nossa vida, para eliminar os comportamentos que não são cristãos”.
“Ao mesmo tempo que o cego se aproxima gradualmente da luz, os fariseus, pelo contrário, vão-se afundando cada vez mais na cegueira interior.”“Fechados na sua presunção, crêem ter já a luz; e por isso não se abrem à verdade de Jesus. Fazem tudo para negar a evidência” – fez notar o Papa, que observou ainda que o caminho do cego é um percurso com etapas. É só no final que Jesus volta a dar a vista ao que tinha sido cego e que entretanto tinha sido expulso do Templo. “Jesus encontra-o de novo e abre-lhe os olhos pela segunda vez, revelando-lhe a própria identidade. E então aquele que tinha sido cego exclama ‘Creio, Senhor!’ e prostra-se diante de Jesus”.
“O drama da cegueira interior é um drama de muita gente, inclusivé nosso!...A nossa vida por vezes é semelhante à do cego que se abriu à luz, a Deus e à sua graça. Por vezes, infelizmente, é um pouco como a dos fariseus: do alto do nosso orgulho julgamos os outros, até mesmo o Senhor. Hoje somos convidados a abrir-nos à luz de Cristo, para dar fruto na nossa vida, para eliminar os comportamentos que não são cristãos”.
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
EVANGELHO DO III DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)
Jo 4, 5-42 A propósito do Evangelho deste III domingo da Quaresma, que nos narra o diálogo de Jesus com uma samaritana, o Papa Francisco observou, hoje, que o pedido de Jesus a essa mulher – “Dá-me de beber“, “supera todas as barreiras de hostilidade entre judeus e samaritanos e rompe os esquemas de preconceito em relação às mulheres”. “O simples pedido de Jesus é o início de um diálogo sincero, mediante o qual Ele, com grande delicadeza, entra no mundo interior de uma pessoa à qual, segundo os esquemas sociais, não deveria nem mesmo dirigir uma palavra. Jesus coloca-se no lugar dela, não a julgando, mas fazendo-a sentir-se considerada, reconhecida, e suscitando assim nela o desejo de ir além da rotina quotidiana”. Ao pedir água à Samaritana, Jesus queria “abrir-lhe o coração”, “colocar em evidência a sede que havia nela”. “A sede de Jesus – disse o Papa, não era tanto de água, mas de encontrar uma alma sequiosa”.
“A Quaresma – recordou Francisco - é o tempo oportuno para olharmos para dentro de nós, para fazer emergir as nossas necessidades espirituais mais verdadeiras e pedir a ajuda do Senhor na oração”. E observou, que a exemplo da Samaritana, também nós temos muitas perguntas a serem feitas a Jesus, “mas não encontramos a coragem” para fazê-las.
O Evangelho diz que os discípulos ficaram admirados ao verem o seu Mestre a falar com aquela mulher. Mas, “o Senhor é maior do que os preconceitos. E isto devemos aprender bem” – exortou Francisco -, pois a misericórdia é maior do que os preconceitos”. E o resultado do encontro junto ao poço foi o de uma mulher transformada”:
“Deixou o seu jarro com o qual ia buscar água e correu à cidade para contar a sua experiência extraordinária. ‘Encontrei um homem que me disse todas as coisas que eu fiz. Não será Ele o Messias?" Estava entusiasmada. Foi buscar água no poço, e encontrou uma outra água, a água viva da misericórdia que jorra para a vida eterna. Encontrou a água que sempre procurou! Corre ao vilarejo, aquele vilarejo que a julgava, a condenava e a rejeitava, e anuncia que encontrou o Messias: alguém que mudou a sua vida. De facto, cada encontro com Jesus muda-nos a vida, sempre. É um passo em frente, um passo mais próximo a Deus”.
Ao concluir sua reflexão, o Santo Padre recordou que no Evangelho de hoje “encontramos também nós o estímulo para ‘deixar o nosso jarro’, símbolo de tudo aquilo que aparentemente é importante, mas que perde valor diante do ‘amor de Deus’, e todos temos um, ou mais de um jarro:
“Eu pergunto-vos e também a mim: ‘Qual é o teu jarro interior, aquele que te pesa, aquele que te afasta de Deus? Deixemo-lo um pouco de lado e com o coração escutemos a voz de Jesus que nos oferece uma outra água, uma outra água que nos aproxima do Senhor”.
“Somos chamados a redescobrir a importância e o sentido de nossa vida cristã, iniciada no Batismo – disse o Papa - e, como a Samaritana, “testemunhar a alegria do encontro com Jesus, pois cada encontro com Jesus muda a nossa vida, e enche-nos de alegria, aquela alegria que vem de dentro e que nos leva a contar quantas coisas maravilhosas sabe fazer o Senhor no nosso coração, quando nós temos a coragem de deixar de lado o nosso jarro”.
“A Quaresma – recordou Francisco - é o tempo oportuno para olharmos para dentro de nós, para fazer emergir as nossas necessidades espirituais mais verdadeiras e pedir a ajuda do Senhor na oração”. E observou, que a exemplo da Samaritana, também nós temos muitas perguntas a serem feitas a Jesus, “mas não encontramos a coragem” para fazê-las.
O Evangelho diz que os discípulos ficaram admirados ao verem o seu Mestre a falar com aquela mulher. Mas, “o Senhor é maior do que os preconceitos. E isto devemos aprender bem” – exortou Francisco -, pois a misericórdia é maior do que os preconceitos”. E o resultado do encontro junto ao poço foi o de uma mulher transformada”:
“Deixou o seu jarro com o qual ia buscar água e correu à cidade para contar a sua experiência extraordinária. ‘Encontrei um homem que me disse todas as coisas que eu fiz. Não será Ele o Messias?" Estava entusiasmada. Foi buscar água no poço, e encontrou uma outra água, a água viva da misericórdia que jorra para a vida eterna. Encontrou a água que sempre procurou! Corre ao vilarejo, aquele vilarejo que a julgava, a condenava e a rejeitava, e anuncia que encontrou o Messias: alguém que mudou a sua vida. De facto, cada encontro com Jesus muda-nos a vida, sempre. É um passo em frente, um passo mais próximo a Deus”.
Ao concluir sua reflexão, o Santo Padre recordou que no Evangelho de hoje “encontramos também nós o estímulo para ‘deixar o nosso jarro’, símbolo de tudo aquilo que aparentemente é importante, mas que perde valor diante do ‘amor de Deus’, e todos temos um, ou mais de um jarro:
“Eu pergunto-vos e também a mim: ‘Qual é o teu jarro interior, aquele que te pesa, aquele que te afasta de Deus? Deixemo-lo um pouco de lado e com o coração escutemos a voz de Jesus que nos oferece uma outra água, uma outra água que nos aproxima do Senhor”.
“Somos chamados a redescobrir a importância e o sentido de nossa vida cristã, iniciada no Batismo – disse o Papa - e, como a Samaritana, “testemunhar a alegria do encontro com Jesus, pois cada encontro com Jesus muda a nossa vida, e enche-nos de alegria, aquela alegria que vem de dentro e que nos leva a contar quantas coisas maravilhosas sabe fazer o Senhor no nosso coração, quando nós temos a coragem de deixar de lado o nosso jarro”.
domingo, 16 de março de 2014
EVANGELHO DO II DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)
Mt. 17, 1-9 Hoje o Evangelho fala-nos da Transfiguração de Jesus. Comentando este Evangelho o Santo Padre sublinhou dois elementos, ligados a este episódio evangélico: a subida e a descida. Temos que subir ao monte para estarmos a sós com Jesus, mas depois temos de descer ao vale para encontrar os irmãos em dificuldade e transmitir-lhes o conforto de Deus.
