Lc. 10, 38-42 Jesus visita Marta e Maria, irmãs de Lázaro. Elas procuram acolhê-lo o melhor que podem e sabem, cada uma à sua maneira. Marta atarefa-se com tanto serviço e Maria senta-se aos pés de Jesus a escutá-lo. Quando Marta pede a Jesus que diga à irmã para a ir ajudar, Jesus responde-lhe apenas que Maria escolheu a melhor parte. A sua resposta, porém, não é uma tomada de posição, porque a acção não substitui a oração, ou vice versa, mas uma chamada de atenção para os dois extremos da prática cristã que se devem completar. No caso da acção, Deus também se pode encontrar no meio dos tachos e dos afazeres diários, como dizia S. Teresa de Ávila. Acolhamo-lo, pois. Orientemos a nossa vida pela sua palavra.
domingo, 21 de julho de 2013
CRISMAS NA PARÓQUIA DE S. FRANCISCO XAVIER DE CAPARICA
Ontem - 20 de Julho - o Senhor Bispo de Setúbal, D. Gilberto Canavarro dos Reis, esteve na Paróquia para crismar 26 paroquianos e para desafiar outros a seguirem-lhes o exemplo.
A cerimónia decorreu ao ar livre, debaixo do grande pinheiro que existe no Pátio da Quinta.
Apesar de invisível aos olhos, o Espírito Santo esteve presente derramando os seus dons nos corações de todos e capacitando-os para melhor poderem defender e dar testemunho da sua fé.
domingo, 14 de julho de 2013
XV DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 10, 25-37 Hoje, no evangelho, S. Lucas diz-nos que Jesus, em certa ocasião, foi abordado por um doutor da lei que lhe pergunta, a propósito do amor ao próximo, quem é o seu próximo. Jesus conta-lhe a Parábola do Bom Samaritano que nos ensina que o nosso próximo são todos os homens que precisam da nossa amizade, da nossa palavra e do nosso conforto, sem distinção de classe, raça ou posição social e que "Amar o próximo" é ir ao encontro desses homens como fez o "Bom Samaritano". Sejamos pois bons samaritanos porque é no amor ao próximo que se encontra o segredo da vida eterna - da vida feliz em Deus e com Deus. domingo, 7 de julho de 2013
XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 10, 1-12.17-20 No Evangelho deste domingo, Jesus envia os seus discípulos, dois a dois à sua frente, a todas as cidades e lugares. A sua missão é a nossa missão: dar a conhecer Jesus, procurando ser mensageiros da paz, que semeiam a paz. Mais do que palavras, Jesus pede-nos atitudes/gestos de paz na nossa relação com os outros. E porque a "messe" é grande, Jesus pede-nos, também, que rezemos ao "dono da seara" (a Deus) para que sejam cada vez mais, os que aceitam esta missão, de levar a Boa Nova de Jesus, aos que os rodeiam.
terça-feira, 2 de julho de 2013
PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA - ALTAR DO MUNDO
No passado domingo - o dia mais quente do ano - a Paróquia de S. Francisco Xavier foi em Peregrinação até ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima. A Missa internacional das 11:00, no Recinto de Oração, foi presidida por D. António Vitalino Dantas, bispo de Beja.
Da parte da tarde, realizámos a habitual Via Sacra no Caminho dos Pastorinhos, fomos aos Valinhos, à Loca do Anjo e visitámos, ainda, a Casa da Lúcia.
Foi o ano em que levámos mais gente: 9 autocarros - mais de 450 pessoas.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
XIII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 9, 51-62 Hoje, S. Lucas diz-nos que Jesus convida os discípulos a segui-lo. Mas convida-os a segui-lo sem olhar para trás, ou seja, sem pensar duas vezes - sem olhar aos seus interesses e conveniências. Só os que o seguem sem olhar para trás e sem pensar duas vezes servem para o Reino de Deus. É o que Jesus nos diz hoje, no Evangelho.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
EVANGELHO DO XII DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 9, 18-24 No Evangelho deste XII Domingo do Tempo Comum, Jesus interpela os seus discípulos, como nos interpela, também, a cada um de nós: "E VÓS, QUEM DIZEIS QUE EU SOU?" Pedro responde: "És o Messias de Deus." Jesus aceita esta confissão de Pedro, pois Ele é-o, de facto. No entanto, chama a atenção dos discípulos para o sofrimento que, apesar de Messias, o espera e lhes está também reservado a eles, bem como a cada um de nós, e diz-lhes: "Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-me". Foi o que fizeram e o que aconteceu com os discípulos e com tantas e tantas pessoas ao longo da história. E nós? Estamos também dispostos a segui-lo, renunciando, como Ele, a nós próprios - à nossa comodidade, aos nossos interesses etc...- tomando a nossa cruz todos os dias? Temos consciência de como é exigente seguir Jesus e de que só perdendo a vida por causa d'Ele a podemos ganhar? E que significa Ele para nós? Que representa Ele para nós?Já pensámos bem nisto?
