sábado, 6 de setembro de 2014

MUDANÇA DE PÁROCO

No sábado dia 6 de setembro o Senhor Bispo de Setúbal presidiu à Eucaristia onde deu posse ao 2º Pároco desta quasi Paróquia de São Francisco Xavier de Caparica, Padre Hermínio Vitorino entregando-lhe as chaves da Paróquia.

O 1º Pároco Padre José Pires Lopes Nunes leu o decreto do D. Gilberto e a ata que foi assinada pelos sacerdotes presentes e no final pelas pessoas que quiseram.



O Padre José Pires Lopes Nunes que iniciou esta Paróquia a 15 de outubro de 2006  recebeu nova missão por parte da Companhia de Jesus e toma posse como Pároco da Paróquia de Charneca de Caparica no dia 7 de setembro na Eucaristia das 11h., substituindo o anterior Pároco, Padre Honório, falecido na semana passada.



 
Antes do terminar a Eucaristia o Padre José Pires dirigiu uma Palavra á assembleia estimulando-a a continuar a seguir Jesus e a sentir-sempre a Sua companhia.
Segui-se um convívio de boas vindas ao novo Pároco e de muita gratidão ao Padre José Pires por tanto bem que fez a favor deste povo, pela sua continua presença amiga e atenta  a cada grupo e a cada pessoa procurando sempre ajudar e  levar para Jesus a todos. 
Por isso um bem haja por todo o seu amor a Deus e a todos!

domingo, 31 de agosto de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XXII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


 
Mt. 16, 21-27 Jesus, em nome de Deus, quer cumprir o desígnio da sua vida, da sua entrega e caminhar até Jerusalém. E isto pede também aos seus discípulos: segui-l'O e que tomem a iniciativa da sua própria vida (o texto diz, com razão, "a sua cruz". Não é a cruz de Jesus que é preciso levar, mas a nossa própria cruz. Jesus está decidido a levar a "cruz" do Reino de Deus como causa libertadora para o mundo. Pedro, e todos nós, estamos convidados a assumir " a nossa cruz" neste processo de identificação com a vida e a causa de Jesus. A repreensão a Pedro, como se as suas afirmações fossem de Satanás, são explicitadas na expressão dialéctica "as coisas de Deus versus as coisas dos homens" (tà toû allà tà tôn anthôpôn). Porque Pedro, ao recusar a "paixão" de quem considerava o Messias, estava a mostrar os mesmos interesses nacionalistas da religiosidade judaica de então (são estas as ideias dos homens). A cruz de Jesus era cumprir a vontade de Deus; no texto com todas as consequências, (estas são as coisas de Deus). É indiscutível, no texto, a identificação entre cruz e vida pessoal. A cruz é sinal da ignomínia e da crueldade dos homens. Mas, do ponto de vista de "martírio", de radicalidade e de consequência de vida, a cruz é sinal da liberdade suprema. Foi assim para Jesus na sua causa de Deus e do seu Reino e é-o para o cristão na sua opção evangélica e consequências de vida. Muitas vezes, a nossa vida é, sem dúvida, uma cruz. Mas temos de garantir com firmeza que a vida cristã não consiste em sermos chamados a "sacrificar-nos", tal como é normalmente entendido, mas a sermos felizes na nossa própria vida que é um dom de Deus e, como tal, há que aceitá-la. E se nesta vida nem tudo o que reluz é ouro, também temos de amá-la e transformá-la com decisão profética. Não basta afirmar que o discípulo é chamado a sacrificar-se e a martirizar-se como ideal supremo, porque nem Jesus desejou e procurou a morte que Lhe deram na cruz, mas que Lhe aconteceu como consequência de uma vida radicalmente de amor e de entrega aos outros. Pois assim devem ser os discípulos. O ideal supremo é amar a vida como dom de Deus e levá-la à plenitude. Mas, pelo meio, "está sempre Satanás" (expressão mítica, sem dúvida), que nos afasta do dom da vida verdadeira.
 