O Papa começou por recordar que “a montanha representa o lugar da proximidade com Deus e do encontro íntimo com Ele, o lugar da oração, para estar na presença do Senhor”. Jesus mostra-se transfigurado, luminoso, e comparecem ao seu lado Moisés e Elias. E é então que “ressoa do alto a voz do Pai, que proclama Jesus seu Filho predilecto, dizendo ‘Escutai-o’.”
“É muito importante este convite do Pai. Nós, discípulos de Jesus, somos chamados a ser pessoas que escutam a sua voz e tomam a sério as suas palavras. Para tal, há que seguir Jesus como faziam as multidões do Evangelho…”
“Jesus – observou o Papa – não tinha uma cátedra ou um púlpito fixos, era um mestre itinerante, que propunha os seus ensinamentos ao longo dos caminhos, percorrendo trajetos nem sempre previsíveis e por vezes árduos”.
Acrescentou depois que, também nós, temos necessidade de ir para um lugar à parte, de subir à montanha a um espaço de silêncio, para nos reencontrarmos a nós próprios e captar melhor a voz do Senhor. Mas não podemos permanecer ali! O encontro com Deus na oração impulsiona-nos novamente a ‘descer da montanha’ regressando à planície, onde encontramos tantos irmãos afligidos por dificuldades, injustiças, pobreza material e espiritual.”
A estes irmãos em dificuldade, somos chamados a levar os frutos da experiência feita com Deus, partilhando os tesouros de graça recebidos. Aceitemos, então, esse chamamento e partilhemos com os irmãos os frutos dessa experiência e as graças recebidas...
O Papa começou por recordar que “a montanha representa o lugar da proximidade com Deus e do encontro íntimo com Ele, o lugar da oração, para estar na presença do Senhor”. Jesus mostra-se transfigurado, luminoso, e comparecem ao seu lado Moisés e Elias. E é então que “ressoa do alto a voz do Pai, que proclama Jesus seu Filho predilecto, dizendo ‘Escutai-o’.”
“É muito importante este convite do Pai. Nós, discípulos de Jesus, somos chamados a ser pessoas que escutam a sua voz e tomam a sério as suas palavras. Para tal, há que seguir Jesus como faziam as multidões do Evangelho…”
“Jesus – observou o Papa – não tinha uma cátedra ou um púlpito fixos, era um mestre itinerante, que propunha os seus ensinamentos ao longo dos caminhos, percorrendo trajetos nem sempre previsíveis e por vezes árduos”.
Acrescentou depois que, também nós, temos necessidade de ir para um lugar à parte, de subir à montanha a um espaço de silêncio, para nos reencontrarmos a nós próprios e captar melhor a voz do Senhor. Mas não podemos permanecer ali! O encontro com Deus na oração impulsiona-nos novamente a ‘descer da montanha’ regressando à planície, onde encontramos tantos irmãos afligidos por dificuldades, injustiças, pobreza material e espiritual.”
A estes irmãos em dificuldade, somos chamados a levar os frutos da experiência feita com Deus, partilhando os tesouros de graça recebidos. Aceitemos, então, esse chamamento e partilhemos com os irmãos os frutos dessa experiência e as graças recebidas...
domingo, 9 de março de 2014
EVANGELHO DO I DOMINGO DA QUARESMA (ANO A)
Mt. 4, 1-11 Relativamente ao Evangelho deste I Domingo da Quaresma disse hoje o Papa Francisco na sua habitual alocução, na Praça de S. Pedro, após a oração do Angelus: "O Evangelho deste I Domingo da Quaresma apresenta a cada ano o episódio das tentações de Jesus, quando o Espírito Santo, que desceu sobre Ele depois do Batismo no Rio Jordão, o impeliu a enfrentar abertamente Satanás no deserto, por quarenta dias, antes de iniciar a sua missão pública", frisou o Pontífice.
"O tentador procurou desviar Jesus do projeto do Pai, ou seja, do caminho do sacrifício, do amor que oferece si mesmo em expiação, para fazê-lo tomar um caminho fácil, de sucesso e poder. O duelo entre Jesus e Satanás realiza-se através de citações das Sagradas Escrituras", disse ainda Francisco que acrescentou: "O diabo para desviar Jesus do caminho da cruz, mostra-lhe as falsas esperanças messiânicas: o bem-estar económico, indicado pela possibilidade de transformar as pedras em pão; o estilo espetacular e mirabolante, com a ideia de jogar-se do ponto mais alto do templo de Jerusalém e ser salvo pelos anjos. Enfim, o caminho curto do poder e do domínio, em troca de um ato de adoração a Satanás."
Jesus rejeita decididamente todas essas tentações e reitera a decidida vontade de seguir o caminho estabelecido pelo Pai, sem nenhum compromisso com o pecado e com a lógica do mundo.
O Santo Padre destacou que "nas suas respostas a Satanás, o Senhor nos recorda primeiramente que «não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus»". "E isto nos fortalece, nos sustenta na luta contra a mentalidade mundana que abaixa o homem ao nível das necessidades primárias, fazendo-lhe perder a fome do que é verdadeiro, bom e belo; a fome de Deus e seu amor. Jesus recorda por outro lado o que também está escrito: « não tentarás o Senhor teu Deus », porque o caminho da fé passa também através da escuridão, da dúvida e se alimenta de paciência e espera perseverante. Recorda, enfim, o que está escrito: «Só ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele prestarás culto», ou seja, devemos desfazer-nos de ídolos, de coisas vãs, e construir a nossa vida sobre o essencial".
"Estas palavras de Jesus são confirmadas através de suas ações. A sua absoluta fidelidade ao projeto de amor do Pai o conduzirá depois de cerca de três anos ao confronto final com o «príncipe deste mundo», na hora da paixão e da cruz, e Jesus resgatará a sua vitória definitiva, a vitória do amor."
O Papa Francisco disse ainda aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro "que o tempo da Quaresma é ocasião propícia para todos nós realizarmos um caminho de conversão, confrontando-nos sinceramente com esta página do Evangelho. Renovemos a promessa de nosso Batismo, renunciando a Satanás e a todas as suas obras e seduções para caminhar nas sendas de Deus e chegar à Páscoa na alegria do Espírito".
"O tentador procurou desviar Jesus do projeto do Pai, ou seja, do caminho do sacrifício, do amor que oferece si mesmo em expiação, para fazê-lo tomar um caminho fácil, de sucesso e poder. O duelo entre Jesus e Satanás realiza-se através de citações das Sagradas Escrituras", disse ainda Francisco que acrescentou: "O diabo para desviar Jesus do caminho da cruz, mostra-lhe as falsas esperanças messiânicas: o bem-estar económico, indicado pela possibilidade de transformar as pedras em pão; o estilo espetacular e mirabolante, com a ideia de jogar-se do ponto mais alto do templo de Jerusalém e ser salvo pelos anjos. Enfim, o caminho curto do poder e do domínio, em troca de um ato de adoração a Satanás."
Jesus rejeita decididamente todas essas tentações e reitera a decidida vontade de seguir o caminho estabelecido pelo Pai, sem nenhum compromisso com o pecado e com a lógica do mundo.