segunda-feira, 17 de junho de 2013
EVANGELHO DO XI DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 7, 36 - 50 No Evangelho deste domingo uma mulher vem ao encontro de Jesus, estando ele a comer em casa de um fariseu, chamado Simão. Diz-nos S. Lucas, que essa mulher era conhecida na cidade por ser uma "pecadora" e, por isso, rejeitada e repelida por todos. No entanto, entra na casa do fariseu e, chorando, começa a banhar-lhe os pés com as suas lágrimas, a enxugar-lhos com os cabelos, a beijá-los e a ungi-los com perfume. Todos os presentes a condenam, mas Jesus não e até elogia a sua atitude. No fim, ainda lhe PERDOA os seus muitos pecados. Diz-lhe Jesus: "Os teus pecados estão perdoados (...) A tua fé te salvou. Vai em paz." E porque não a julga, nem condena, Jesus transforma a vida daquela mulher. Jesus é Amor, é bondade e define-se pela sua misericórdia. E a sua misericórdia é maior que o nosso pecado. "Onde abundou o pecado, diz S. Paulo na sua Carta aos Romanos, superabundou a graça" e é isso, de facto, o que Jesus mostra aqui. Aprendamos com Ele a amar, a perdoar e a não condenar ninguém e sejamos pessoas de FÉ porque é ela que nos salva...segunda-feira, 10 de junho de 2013
Festa Convívio da Paróquia S. Francisco Xavier
Festa Convívio da
Paróquia S. Francisco Xavier
22 de junho
15h00
Início das Atividades
Jogos, Danças,
Exibições
18h00
Missa campal
19h45
Jantar
partilhado
Venham!
Divirtam-se!
A
Paróquia conta convosco!
domingo, 9 de junho de 2013
EVANGELHO DO X DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO C)
Lc. 7, 11-17 Este domingo, no Evangelho, S. Lucas diz-nos que Jesus, ao entrar na cidade de Naim, compadece-se de uma pobre viúva que ía a sepultar o seu filho, o seu único filho, e diz-lhe: "NÃO CHORES". Depois tocando no caixão diz ao jovem morto: "Jovem, Eu te ordeno: LEVANTA-TE". O jovem levanta-se e Jesus entrega-o à mãe. Diz-nos o evangelista que todos os que assistiram começaram a dar glória a Deus e a dizer: "Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo." O povo descobre em Jesus "um grande profeta", porque Ele se debruça sobre a miséria humana e dá a paz e a alegria aos que choram.
É assim o nosso Deus. Ele compadece-se de nós e aproxima-se dos que sofrem porque os AMA (E NOS AMA) A TODOS E A TODOS QUER SALVAR. Ele é o Senhor da vida e só Ele nos pode dar o que precisamos. Confiemos, pois, no nosso Deus, que é um Deus clemente e compassivo que enxuga as nossas lágrimas e que veio ao nosso encontro, como foi ao encontro da viúva de Naim, "para que tenhamos vida e vida em abundância"...
É assim o nosso Deus. Ele compadece-se de nós e aproxima-se dos que sofrem porque os AMA (E NOS AMA) A TODOS E A TODOS QUER SALVAR. Ele é o Senhor da vida e só Ele nos pode dar o que precisamos. Confiemos, pois, no nosso Deus, que é um Deus clemente e compassivo que enxuga as nossas lágrimas e que veio ao nosso encontro, como foi ao encontro da viúva de Naim, "para que tenhamos vida e vida em abundância"...