Fr. Miguel de Burgos Núñez, OP
Leitor e doutor em teologia. Licenciado em Sagrada Escritura

domingo, 24 de agosto de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


Mt 16, 13-20 Na sua habitual alocução no Angelus, o Papa Francisco comentou o Evangelho deste domingo (Mateus 16), em que Simão, em nome dos Doze, professa a sua fé em Jesus como “o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Considerando-o “feliz” por esta sua fé, reconhecendo nela um dom do Pai, Jesus atribui-lhe um novo nome – Pedro (Kefa), Rocha. Palavra que a Bíblia referia a Deus. Jesus aplica-a a Simão, não pelas suas qualidades ou méritos humanos, mas sim pela sua fé genuína e firme, que lhe vem do alto. Jesus – observou o Papa – sente uma grande alegria, porque reconhece em Simão a mão do Pai, a ação do Espírito Santo.
Reconhece que Deus Pai deu a Simão uma fé fiável, sobre a qual Ele, Jesus, poderá construir a sua Igreja, isto é, a sua comunidade.
Para iniciar a sua Igreja, Jesus tem necessidade de encontrar nos discípulos uma fé sólida, fiável.
“O Senhor tem em mente a imagem da construção, a imagem da comunidade como um edifício. É por isso que, quando sente a profissão de fé nítida de Simão, o chama rocha, e exprime a intenção de construir a Igreja sobre esta fé”:.
O que aconteceu de modo único em São Pedro, acontece também em cada cristão que matura uma fé sincera em Jesus o Cristo, o Filho do Deus vivo.
O Evangelho de hoje interpela também cada um de nós.
Se o Senhor encontrar no nosso coração uma fé – não digo perfeita, mas sincera, genuína, então Ele vê também em nós pedras vivas com as quais construir a sua comunidade.
A pedra fundamental desta comunidade é Cristo, pedra angular e única.
Pela sua parte, Pedro é pedra, enquanto fundamento visível da unidade da Igreja – observou ainda o Papa, sublinhando que “cada baptizado está chamado a oferecer a Jesus a própria fé, pobre mas sincera, para que Ele possa continuar a construir a sua Igreja, hoje, em cada parte do mundo.

domingo, 17 de agosto de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XX DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)

 
Santo Hilário (c. 315-367), bispo de Poitiers, doutor da Igreja
Comentário ao evangelho de Mt.15, 21-28 onde uma mulher cananeia se aproxima de Jesus e começa a gritar: "Senhor, Filho de David, tem compaixão de mim. Minha filha está cruelmente atormentada por um demónio". A este respeito diz Santo Hilário:

Esta cananeia pagã deixou de ter, pessoalmente, necessidade de ser curada, uma vez que reconheceu Cristo como Senhor e Filho de David, mas pede auxílio para a sua filha, isto é, para a multidão pagã prisioneira de espíritos impuros. O Senhor cala-Se, reservando com o Seu silêncio o privilégio de salvar Israel. [...] Trazendo em Si o mistério da vontade do Pai, responde que não foi enviado senão às ovelhas perdidas de Israel, para que ficasse claro que a filha da cananeia é um símbolo da Igreja. [...] Não é que a salvação não pudesse ser dada também aos pagãos, mas o Senhor tinha vindo «para os Seus e ao mundo que era Seu» (Jo 1,11), e esperava os primeiros indícios da fé deste povo de onde Ele próprio era originário, devendo os outros ser seguidamente salvos pela pregação dos apóstolos. [...]

E, para que compreendêssemos que o silêncio do Senhor provém da consideração do tempo e não de um obstáculo colocado pela Sua vontade, acrescenta: «Mulher, grande é a tua fé!» Queria dizer que esta mulher, já certa da sua salvação, tinha fé – melhor ainda – na reunião dos pagãos no tempo que se aproxima, em que, pela sua fé, eles serão libertados de todo o tipo de espíritos impuros tal como a jovem o foi. E isso confirma-se: com efeito, após a prefiguração do povo dos pagãos na filha da cananeia, homens prisioneiros de diversos tipos de doenças são apresentados ao Senhor na montanha pelas multidões (Mt 15,30). São homens incréus, isto é, doentes, que são levados pelos crentes a adorar e a prostrar-se, e a quem é dada a salvação, para estudarem, louvarem e seguirem a Deus.

domingo, 10 de agosto de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XIX DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


Mt. 14, 22-33 Na personagem de Pedro, com os seus ímpetos e suas debilidades, está descrita a nossa fé: sempre frágil e pobre, inquieta e contudo vitoriosa, a fé do cristão caminha ao encontro do Senhor ressuscitado, no meio das tempestades e perigos do mundo - disse o Santo Padre.