O Santo Padre destacou que "nas suas respostas a Satanás, o Senhor nos recorda primeiramente que «não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus»". "E isto nos fortalece, nos sustenta na luta contra a mentalidade mundana que abaixa o homem ao nível das necessidades primárias, fazendo-lhe perder a fome do que é verdadeiro, bom e belo; a fome de Deus e seu amor. Jesus recorda por outro lado o que também está escrito: « não tentarás o Senhor teu Deus », porque o caminho da fé passa também através da escuridão, da dúvida e se alimenta de paciência e espera perseverante. Recorda, enfim, o que está escrito: «Só ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele prestarás culto», ou seja, devemos desfazer-nos de ídolos, de coisas vãs, e construir a nossa vida sobre o essencial".
"Estas palavras de Jesus são confirmadas através de suas ações. A sua absoluta fidelidade ao projeto de amor do Pai o conduzirá depois de cerca de três anos ao confronto final com o «príncipe deste mundo», na hora da paixão e da cruz, e Jesus resgatará a sua vitória definitiva, a vitória do amor."
O Papa Francisco disse ainda aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro "que o tempo da Quaresma é ocasião propícia para todos nós realizarmos um caminho de conversão, confrontando-nos sinceramente com esta página do Evangelho. Renovemos a promessa de nosso Batismo, renunciando a Satanás e a todas as suas obras e seduções para caminhar nas sendas de Deus e chegar à Páscoa na alegria do Espírito".
domingo, 2 de março de 2014
EVANGELHO DO VIII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)
Mt 6, 24-34 Na alocução antes do Angelus, o Papa Francisco comentou como sempre o Evangelho deste domingo, que – observou – evoca “uma das verdades mais reconfortantes: a Providência divina”, em termos que, porém, podem aparecer ilusórios a quem vive em situação de precariedade, se não mesmo de miséria. Mas são palavras bem atuais, as de Jesus, que recordam que não se pode servir a dois senhores: a Deus e à riqueza.
“Enquanto cada um cuidar de acumular para si, nunca haverá justiça. Se, pelo contrário, confiando na providência de Deus, procurarmos conjuntamente o seu Reino, então não faltará a ninguém o necessário para viver de modo digno”.
“Um coração ocupado pela avidez de possuir é um coração vazio de Deus” – advertiu o Papa. “Num coração possuído pelas riquezas, não há muito lugar para a fé”. Só dando a Deus o lugar que lhe compete, o primeiro lugar, é que somos levados pelo amor a partilhar os bens com quem precisa, ao serviço de projectos de solidariedade e de desenvolvimento.
“O caminho indicado por Jesus pode parecer pouco realista, em relação à mentalidade comum e aos problemas da crise económica, mas, pensando bem, conduz-nos à justa escala de valores. Diz Jesus “A vida não vale mais do que o alimento, mais do que a roupa?” Para fazer com que a ninguém falte pão, água, roupa, casa, trabalho, saúde, é preciso que todos nos reconheçamos filhos do Pai que está nos céus, e portanto irmãos entre nós, e nos comportemos em conformidade”.
“Enquanto cada um cuidar de acumular para si, nunca haverá justiça. Se, pelo contrário, confiando na providência de Deus, procurarmos conjuntamente o seu Reino, então não faltará a ninguém o necessário para viver de modo digno”.
“Um coração ocupado pela avidez de possuir é um coração vazio de Deus” – advertiu o Papa. “Num coração possuído pelas riquezas, não há muito lugar para a fé”. Só dando a Deus o lugar que lhe compete, o primeiro lugar, é que somos levados pelo amor a partilhar os bens com quem precisa, ao serviço de projectos de solidariedade e de desenvolvimento.
“O caminho indicado por Jesus pode parecer pouco realista, em relação à mentalidade comum e aos problemas da crise económica, mas, pensando bem, conduz-nos à justa escala de valores. Diz Jesus “A vida não vale mais do que o alimento, mais do que a roupa?” Para fazer com que a ninguém falte pão, água, roupa, casa, trabalho, saúde, é preciso que todos nos reconheçamos filhos do Pai que está nos céus, e portanto irmãos entre nós, e nos comportemos em conformidade”.
Seguindo, então, as palavras do Senhor no Evangelho de hoje procuremos alcançar o Reino de Deus e a Sua justiça abdicando do supérfluo e imitando-o na simplicidade.
Que o Senhor nos ajude a tudo fazer para sermos merecedores de entrar na Jerusalém Celeste!
domingo, 23 de fevereiro de 2014
EVANGELHO DO VII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)
Mt. 5, 38-48 No Evangelho deste VII domingo do tempo comum Jesus fala-nos da santidade e explica a nova lei – a sua. O Papa Francisco disse, hoje, a propósito, na homilia da Santa Missa com os novos Cardeais, que Jesus o faz através de algumas antíteses entre a justiça imperfeita dos escribas e fariseus e a justiça superior do Reino de Deus. A primeira antítese do texto de hoje, referiu o Santo Padre, tem a ver com a vingança. «Ouvistes que foi dito aos antigos: “Olho por olho e dente por dente”. Pois Eu digo-vos: (...) se alguém te bater na face direita, apresenta-lhe também a outra» (Mt 5, 38-39). Não só não devemos restituir ao outro o mal que nos fez, sublinhou o Sumo Pontífice, mas havemos também de esforçar-nos por fazer o bem magnanimamente. A segunda antítese refere-se aos inimigos: «Ouvistes que foi dito: “Hás-de amar o teu próximo e odiar o teu inimigo”. Pois Eu digo-vos: Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem» (5, 43-44). A quem quer segui-Lo, disse o Santo Padre, Jesus pede para amar a pessoa que não o merece, sem retribuição, a fim de preencher as lacunas de amor que há nos corações, nas relações humanas, nas famílias, nas comunidades, no mundo. Segundo o Papa Francisco, Jesus não veio para nos ensinar as boas maneiras, as cortesias; para isso, não era preciso que descesse do Céu e morresse na cruz. Cristo veio para nos salvar, para nos mostrar o caminho, o único caminho de saída das areias movediças do pecado, e este caminho é a misericórdia. Ser santo, referiu igualmente o Santo Padre, não é um luxo, é necessário para a salvação do mundo. E - acrescentou - que imitar a santidade e a perfeição de Deus pode parecer uma meta inatingível; contudo, a primeira Leitura e o Evangelho sugerem os exemplos concretos para que o comportamento de Deus se torne a regra do nosso agir. Lembremo-nos, porém, como recordou também Sua Santidade, de que o nosso esforço, sem o Espírito Santo, seria vão! Na opinião do Santo Padre a santidade cristã não é, primariamente, obra nossa, mas fruto da docilidade – deliberada e cultivada – ao Espírito do Deus três vezes Santo. O Levítico diz: «Não odieis um irmão vosso no íntimo do coração (...). Não vos vingueis; não guardeis rancor (...). Amai o vosso próximo» (19, 17-18). Estas atitudes - concluiu o Papa Francisco - nascem da santidade de Deus. E referiu ainda que nós somos tão diferentes, tão egoístas e orgulhosos e, no entanto, a bondade e a beleza de Deus atraem-nos, e o Espírito Santo pode purificar-nos, pode transformar-nos, pode moldar-nos dia após dia.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
EVANGELHO DO VI DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)
Mt 5, 17-37 A liturgia deste VI domingo do Tempo Comum gira à volta dos mandamentos e do seu cumprimento ou não cumprimento. Deus criou-nos livres, respeita a nossa liberdade e portanto ser fiel aos mandamentos depende da nossa vontade. A felicidade que os mandamentos nos ajudam a alcançar é, portanto, uma opção nossa. Quanto ao Evangelho, própriamente dito, parte do “sermão da montanha”, tendo como tema “a atitude de Jesus em relação à Lei judaica”. Ele próprio declara que não veio abolir a Lei e os Profetas, mas sim levá-los ao seu pleno cumprimento”.“Jesus não dá importância apenas à observância disciplinar, à conduta exterior; vai à raiz da Lei, insiste sobretudo na intenção, no coração”: observou o Papa Francisco, neste domingo ao meio-dia, comentando esta passagem – antes da recitação do Angelus. E acrescentou: “Jesus não quer cancelar os mandamentos que o Senhor deu por meio de Moisés, mas quer levá-los à sua plenitude (…) este cumprimento da Lei exige uma justiça superior, uma observância mais autêntica.” Mas que significa este “pleno cumprimento” da Lei – interrogou-se o Papa, fazendo notar que “Jesus era prático. Falava sempre com exemplos para fazer-se compreender”. E um dos exemplos propostos por Jesus, neste Evangelho, é o quinto mandamento – “Não matar!”. Diz o Papa que, relativamente a este mandamento, “Jesus recorda-nos que também as palavras podem matar! Portanto, não só há que não atentar à vida do próximo, mas é preciso também não derramar sobre ele o veneno da ira nem atingi-lo com a calúnia”.