O Papa sublinhou a importância da cena final: quando Jesus sobe para a barca onde se encontram os discípulos, irmanados pela experiência da fraqueza, da dúvida, do medo, da “pouca fé”, tudo muda: o vento cessa, a tempestade desaparece. E então todos se sentem unidos, na fé, a Jesus. E adoram Jesus…

Esta é uma imagem eficaz da Igreja: uma barca que tem que enfrentar as tempestades e que por vezes parece estar para ser arrastada pelas ondas. Aquilo que a salva, não são as qualidades e coragem dos seus homens, mas sim a fé, que permite caminhar mesmo no meio das dificuldades. É a fé que nos dá a certeza da presença de Jesus ao nosso lado.

Papa Francisco - Excertos do Ângelus de 10.08.2014

domingo, 27 de julho de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


Mt 13, 44-52 “Assim é o Reino de Deus: quem o encontra não tem dúvidas, sente que é aquilo que buscava, que esperava e que responde às suas aspirações mais autênticas. E é realmente assim: quem conhece Jesus, quem o encontra pessoalmente, permanece fascinado, atraído por tanta bondade, tanta verdade, tanta beleza, e tudo numa grande humildade e simplicidade.

Pensemos em São Francisco de Assis: ele já era um cristão, mas um cristão ‘água de rosa’. Quando leu o Evangelho, num momento decisivo de sua juventude, encontrou Jesus e descobriu o Reino de Deus e então todos os seus sonhos de glória terrena desapareceram. O Evangelho te faz conhecer Jesus verdadeiro, o Jesus vivo; fala-te ao coração e transforma a tua vida. E então sim, deixas tudo. Tu podes mudar efetivamente o tipo de vida, ou continuar a fazer aquilo que fazias antes, mas tu és outra pessoa, renasceste: encontraste aquilo que dá um sentido, sabor, luz a tudo, mesmo aos cansaços, aos sofrimentos, à morte. Tudo adquire um sentido quando encontras este tesouro, que Jesus chama ‘o Reino de Deus’, isto é Deus que reina na tua vida, na nossa vida.

O cristão não pode ter a sua fé escondida, porque ela transparece em cada palavra, em cada gesto, mesmo nos mais simples e quotidianos: transparece o amor que Deus nos deu mediante Jesus”.

Papa Francisco - Excertos da alocução antes do Ângelus de 27.07.2014

domingo, 20 de julho de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XVI DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)

 
 
Mt 13, 24-30 "Deus sabe esperar: Sabemos que o demónio é um espalhador de joio: sempre em busca de dividir as pessoas, as famílias, as Nações e os povos. Os trabalhadores queriam logo arrancar o erva daninha, mas o patrão os impediu com a seguinte motivação: 'Não. Pode acontecer que, arrancando o joio, vocês arranquem também o trigo'. Sabemos que o joio quando cresce, se parece muito com a boa semente e existe o perigo de confundi-las.

"O ensinamento da parábola é dúplice. Primeiramente, diz que o mal existente no mundo não vem de Deus, mas de seu inimigo, o maligno. Ele vai à noite semear o joio, na escuridão, na confusão, onde não há luz. Este inimigo é astuto: semeou o mal em meio ao bem, tornando impossível aos homens separá-los claramente; mas Deus, pode fazê-lo".

"Nós às vezes, temos muita pressa em julgar, classificar, colocar os bons de um lado e os maus do outro. Lembrem-se da oração do homem soberbo: Deus, eu te agradeço porque sou bom e não sou como aquele que é mal. Deus, ao invés, sabe esperar. Ele olha no campo da vida de cada pessoa com paciência e misericórdia. Vê muito melhor do que nós a sujeira e o mal, mas vê também os germes do bem e espera com confiança que amadureçam. Deus é paciente, sabe esperar. O nosso Deus é um Pai paciente que sempre nos espera e nos espera para nos acolher e nos perdoar."

Papa Francisco, excerto alocução antes do Ângelus de 20.07.2014

 

domingo, 13 de julho de 2014

CELEBRAÇÃO DO SACRAMENTO DO CRISMA COM A PRESENÇA DO NOSSO BISPO (as fotos)

Esteve, hoje, na nossa Paróquia o Sr. Bispo para ministrar o Sacramento do Crisma a 47 crismandos.
D. Gilberto Canavarro dos Reis, a propósito do evangelho deste domingo, convidou todos a serem semeadores da Palavra e da fé, neste mundo que anda tão sedento de Deus.

 
 

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XV DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


Mt 13, 1-23 A propósito do evangelho deste XV domingo do tempo comum (Ano A) diz S. João Maria Vianney (1786-1859), presbítero, cura d' Ars, nos seus "Sermões":

"Se me interrogais acerca do que Jesus Cristo quis dizer com este semeador que saiu de madrugada para ir espalhar a semente no seu campo, meus irmãos, o semeador é o próprio Deus, que começou a trabalhar pela nossa salvação desde o início do mundo, enviando-nos os Seus profetas antes da vinda do Messias, para nos ensinar o que era necessário para sermos salvos; e não Se contentou em enviar os Seus servos, veio Ele mesmo traçar-nos o caminho que devemos tomar, veio anunciar-nos a palavra santa.

Sabeis o que é uma pessoa que não se alimenta desta palavra santa ou a recebe sem a devida reverência? É semelhante a um paciente sem médico, a um viajante perdido e sem guia, a um pobre sem recursos; digamos melhor, meus irmãos, que é completamente impossível amar a Deus e agradar-Lhe sem ser alimentado por esta palavra divina. O que é que nos pode levar a unirmo-nos a Ele, a não ser conhecê-Lo? E quem nos dá a conhecê-Lo com todas as Suas perfeições, as Suas belezas e o Seu amor por nós, se não a palavra de Deus, que nos ensina tudo o que Ele fez por nós e os bens que nos prepara na outra vida, se procurarmos agradar-Lhe?"

domingo, 6 de julho de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DO XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)



Mt 11, 25-30 "Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e eu vos darei descanso". O Senhor tem diante dos olhos as pessoas que encontra todos os dias, pessoas simples, pobres, doentes, pecadores, marginalizados.
Estas pessoas sempre foram atrás d'Ele para ouvir a sua palavra – uma palavra que dava esperança! As palavras de Jesus sempre dão esperança! – e também para tocar mesmo que somente a orla de sua veste. Jesus mesmo buscava essas multidões enfraquecidas como ovelhas sem pastor (cfr Mt 9,35-36): assim diz Ele, e as buscava para anunciar-lhes o Reino de Deus e para curar muitos no corpo e no espírito. Chama todos a si: «Vinde a mim», e lhes promete alívio e restabelecimento.

Papa Francisco - Excerto Ângelus 06-07-2014

 

domingo, 29 de junho de 2014

PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA (AS FOTOS)

A Paróquia foi hoje em peregrinação a Fátima para rezar e louvar a Mãe do Céu. Este ano a Paróquia levou 7 autocarros. De manhã, pelas 11h, participámos na Missa no recinto e à tarde fizémos a Via Sacra nos Valinhos, fomos à Loca do Anjo e às casas dos pastorinhos.



 
 
Antes do regresso participámos na Procissão Eucarística no recinto.
 
 

REFLEXÃO SOBRE A SOLENIDADE DE S. PEDRO E S. PAULO APÓSTOLOS

 
Hoje celebramos a festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo.
"São Pedro e São Paulo, tão diferentes um do outro no plano humano, foram escolhidos pessoalmente pelo Senhor Jesus e responderam ao chamamento, oferecendo toda a sua vida. Em ambos a graça de Cristo realizou grandes coisas, transformou-os: Simão havia negado Jesus no momento dramático da paixão; Saulo havia perseguido duramente os cristãos. Mas ambos acolheram o amor de Deus e se deixaram transformar pela Sua misericórdia; assim se tornaram amigos e apóstolos de Cristo. Por isso, eles continuam a falar à Igreja e ainda hoje nos mostram o caminho da salvação.

Nós, também, se por acaso caíssemos nos pecados mais graves e na noite mais escura, Deus transformar-nos-ía, como transformou Pedro e Paulo; transformaria o nosso coração e nos perdoaria de tudo, transformando assim a nossa escuridão do pecado em um amanhecer de luz. Deus é assim: ele nos transforma e nos perdoa sempre, como fez com Pedro e, como fez com Paulo."