O Papa pediu igualmente que não se fale mal dos outros. "Estou convencido - disse - de que se uma pessoa decide deixar de dizer mal dos outros, tornar-se-á santo. Queremos ser santos? – interpelou o Papa, dirigindo-se à multidão de largos milhares de pessoas, concentradas na praça de São Pedro. Então “nada de murmurações!”
Disse ainda: “O amor ao próximo é uma atitude tão fundamental que Jesus chega a afirmar que a nossa relação com Deus não pode ser sincera se não quisermos fazer as pazes com o próximo”.
Somos, pois, chamados a reconciliarmo-nos com os nossos irmãos antes de manifestar a nossa devoção ao Senhor por meio da oração. “Daqui se percebe que Jesus não dá simplesmente importância à observância disciplinar e à conduta exterior. Vai à raiz da Lei, insistindo na intenção e portanto no coração do homem, de onde provêm as nossas acções boas ou más”.
Para obter comportamentos bons e honestos – insistiu o Papa – não bastam as normas jurídicas; são precisas motivações profundas, expressão da Sapiência de Deus, que pode ser acolhida graças ao Espírito Santo. “É à luz deste ensinamento de Cristo – concluiu o Papa – que cada um dos preceitos revela o seu pleno significado como exigência de amor; todos eles convergem no maior dos mandamentos: ama a Deus com todo o coração e ama o próximo como a ti mesmo”.
O Papa pediu igualmente que não se fale mal dos outros. "Estou convencido - disse - de que se uma pessoa decide deixar de dizer mal dos outros, tornar-se-á santo. Queremos ser santos? – interpelou o Papa, dirigindo-se à multidão de largos milhares de pessoas, concentradas na praça de São Pedro. Então “nada de murmurações!”
Disse ainda: “O amor ao próximo é uma atitude tão fundamental que Jesus chega a afirmar que a nossa relação com Deus não pode ser sincera se não quisermos fazer as pazes com o próximo”.
Somos, pois, chamados a reconciliarmo-nos com os nossos irmãos antes de manifestar a nossa devoção ao Senhor por meio da oração. “Daqui se percebe que Jesus não dá simplesmente importância à observância disciplinar e à conduta exterior. Vai à raiz da Lei, insistindo na intenção e portanto no coração do homem, de onde provêm as nossas acções boas ou más”.
Para obter comportamentos bons e honestos – insistiu o Papa – não bastam as normas jurídicas; são precisas motivações profundas, expressão da Sapiência de Deus, que pode ser acolhida graças ao Espírito Santo. “É à luz deste ensinamento de Cristo – concluiu o Papa – que cada um dos preceitos revela o seu pleno significado como exigência de amor; todos eles convergem no maior dos mandamentos: ama a Deus com todo o coração e ama o próximo como a ti mesmo”.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Setúbal: Bispo lembrou ao Governo necessidade de «gerir o bem comum»
No dia do seu Jubileu Episcopal, D. Gilberto lembrou ao Governo necessidade de «gerir o bem comum», na homilia da Eucaristia de acção de graças, que teve lugar na Sé, pelas 18h30.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
EVANGELHO DO V DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)
Mt 5, 13-16 No Evangelho deste domingo, Jesus pede aos discípulos para serem ‘Sal da terra e luz do mundo”. Sobre este pedido que Jesus nos faz também a nós, hoje, disse o Santo Padre na sua habitual reflexão dominical: “Todos nós batizados somos discípulos missionários e somos chamados a nos tornar no mundo um Evangelho vivo”. Disse ainda: “Com uma vida santa, daremos sabor aos diversos ambientes e os defenderemos da corrupção, como faz o sal; e levaremos a luz de Cristo com o testemunho de uma caridade autêntica. Mas se nós cristãos perdemos o sabor, apagamos a nossa presença de sal e luz, perdemos a eficácia. Mas, que bonita é esta missão que temos”. E falando de improviso, continuou: “É também muito bonito conservar a luz que recebemos de Jesus. Guardá-la. Conservá-la. O cristão deveria ser uma pessoa luminosa, que traz a luz, que sempre dá luz. Uma luz que não é sua, mas é um presente de Deus, o presente de Jesus. E nós levamos em frente esta luz. Se o cristão apaga esta luz, a sua vida não tem sentido: é um cristão somente de nome, que não leva a luz e a sua vida não tem sentido”.
Neste ponto, o Papa Francisco dirigiu-se aos milhares de fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro e perguntou reiteradamente se queriam ser uma lâmpada acesa ou apagada: “Como é que vocês querem viver? Como uma lâmpada acesa ou como uma lâmpada apagada? Acesa ou apagada?" e concluiu: “É justamente Deus que nos dá esta luz para a podermos dar aos outros. Lâmpada acesa. Esta é a vocação cristã”, afirmou.
Neste ponto, o Papa Francisco dirigiu-se aos milhares de fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro e perguntou reiteradamente se queriam ser uma lâmpada acesa ou apagada: “Como é que vocês querem viver? Como uma lâmpada acesa ou como uma lâmpada apagada? Acesa ou apagada?" e concluiu: “É justamente Deus que nos dá esta luz para a podermos dar aos outros. Lâmpada acesa. Esta é a vocação cristã”, afirmou.
Que a nossa luz brilhe, então, transformando a nossa vida num ato de louvor permanente ao Senhor.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
EVANGELHO DA FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR
Lc. 2, 22-40 A Igreja celebra neste domingo a Festa da Apresentação de Jesus no Templo. O Evangelho de hoje relata que quarenta dias depois do nascimento de Jesus, e em obediência à lei de Moisés, Maria e José levam o menino ao templo para oferecê-lo e consagrá-lo a Deus. "Este episódio do Evangelho é um ícone da doação daqueles que, por um dom de Deus, adquirem os traços típicos de Jesus casto, pobre e obediente, o Consagrado do Pai", frisou, neste dia, o Santo Padre que acrescentou: "Esta oferta de si a Deus cabe a todo cristão, porque todos nós somos consagrados a Ele mediante o Batismo. Somos todos chamados a nos oferecer ao Pai com Jesus e como Jesus, fazendo de nossa vida uma generosa doação na família, no trabalho, no serviço à Igreja e nas obras de misericórdia."
Mas na sua homilia, o Sumo Pontífice sublinhou, igualmente, que "a Festa da Apresentação de Jesus no Templo é chamada também 'a festa do encontro': o encontro entre Jesus e o seu povo; quando Maria e José levaram o seu filho ao Templo de Jerusalém, realizou-se o primeiro encontro entre Jesus e o seu povo, representado pelos dois anciãos, Simeão e Ana". E sublinhou o Papa, a propósito: "Aquele foi também um encontro dentro da história do povo, um encontro entre os jovens e os idosos: os jovens eram Maria e José com o seu recém-nascido e os anciãos eram Simeão e Ana, dois personagens que sempre frequentavam o Templo". Sobre os anciãos, São Lucas diz que eram guiados pelo Espírito Santo. Então, à luz desta passagem e segundo o Santo Padre, podemos ainda olhar "para vida consagrada como um encontro com Cristo, pois Ele vem até nós, trazido por Maria e José, e nós vamos em direção a Ele, guiados pelo Espírito Santo. Mas no centro está Ele. Ele move tudo, Ele nos atrai ao Templo, à Igreja, onde podemos encontrá-lo, reconhecê-lo, acolhê-lo e abraçá-lo". Ele é a luz que veio para se revelar às nações, como anuncia Simeão.
"Que a graça deste mistério, o mistério do encontro, nos ilumine e nos conforte em nosso caminho", como concluiu hoje o Papa Francisco, na sua homilia.
"Que a graça deste mistério, o mistério do encontro, nos ilumine e nos conforte em nosso caminho", como concluiu hoje o Papa Francisco, na sua homilia.
domingo, 26 de janeiro de 2014
EVANGELHO DO III DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)
Mt. 4, 12-23 Hoje, o Evangelho, conta-nos que Jesus, depois da prisão de João Baptista, deixa Nazaré (a terra onde viveu durante sensivelmente 30 anos) e inicia a sua vida pública nas cidades e nos vilarejos da Galileia. Tal como o Papa Francisco disse hoje na sua habitual alocução dominical: "A sua missão não parte de Jerusalém, ou seja, do centro religioso, social e político, mas de uma região periférica, desprezada pelos judeus mais ortodoxos, devido à presença naquela região de diversas populações estrangeiras, indicada por Isaías como «Galileia dos gentios» (Is 8,23). Era uma terra de fronteira, uma região de trânsito onde se encontravam pessoas de diferentes raças, culturas e religiões. Por isso, se tornou um lugar simbólico para a abertura do Evangelho a todos os povos".
Deste ponto de vista, disse o Papa, a Galileia parece-se com o mundo de hoje. Também nós somos imergidos a cada dia numa “Galileia dos gentios”, e neste tipo de contexto podemos assustar-nos e ceder à tentação de construir recintos para estar mais seguros, mais protegidos. Mas Jesus ensina-nos que a Boa Nova não é reservada a uma parte da humanidade, deve ser comunicada a todos.
Partindo da Galileia, prosseguiu o Pontífice, Jesus ensina-nos, também, que ninguém está excluído da salvação de Deus, ou melhor, que Deus prefere partir da periferia, dos últimos, para alcançar a todos. A missão não começa somente de um lugar descentralizado, mas também de homens “mais simples”. Para escolher os seus primeiros discípulos e futuros apóstolos, Jesus não se dirigiu às escolas dos escribas e dos doutores da Lei, mas às pessoas humildes e simples, como os pescadores que, ao ouvirem o seu chamamento - "Vinde e segui-me e farei de vós pescadores de homens" - o seguem imediatamente. E o Santo Padre, a propósito disto, terminou com um apelo que é também para nós: "Queridos amigos e amigas, o Senhor chama também hoje! Passa pelas ruas da nossa vida quotidiana; chama-nos a ir com Ele, a trabalhar com Ele pelo Reino de Deus, nas “Galileias” do nosso tempo. E se algum de vocês ouvir o Senhor que diz “siga-me”, seja corajoso, vá com o Senhor. Ele jamais decepciona. Sintam no coração se os chama. Deixemo-nos alcançar pelo seu olhar, pela sua voz, e sigamo-Lo, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique sem a sua luz".
Deste ponto de vista, disse o Papa, a Galileia parece-se com o mundo de hoje. Também nós somos imergidos a cada dia numa “Galileia dos gentios”, e neste tipo de contexto podemos assustar-nos e ceder à tentação de construir recintos para estar mais seguros, mais protegidos. Mas Jesus ensina-nos que a Boa Nova não é reservada a uma parte da humanidade, deve ser comunicada a todos.
Partindo da Galileia, prosseguiu o Pontífice, Jesus ensina-nos, também, que ninguém está excluído da salvação de Deus, ou melhor, que Deus prefere partir da periferia, dos últimos, para alcançar a todos. A missão não começa somente de um lugar descentralizado, mas também de homens “mais simples”. Para escolher os seus primeiros discípulos e futuros apóstolos, Jesus não se dirigiu às escolas dos escribas e dos doutores da Lei, mas às pessoas humildes e simples, como os pescadores que, ao ouvirem o seu chamamento - "Vinde e segui-me e farei de vós pescadores de homens" - o seguem imediatamente. E o Santo Padre, a propósito disto, terminou com um apelo que é também para nós: "Queridos amigos e amigas, o Senhor chama também hoje! Passa pelas ruas da nossa vida quotidiana; chama-nos a ir com Ele, a trabalhar com Ele pelo Reino de Deus, nas “Galileias” do nosso tempo. E se algum de vocês ouvir o Senhor que diz “siga-me”, seja corajoso, vá com o Senhor. Ele jamais decepciona. Sintam no coração se os chama. Deixemo-nos alcançar pelo seu olhar, pela sua voz, e sigamo-Lo, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique sem a sua luz".
domingo, 19 de janeiro de 2014
EVANGELHO DO II DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)
Jo. 1, 29-34 "Eis o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo": é assim que João Batista reconhece Jesus que aparece na multidão às margens do rio Jordão. O encontro narrado no Evangelho deste domingo nos faz entender – observou hoje o Papa Francisco – que "Jesus veio ao mundo com uma missão precisa: libertá-lo da escravidão do pecado, assumindo sobre Si as culpas da humanidade"."De que modo? Amando. Não há outro modo para vencer o mal e o pecado a não ser com o amor que impele à doação da própria vida em favor dos outros."- acrescentou o Santo Padre. Ele vem, portanto, para fazer a vontade do Pai.
Mas João Baptista no Evangelho deste domingo dá um outro testemunho de Jesus. Ele dá testemunho "de que Ele é o Filho de Deus". Efectivamente foi para isso que João veio: "Ele veio como testemunha para dar testemunho da Luz (Jesus) e todos crerem por meio dele" (Jo. 1, 7-8).
O convite que nos é feito, então, nesta passagem por João Baptista é o de seguir Jesus, "o Filho de Deus", o "Cordeiro de Deus". E isso significa, como disse, hoje, o Papa Francisco:
1º "colocar a inocência no lugar da malícia, o amor no lugar da força, a humildade no lugar da soberba, o serviço no lugar do prestígio",
2º "não viver como uma 'cidadela cercada', mas como uma cidade situada no monte, aberta, acolhedora, solidária"
3º "não assumir atitudes de fechamento, mas propor o Evangelho a todos, testemunhando com a nossa vida que seguir Jesus nos torna mais livres e mais alegres."