Papa Francisco - Ângelus de 29.06.2014

segunda-feira, 23 de junho de 2014

FESTA DA PARÓQUIA

 No sábado 21 de junho depois de uma tarde de jogos para as crianças da catequese e escuteiros 
 iniciou-se a Procissão com o andor de S. Francisco Xavier que saiu pela 1ª vez
 A Eucaristia foi celebrada ao ar livre no pátio e houve algumas promessas de escuteiros
 Houve angariação de fundos para os escuteiros junto á sede
 Seguiu-se um jantar partilhado com comidas dos vários países da nossa comunidade 
  o convívio continuou animado pelo grupo de jovens com Karaoke, desfile de moda, dança e bailarico!

domingo, 22 de junho de 2014

REFLEXÃO SOBRE A SOLENIDADE DO SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO

 
A Igreja coloca a festa da Eucaristia na semana seguinte ao domingo da Trindade. Tem tudo a ver. A coerência da liturgia corresponde à coerência da fé.

Se Deus é amor, se Ele assim se revelou no seu mistério da Trindade, que é a comunhão divina no seu amor, este amor foi manifestado para nós pela maneira como Cristo nos amou. E diz o Evangelho que ele nos amou até o fim! Deu por inteiro a sua vida por amor.

“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos”, disse Jesus. Disse e fez. Deu por inteiro sua vida. E tornou perene este seu gesto de amor, colocando-o como sua memória para ser celebrada para sempre.

Isto é a Eucaristia. Ela recolhe o amor de Cristo, que continua dando a sua vida por nós e para nós. Também nisto se mostra a coerência do mistério de Deus. Deus é amor. Tendo assumido um corpo humano, o Filho de Deus fez do seu corpo uma expressão de amor. E, para mostrar que queria partilhar connosco o seu amor, fez do seu corpo alimento para nossas vidas, à semelhança de pão para comer e de vinho para beber. Sob estas aparências, a fé diz-nos que é o próprio Cristo que continua dando o seu corpo e o seu sangue por amor a nós, como garantia de salvação para todos.

A coerência de amor divino convida-nos à coerência de nossa fé. No pão consagrado e no cálice abençoado reconhecemos a presença viva do próprio Senhor, que nos envolve em seu amor e nos fortalece em sua comunhão.

A Eucaristia é o grande sinal do amor de Deus, que Cristo nos testemunhou e nos comunica por seu Santíssimo Sacramento.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

domingo, 15 de junho de 2014

A FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE

 
A Festa da Santíssima Trindade lembra-nos que o nosso Deus não é um ser isolado. Nele existem três Pessoas – Pai, Filho e Espírito Santo. São Pessoas em relação, uma relação de amor. Cada uma delas é Deus, mas há um só Deus. É assim que o catecismo define o nosso Deus. Trata-se de um mistério que a nossa mente limitada não consegue abarcar, mas admitimos porque nos foi revelado.
O Livro do Génesis diz-nos que fomos criados à imagem de Deus, isto é, seres em relação. Assim, quando um casal procura viver bem a sua relação de amor, está a ser para aqueles que o vêem viver uma imagem viva e verdadeira de Deus. Obrigado a todos os casais que nos ajudam a perceber melhor quem é Deus – um ser em relação, uma relação de amor.
O mesmo se aplica a uma comunidade, um grupo, que procura viver bem a sua relação.
 
P. Horácio Noronha (Paróquia de Cristo Rei - Pragal) - Facebook 14.06.2014
 
Uma pessoa que ama os outros pela própria alegria de amar é um reflexo da Trindade.Uma família em que os membros se amam e se ajudam mutuamente é um reflexo da Trindade. Uma paróquia em que as pessoas se querem bem e partilham os bens espirituais e materiais é um reflexo da Trindade.
 E o amor verdadeiro não tem limites, mas sabe limitar-se, para ir ao encontro do outro, para respeitar a liberdade do outro, e este amor da Trindade habita na Eucaristia.