PEREGRINAÇÃO À POLÓNIA
Inscreva-se na Peregrinação da Paróquia à Polónia, de 4 a 11 de Agosto, para visitar a terra do Beato João Paulo II.
domingo, 12 de janeiro de 2014
EVANGELHO DA FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR (ANO A)
Mt. 3, 13-17 Hoje a Igreja celebra a FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR - acontecimento que marca o início da vida pública de Jesus. Confundindo-se com os pecadores do seu tempo, Jesus submete-se - num gesto de humildade e, como Ele próprio diz, para que se cumpra toda a justiça - ao Baptismo não sacramental, mas de penitência, de João Baptista.
E quando Jesus recebeu o baptismo de penitência das mãos de João Baptista, solidarizando-se com o povo penitente, Deus fez ouvir a sua voz, do céu: “Este é o meu Filho, muito amado!”. Os céus abrem-se, portanto, e faz-se ouvir a voz do Pai. Os céus abrem-se para Ele e para nós. Dizia hoje o Papa Francisco, ao comentar o Evangelho deste dia, que com o nascimento de Jesus, os céus abrem-se para nós. Disse ele: "Se os céus permanecem cerrados, o nosso horizonte nesta vida terrena é obscuro, sem esperança. Mas celebrando o Natal, a fé deu-nos mais uma vez a certeza de que os céus se abriram com a vinda de Jesus (...) A manifestação do Filho de Deus sobre a terra marca o início do grande tempo de misericórdia, pois antes o pecado tinha fechado os céus, elevando como que uma barreira entre o ser humano e o seu Criador. (...) Com o nascimento de Jesus, abrem-se os céus! Deus dá-nos a certeza de um amor indestrutível. Desde que o Verbo se fez carne, é possível ver os céus abertos. Foi possível para os pastores de Belém, para os Magos do Oriente, para João Baptista, para os Apóstolos (...) E é possível também para cada um de nós, se nos deixarmos invadir pelo amor de Deus, que nos foi dado pela primeira vez no Baptismo, por meio do Espírito Santo".
O Baptismo de Jesus recorda-nos, assim, o nosso próprio Baptismo, pelo qual renascemos para uma vida nova e para, tal como Jesus, também nós, sermos, no mundo, suas testemunhas.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
EVANGELHO DA SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR (ANO A)
Mt. 2, 1-12 Hoje a Igreja celebra a solenidade da Epifania, «manifestação» de Cristo a todos os povos, representados pelos Magos vindos do Oriente, guiados por uma estrela. Depois de se ter manifestado, primeiramente, aos pastores, Jesus manifesta-se também a uns "sábios do Oriente", ou seja, aos gentios, aos pagãos. E manifesta-se também a estes, porque Ele veio para salvar TODOS os homens.
"Esta festividade ajuda-nos, pois, a penetrar o profundo sentido da missão universal da Igreja, que se pode compreender como um movimento de irradiação: o irradiar- se da luz de Cristo, reflectida no rosto do seu Corpo místico. E dado que esta luz é luz de amor, verdade e beleza, não se impõe com a força, mas ilumina as mentes e atrai os corações". (João Paulo II - Angelus - 06-I-1997)
O Papa Francisco na sua Encíclica «Lumen fidei /A Luz da fé», §35 (trad. © Libreria Editrice Vaticana) diz também a propósito que "A luz da fé em Jesus ilumina o caminho de todos aqueles que procuram a Deus e oferece a contribuição própria do cristianismo para o diálogo com os seguidores das diferentes religiões. […] Imagem desta busca são os Magos, guiados pela estrela até Belém (Mt 2,1ss). A luz de Deus mostrou-se-lhes como caminho, como estrela que os guia ao longo duma estrada a descobrir. Deste modo, a estrela fala da paciência de Deus com os nossos olhos, que têm de se habituar ao seu fulgor. Encontrando-se a caminho, o homem religioso deve estar pronto a deixar-se guiar, a sair de si mesmo para encontrar o Deus que não cessa de nos surpreender. Este respeito de Deus pelos olhos do homem mostra-nos que, quando o homem se aproxima dele, a luz humana não se dissolve na imensidão luminosa de Deus, como se fosse um estrela absorvida pela aurora, mas torna-se tanto mais brilhante quanto mais perto fica do fogo gerador, como um espelho que reflecte o resplendor".
Façamos, então, como nos narra o Evangelho de hoje e sigamos a Estrela de Jesus (a sua luz) todos os momentos das nossas vidas.
Senhor, que a Tua Estrela (a tua luz) ilumine os nossos corações para assim Te adorarmos, glorificarmos e darmos bom testemunho de Ti!
Senhor, que a Tua Estrela (a tua luz) ilumine os nossos corações para assim Te adorarmos, glorificarmos e darmos bom testemunho de Ti!
sábado, 4 de janeiro de 2014
PARÓQUIA DE S. FRANCISCO XAVIER DE CAPARICA ADQUIRIU IMAGEM DA SAGRADA FAMÍLIA
No passado domingo em que se celebrou a Festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José realizou-se, antes da celebração eucarística das 11h30, e pela segunda vez consecutiva, a Procissão da Sagrada Família. Desta vez a Procissão contou já, para o efeito, com uma imagem condigna da "Sagrada Família" adquirida com a ajuda da comunidade caboverdiana.
Depois da Procissão e da Celebração Eucarística a imagem ocupou na Igreja o lugar que lhe foi destinado e onde pode ser apreciada por todos.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
SOLENIDADE DE SANTA MARIA MÃE DE DEUS: O nosso caminho de fé é ligado ao de Maria, "Mãe de Deus"...
O nosso caminho de fé é ligado ao de Maria, "Mãe de Deus"... (Papa Francisco)
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz 2014
Mensagem para o dia 1 de Janeiro de 2014
MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA A CELEBRAÇÃO DO
XLVII DIA MUNDIAL DA PAZ
assim começa:
1. Nesta minha primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz, desejo formular a todos, indivíduos e povos, votos duma vida repleta de alegria e esperança. Com efeito, no coração de cada homem e mulher, habita o anseio duma vida plena que contém uma aspiração irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em quem não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.
assim termina:
Que Maria, a Mãe de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do coração do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que vive nesta nossa amada terra.
MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA A CELEBRAÇÃO DO
XLVII DIA MUNDIAL DA PAZ
FRATERNIDADE, FUNDAMENTO E CAMINHO PARA A PAZ
assim começa:
1. Nesta minha primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz, desejo formular a todos, indivíduos e povos, votos duma vida repleta de alegria e esperança. Com efeito, no coração de cada homem e mulher, habita o anseio duma vida plena que contém uma aspiração irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em quem não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.
assim termina:
Que Maria, a Mãe de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do coração do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que vive nesta nossa amada terra.
domingo, 29 de dezembro de 2013
EVANGELHO DA FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ (ANO A)
Mt. 2, 13-15. 19-23 Hoje celebra-se a Festa da SAGRADA FAMÍLIA de Jesus, Maria e José. O Evangelho fala-nos da fuga da Sagrada Família de Belém para o Egipto devido às ameaças de Herodes.