Papa Francisco - Ângelus 15.06.2014

terça-feira, 10 de junho de 2014

Festa da Paróquia

                                                                                             
Festa da Paróquia 
de São Francisco Xavier de Caparica

21 de junho de 2014


10.00h—Futebol (Organizado pelos caminheiros)
15.00h—Jogos Infantis
17.00h—Lanche

17.45h—Procissão
18.00h—Missa ao ar livre, com Promessas - Escuteiros
19.30h— Jantar Partilhado  (traz a tua especialidade para   partilhar)

       
Escuteiros—Angariação de Fundos
(caracóis, bifanas, sopa, sangria, etc…)


Vamos ter animação à noite:
Karaoke, Teatro, Desfile Moda, Dança e Bailarico


“Para unir é preciso amar, para amar é preciso conhecer,
para conhecer é preciso ir ao encontro do outro.”




domingo, 8 de junho de 2014

Spe Deus: Alocução do Santo Padre na Invocação pela Paz nos jardins do Vaticano

Spe Deus: Alocução do Santo Padre na Invocação pela Paz nos ...: Senhores Presidentes, Com grande alegria vos saúdo e desejo oferecer, a vós e às ilustres Delegações que vos acompanham, a mesma rece...

A FESTA DO PENTECOSTES

 
No Regina Coeli deste domingo, o Papa Francisco falou sobre a festa de Pentecostes, celebrada pela Igreja hoje. Disse o Papa Francisco que a festa de Pentecostes comemora a efusão do Espírito Santo sobre os apóstolos reunidos no Cenáculo. O livro dos Atos dos Apóstolos descreve os sinais e os frutos daquela extraordinária efusão: o vento forte e as chamas de fogo; o medo desaparece e dá lugar à coragem; as línguas se soltam e todos entendem o anúncio. Onde chega o Espírito de Deus, tudo renasce e se transfigura. O evento de Pentecostes marca o nascimento da Igreja e a sua manifestação pública; e nos surpreendem dois aspectos: é uma Igreja que surpreende e desordena.
Segundo o Sumo Pontífice um elemento fundamental do Pentecostes é a surpresa: "O nosso Deus é o Deus das surpresas, sabemos disso. Ninguém esperava mais nada dos discípulos: depois da morte de Jesus, eram um grupo insignificante, derrotados, órfãos de seu Mestre. Em vez disso, verifica-se um evento inesperado que desperta admiração: as pessoas ficam perturbadas porque cada um ouvia os discípulos falarem em sua própria língua, contando as grandes obras de Deus (cfr At 2,6-7.11). A Igreja que nasce em Pentecostes é uma comunidade que causa admiração porque, com a força que vem de Deus, anuncia uma mensagem nova – a Ressurreição de Cristo – com uma linguagem nova – aquela universal do amor. Um anúncio novo: Cristo está vivo, ressuscitou; uma linguagem nova: a linguagem do amor. Os discípulos são revestidos de poder do alto e falam com coragem – poucos minutos antes estavam todos covardes, mas agora falam com coragem e franqueza, com a liberdade do Espírito Santo."
"Assim - disse o Santo Padre - é chamada a ser sempre a Igreja: capaz de surpreender anunciando a todos que Jesus Cristo venceu a morte, que os braços de Deus estão sempre abertos, que sua paciência está sempre ali nos esperando para nos curar, para nos perdoar. Justamente para esta missão Jesus ressuscitado doou o seu Espírito à Igreja."
"Atenção - acrescentou ainda o Papa Francisco - se a Igreja está viva, deve sempre surpreender. É próprio da Igreja viva, surpreender. Uma Igreja que não tem a capacidade de surpreender é uma Igreja fraca, doente, moribunda e precisa ser internada na unidade de terapia intensiva, o quanto antes!"
Alguém, em Jerusalém, teria preferido que os discípulos de Jesus, bloqueados pelo medo, permanecessem fechados em casa para não criar desordem. Também hoje tantos querem isso dos cristãos. Em vez disso, o Senhor ressuscitado leva-os ao mundo: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio” (Jo 20, 21). A Igreja de Pentecostes é uma Igreja que não se resigna em ser inócua, “destilada”. Não, não se resigna a isto! Não quer ser um elemento decorativo. É uma Igreja que não hesita em ir para fora, ao encontro do povo, para anunciar a mensagem que lhe foi confiada, mesmo se aquela mensagem perturba ou inquieta as consciências, mesmo se aquela mensagem leva, talvez, problemas e também, às vezes, nos leva ao martírio. Essa nasce una e universal, com uma identidade precisa, mas aberta, uma Igreja que abraça o mundo, mas não o captura; deixa-o livre, mas o abraça como a colunata desta Praça: dois braços que se abrem para acolher, mas não se fecham para segurar. "Nós cristãos - sublinhou o Sumo Pontífice - somos livres e a Igreja nos quer livres!"
Finalmente, o Santo Padre pediu: "Dirijamo-nos à Virgem Maria, que naquela manhã de Pentecostes estava no Cenáculo - a Mãe estava com os filhos. Nela a força do Espírito Santo realizou realmente “coisas grandes” (Lc 1, 49). Ela mesma o havia dito. Ela, Mãe do Redentor e Mãe da Igreja, obtenha com a sua intercessão uma renovada efusão do Espírito de Deus sobre a Igreja e sobre o mundo."
 