Como afirmou hoje o Santo Padre, este Evangelho mostra-nos como José, Maria e Jesus experimentam as condições dramáticas dos refugiados, marcadas por medo, incerteza e dificuldades e fez notar que Jesus quis pertencer a uma família humana que passou por várias dificuldades, para tornar claro que Deus está lá onde a pessoa humana enfrenta perigos, lá onde o homem sofre, onde tem de fugir, onde experimenta a recusa e o abandono; mas está também lá onde a pessoa humana sonha, espera regressar à Pátria em liberdade, projecta e opta pela vida, pela própria dignidade e pela dos seus familiares.
Na oração do Angelus deste dia o Papa referiu-se, ainda, à simplicidade de vida da Família de Nazaré, exemplo para as famílias de hoje, ajudando-as a tornarem-se comunidades de amor e de reconciliação, em que se experimenta a ternura, a ajuda e o perdão recíprocos. Mas convidou-as também a tomar consciência da importância que têm na Igreja e na sociedade, especialmente no anuncio do Evangelho que da família passa aos diversos âmbitos da vida quotidiana.
Confiemos, pois, as nossas famílias à Santa Família de Nazaré para que, imitando as suas virtudes, também as nossas famílias se tornem verdadeiras comunidades de amor, união e paz, empenhadas no anúncio do Evangelho...
Como afirmou hoje o Santo Padre, este Evangelho mostra-nos como José, Maria e Jesus experimentam as condições dramáticas dos refugiados, marcadas por medo, incerteza e dificuldades e fez notar que Jesus quis pertencer a uma família humana que passou por várias dificuldades, para tornar claro que Deus está lá onde a pessoa humana enfrenta perigos, lá onde o homem sofre, onde tem de fugir, onde experimenta a recusa e o abandono; mas está também lá onde a pessoa humana sonha, espera regressar à Pátria em liberdade, projecta e opta pela vida, pela própria dignidade e pela dos seus familiares.
Na oração do Angelus deste dia o Papa referiu-se, ainda, à simplicidade de vida da Família de Nazaré, exemplo para as famílias de hoje, ajudando-as a tornarem-se comunidades de amor e de reconciliação, em que se experimenta a ternura, a ajuda e o perdão recíprocos. Mas convidou-as também a tomar consciência da importância que têm na Igreja e na sociedade, especialmente no anuncio do Evangelho que da família passa aos diversos âmbitos da vida quotidiana.
Confiemos, pois, as nossas famílias à Santa Família de Nazaré para que, imitando as suas virtudes, também as nossas famílias se tornem verdadeiras comunidades de amor, união e paz, empenhadas no anúncio do Evangelho...
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
EVANGELHO DO IV DOMINGO DO ADVENTO (ANO A)
Neste IV, e último, domingo do Advento o Evangelho fala-nos de José - das dúvidas de José quando se apercebe que Maria, sua noiva, está grávida. Essas dúvidas, porém, dissipam-se e José acaba por fazer o que o Senhor lhe ordena, quando um Anjo lhe aparece em sonhos e lhe diz que o que em Maria se gerou é fruto do Espírito Santo e que tudo tinha acontecido para se cumprir o que havia sido anunciado por meio do Profeta que diz: "A Virgem conceberá e dará à luz um Filho, que será chamado "Emanuel", que quer dizer "Deus connosco". Por causa dessa sua atitude o Papa Francisco apresentou-o, hoje, na sua catequese dominical como um exemplo de “homem bom” que “não odiava e que não deixou que o rancor lhe envenenasse a alma”. Francisco recordou que, segundo os relatos evangélicos, José ficou “desconcertado” ao ter conhecimento da gravidez de Maria, antes do seu casamento, e que mesmo nessa situação “procurou fazer a vontade de Deus, pronto para a renúncia mais radical”, num “drama interior”. Diante da decisão de “renunciar à coisa mais preciosa, à pessoa mais amada”, José descobre um caminho diferente, “de amor e de felicidade”. “Este Evangelho mostra-nos toda a grandeza de alma de São José. Ele seguia um bom projeto de vida, mas Deus reservava-lhe um outro desígnio, uma missão maior”, precisou Francisco. São José, acrescentou, soube ouvir as “mensagens que lhe chegavam do fundo do coração e do alto”, sem deixar que “o rancor lhe envenenasse a alma”. “Assim tornou-se mais livre e maior”, declarou, e descobriu-se “para lá de si mesmo”. “Disponhamo-nos então a celebrar o Natal, contemplando Maria e José: Maria, a mulher cheia de graça, que teve a coragem de se confiar totalmente à Palavra de Deus; José, o homem fiel e justo, que preferiu acreditar no Senhor em vez de ouvir as vozes da dúvida e do orgulho humano”, concluiu.sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Centro Juvenil dos Três Vales
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| Centro Social Paroquial de Cristo Rei |
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Projeto CLDS+ do Centro Social Paroquial de Cristo Rei
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Contrato Local de Desenvolvimento Social+TECE - Transformar e E nvolver para Capacitar e Empreender
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
EVANGELHO DO III DOMINGO DO ADVENTO (ANO A)
Mt. 11, 2-11 No Evangelho deste 3º Domingo do Advento, João Baptista ao ouvir falar, na prisão, das obras de Cristo manda-lhe dizer pelos discípulos se Ele é Aquele que há-de vir ou se devem esperar outro. Jesus responde-lhes: "Ide contar a João o que vedes e ouvis: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a boa nova é anunciada aos pobres.", aludindo áquilo que todos os profetas, e particularmente Isaías, anunciaram relativamente ao Messias que havia de vir. Ele viria para abrir os olhos dos cegos, desimpedir os ouvidos dos surdos, soltar as línguas dos mudos... Na sua profecia, Isaías refere mesmo que o próprio Deus vem para fazer reinar o prazer e o contentamento e acabar com a dor e o sofrimento. Ele vem para nos salvar e a sua salvação está próxima. E isto é motivo de alegria. Isto é um convite à ALEGRIA e ao entusiasmo. O Papa Francisco na oração do Angelus, desta manhã, disse mesmo: "A Igreja não é um refúgio para pessoas tristes, a Igreja é a casa da alegria!". "Mas a alegria do Evangelho – esclareceu o Pontífice – não é uma alegria qualquer. Encontra a sua razão no saber-se acolhidos e amados por Deus", que "vem salvar-nos, e presta socorro especialmente aos que têm o coração desanimado". Sintamo-nos, pois, acolhidos e amados por Deus e alegremo-nos. O próprio Deus vem salvar-nos.segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
EVANGELHO DA SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA
Lc. 1, 26-38 Hoje, a Igreja celebra a Festa/Solenidade da IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA, Padroeira de Portugal e Moçambique.
O Evangelho desta solenidade diz-nos que o anjo Gabriel foi enviado por Deus a Nazaré, a anunciar a Maria que ela conceberia e daria à luz o Filho do Altíssimo e que Maria apesar de não saber como seria isso pois não conhecia homem, acredita no que lhe é dito da parte de Deus e diz: "Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra." Isto significa que Maria imaculada (isenta de todo o pecado desde a sua concepção) eleita livre e amorosamente por Deus, para Mãe do Salvador, também ela, livre e amorosamente, aceitou essa eleição, dizendo-lhe a única palavra, que Ele tem direito a ouvir de nós: Sim.
Como disse, hoje, o Papa no Angelus: “Olhemos para ela e deixemo-nos guiar por ela, aprendamos a ser mais humildes e também mais corajosos no seguimento da Palavra de Deus, para acolher o abraço terno do seu filho Jesus, um abraço que nos dá vida, esperança e paz.” e não esqueçamos, nunca, que Deus a destinou a ser para todos nós, advogada da graça e modelo de santidade.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
EVANGELHO DO I DOMINGO DO ADVENTO (ANO A)
Mt 24, 37-44 Entrámos no tempo do ADVENTO. Sobre este tempo de preparação para a celebração do nascimento de Cristo, disse hoje, no Angelus, o Papa Francisco: “O tempo do Advento, que começamos hoje mais uma vez, devolve-nos o horizonte da esperança, uma esperança que não falha porque está fundada na Palavra de Deus”E a Palavra de Deus neste I Domingo do Advento faz apelo à VIGILÂNCIA. Diz Jesus no Evangelho: "(...), vigiai, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor" e ainda "(...), estai vós também preparados, porque na hora em que menos pensais, virá o Filho do homem". Não sabemos, de facto, em que dia virá o Senhor, daí a necessidade de vigiarmos para estarmos preparados. O cristão não deve instalar-se no comodismo, na passividade, no desleixo, na rotina; mas deve caminhar, sempre atento e sempre vigilante, preparado para acolher o Senhor que vem e para responder aos seus desafios. Aquele que está vigilante, desperto, atento à vontade de Deus está pronto a acolher Jesus. Está preparado para o receber no seu coração. Vigiemos, pois, e esperemos a vinda do Senhor. Façamos da nossa espera um hino de alegria pelo mundo que há-de vir.
Anunciamos a Vossa morte, proclamamos a Vossa Ressurreição, vinde Senhor Jesus!
domingo, 24 de novembro de 2013
Este fim de semana a imagem de S. Francisco Xavier ocupou o seu lugar na Igreja de S. Francisco Xavier de Caparica
A imagem do nosso PADROEIRO já ocupou o seu lugar na Igreja de S. Francisco Xavier de Caparica nas Eucaristias deste fim de semana- para alegria de todos os paroquianos. A novena em honra deste santo começa hoje e prolonga-se até 3 de Dezembro - dia de S. Francisco Xavier.
EVANGELHO DO XXXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 23, 35-43 Hoje a Igreja celebra a Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo. Porém, o Evangelho deste XXXIV e último domingo do Tempo Comum apresenta-nos Jesus crucificado, a ser escarnecido e insultado pelos chefes dos judeus e pelos soldados. Apesar da inscrição por cima d' Ele que dizia: "Este é o Rei dos Judeus" os judeus não o reconhecem como tal. No meio de muita troça e zombaria há, todavia, alguém que reconhece a sua inocência e pede a Jesus que se lembre dele quando vier com a sua realeza. É um dos dois malfeitores crucificados com Ele. Imediatamente Jesus lhe promete o Paraíso. Promete-lhe o seu Reino, que não é deste mundo e é Reino de verdade e de vida, de paz, verdade e amor e que também nos aguarda a todos nós.
Em suma, esta é, portanto, a festa de um Rei diferente de todos os outros reis porque este rei, ao contrário dos reis deste mundo, não veio para ser servido mas para servir e dar a vida por cada um de nós, preferindo salvar os outros (aqueles que o escarnecem e insultam) do que a si mesmo.
Louvor e glória a Vós, Senhor Jesus, Rei do Universo e da Eterna Glória!
domingo, 17 de novembro de 2013
Celebração da entrega da Bíblia
Cerca de 40 crianças e adolescentes que frequentam a Catequese receberam a Bíblia na Eucaristia deste domingo 17 de novembro de 2013 às 11h30
"Aceitamos com muita alegria a Bíblia Sagrada, que nos fala de Jesus e da Sua mensagem.
Queremos conhecer melhor Jesus porque O queremos amar cada vez mais e fazer o que Ele nos ensina."
EVANGELHO DO XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 21, 5-19 No evangelho deste XXXIII e penúltimo domingo do tempo comum, Jesus fala de guerras, revoltas, terramotos, fomes e epidemias que parecem anunciar o fim, mas que não nos devem alarmar. Fala, também, das perseguições e das dificuldades que esperam os que põem a sua vida ao serviço do Senhor mas que serão ocasião de dar testemunho. Jesus promete mesmo não faltar e estar do lado dos que, por causa da sua fé, sofrem essas perseguições e vivem em constante sobressalto. O Papa Francisco disse, também, a propósito, no Angelus desta manhã, que "as adversidades que encontramos, por causa da nossa fé e da nossa adesão ao Evangelho, são (realmente) ocasiões de testemunho e que elas não nos devem afastar do Senhor, pelo contrário, devem levar-nos a abandonarmo-nos ainda mais em suas mãos, no poder do seu Espírito e na sua graça." Este evangelho encerra, então, um convite à perseverança - a mantermo-nos firmes na fé, mesmo no meio das adversidades - pois é pela nossa perseverança, diz Jesus, que salvaremos as nossas almas.sábado, 16 de novembro de 2013
Paróquia de S. Francisco Xavier de Caparica já tem imagem do seu Padroeiro
Hoje (16/11) a Paróquia de Paio Pires ofereceu à de S. Francisco Xavier de Caparica uma imagem do seu Padroeiro. Esta doação aconteceu numa cerimónia que decorreu pelas 11h na Igreja de Paio Pires, logo após uma homenagem feita ao anterior Pároco, o Padre Duarte (jesuíta), que levou para lá a imagem e que foi pároco daquela Paróquia durante 30 anos.

A ideia de oferecer a imagem à Paróquia de S. Francisco Xavier partiu do actual Pároco, o P. Sérgio, que tendo sido, até há pouco tempo, pároco da Trafaria, sabia da necessidade e da vontade que a Paróquia de S. Francisco Xavier de Caparica tinha, de uma imagem do seu Padroeiro e que por falta de dinheiro ainda não tinha conseguido adquirir. Foi um bonito gesto de partilha testemunhado por paroquianos das duas Paróquias e que contou com a presença dos sacerdotes de ambas as Paróquias e do Provincial da Província Portuguesa da Companhia de Jesus: o P. Alberto Brito.
No fim da cerimónia foram assinados os autos da doação, por cada um dos padres presentes para selar este acto de entrega.
domingo, 10 de novembro de 2013
EVANGELHO DO XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 20, 27-38 No Evangelho deste XXXII domingo do tempo comum, Jesus afirma peremptóriamente, perante os saduceus - que negam a ressurreição - e que lhe tentam armar uma cilada, que Deus não quer que o homem morra. Deus quer, sim, que o homem viva. Ele é um DEUS DE VIVOS. Jesus afirma-o, nesta passagem, e em outras. Recordemos, por ex., aquela em que Ele diz: "Eu vim para que tenham vida e vida em abundância" e ainda uma outra: "Eu sou a Ressurreição e a vida". A ressurreição para uma vida nova e plena é o que nos espera depois da morte. O Papa Francisco disse-o, hoje, claramente, na oração do Angelus. Disse ele: “Se olharmos só com um olhar humano, somos levados a dizer que o caminho do homem vai da vida à morte. Jesus sacode esta perspetiva e afirma que a nossa peregrinação vai da morte à vida, à vida plena.”E mais... Nesta passagem do Evangelho, Jesus dá, ainda, a entender que, nessa vida, as leis que vigoram são outras. Não há maridos, nem mulheres, não há viuvas, nem viúvos, não há pais, nem filhos... Na vida eterna, com Deus e em Deus, seremos como anjos. De facto, no Céu o que há são Filhos de Deus...
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