domingo, 1 de junho de 2014

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DA SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (ANO A)


Mt 28, 16-20 Neste primeiro Domingo de Junho celebra-se a solenidade da Ascensão do Senhor. O Papa Francisco, na sua habitual reflexão antes da oração mariana do Regina Coeli, recordou o episódio da separação final de Jesus dos seus discípulos e do mundo, narrado nos Actos dos Apóstolos, enquanto que o evangelho de Mateus fala de mandato – um convite aos discípulos para ir, partir para anunciar a todos os povos a sua mensagem de salvação. Portanto, “ir”, ou melhor “partir”, é a palavra-chave da festa de hoje – disse o Papa: "Jesus parte, sobe ao Céu, ou seja, retorna ao Pai, por quem havia sido enviado ao mundo. Mas não se trata de uma separação, porque Ele permanece connosco para sempre, sob uma forma nova. Com a sua ascensão, o Senhor ressuscitado atrai o olhar dos Apóstolos - e também o nosso - para as alturas do céu para nos mostrar que a meta do nosso caminho é o Pai". E o Papa Francisco prosseguiu dizendo que Jesus continua presente e activo nos assuntos da história humana com o poder e os dons do seu Espírito, e que está ao lado de cada um de nós: "Mesmo que não o vejamos com os nossos olhos, Ele está lá! Nos acompanha, nos guia, nos leva pela mão e nos levanta quando caímos. Jesus ressuscitado está próximo dos cristãos perseguidos e discriminados; está perto de todo homem e mulher que sofre. Está perto de cada um de nós, está aqui na Praça. O Senhor está connosco.” E o Papa acrescentou ainda que, quando regressa ao céu Jesus leva ao Pai o presente das suas chagas, assim quando o Pai olha para as chagas de Jesus se torna mais misericordioso e nos perdoa a todos. Mas Jesus também está presente através da Igreja, que Ele enviou para prolongar a sua missão, sublinhou ainda o Papa Francisco, recordando que a última palavra de Jesus aos seus discípulos é o comando para partir: "Ide, portanto, fazei discípulos todas as nações" -um mandato claro, não facultativo, insistiu o Papa: "A comunidade cristã é uma comunidade "de saída", "pronta a partir". Vós me direis: mas e as comunidades de clausura!? Sim, também elas, porque estão sempre "de saída" com a oração, com o coração aberto ao mundo, aos horizontes de Deus. E os idosos, os doentes!? Também eles, através da oração e a união às chagas de Jesus.”Aos seus discípulos missionários, Jesus diz: "Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo" observou o Papa, pois sozinhos, sem Jesus, nada podemos fazer: "Na obra apostólica não bastam as nossas forças, os nossos recursos, as nossas estruturas, mesmo que sejam necessárias. Sem a presença do Senhor e a força do seu Espírito, o nosso trabalho ainda que bem organizado, é ineficaz".

domingo, 25 de maio de 2014

PROFISSÃO DE FÉ

 Na Eucaristia das 11h30 no domingo dia 25 de maio, 17 adolescentes que frequentam a catequese fizeram a Profissão de Fé, acendendo a vela do Batismo no círio pascal,  proclamando a sua Fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo!
Que a sua vida seja sempre um testemunho da Fé que professaram:  em casa, na escola e em toda a parte!