domingo, 2 de junho de 2013
EVANGELHO DA SOLENIDADE DO SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO (ANO C)
Lc. 9, 11b-17 S. Lucas no Evangelho deste domingo, em que celebramos a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, fala-nos do milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. Jesus com apenas 5 pães e 2 peixes dá de comer a uma multidão de 5000 homens. Diz-nos o evangelista que "todos comeram e ficaram saciados; e ainda se recolheram 12 cestos dos pedaços que sobraram". Pois este milagre é o anúncio e a preparação do milagre eucarístico em que Jesus se dá, Ele próprio, em alimento e isso acontece algum tempo depois, na Última Ceia. Nessa ocasião, como nos conta S.Paulo na sua Primeira Carta aos Coríntios, Jesus toma o pão, dá graças, parte-o e diz: "Isto é o meu Corpo entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim" e do mesmo modo, no fim da Ceia, toma o cálice e diz: "Este cálice é a nova aliança no meu Sangue. Todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de Mim." Desta forma, com estas palavras, Jesus transforma o pão e o vinho no seu próprio corpo e sangue e dá-se em alimento aos discípulos, como hoje se dá em alimento a nós. De facto, hoje, em cada Missa Ele continua a fazer-se presente, sempre que o sacerdote repete, ou faz memória das palavras que Ele proferiu na noite em que ía ser entregue e faz morada em nós quando o comungamos. Jesus está, portanto, amorosamente presente no Sacramento da Eucaristia, no pão e no vinho consagrados, para ser o nosso alimento espiritual, o alimento que mata a nossa fome de amor e nos dá a vida, a vida plena. É, então, isso que celebramos nesta Festa Litúrgica conhecida como a Festa do Corpo de Deus: a bondade e o amor do nosso Deus que não nos deixou sós mas que quis ficar assim, deste modo sublime e misterioso, presente no meio de nós e em nós. Bendito seja, pois, o Santíssimo e Diviníssimo Sacramento da Eucaristia...
domingo, 26 de maio de 2013
EVANGELHO DA SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE (ANO C)
Na passagem do Evangelho deste Domingo, em que celebramos a Santíssima Trindade, Jesus promete, uma vez mais, aos discípulos "o Espírito da verdade" que os "guiará para a verdade plena" e afirma que tudo o que o pai tem é seu. É desta forma singular que Jesus vai revelando a sua relação com o Pai e com o Espírito Santo e introduzindo os discípulos neste Mistério da Vida, do Amor e da Comunhão de um Deus único em 3 pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo, a que chamamos Santíssima Trindade.
A Santíssima Trindade é um Mistério da nossa fé de uma tal grandeza que, por mais sábios que sejamos, não conseguimos entender, agora, mas que, um dia, quando entrarmos na glória do Céu, entenderemos concerteza. Somos pequenos demais para entendermos a infinita grandeza do nosso Deus. Por agora, basta que saibamos que Deus, apesar de ser um só, não está sózinho. Deus é uma família, onde o PAI, o FILHO e o ESPÍRITO SANTO estão numa relação, numa relação onde reina o Amor de uns pelos outros. Que bom seria que nas nossas famílias e no nosso mundo, à imagem do que acontece no seio da Trindade Santíssima, também reinasse o amor. E "o amor de Deus", como diz S. Paulo na sua Carta aos Romanos, "foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado ". Deixemo-lo reinar nos nossos corações para que se estenda às nossas relações humanas e reine neste mundo em que vivemos...
domingo, 19 de maio de 2013
EVANGELHO DO DOMINGO DE PENTECOSTES
Jo. 17, 20-26 No Evangelho, deste domingo de Pentecostes, S. João conta-nos que Jesus no próprio domingo da Ressurreição, ao aparecer aos discípulos, ao entardecer, sopra sobre eles e diz-lhes: "Recebei o Espírito Santo". Porém toda a abundância do Espírito de Deus, do "sopro de Deus" só viria sobre eles 50 dias mais tarde, no dia de Pentecostes. É nesse dia que são verdadeiramente baptizados no Espírito Santo e consagrados para a missão que Jesus lhes confiara. O Espírito Santo derramado nos seus corações, nesse dia, anima-os, fortalece-os e torna-os aptos para, daí em diante, anunciarem a ressurreição a todos os homens sem excepção. De facto, diz-nos Lucas no Livro dos Actos dos Apóstolos que, no dia de Pentecostes, depois do Espírito se manifestar sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, os discípulos, até aí amedrontados, ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a proclamar noutras línguas "as maravilhas de Deus". O Espírito Santo, "Senhor que dá a vida" é como uma chuva que Deus faz chover nos nossos corações e nas nossas vidas (como no dia do nosso Baptismo) para podermos dar frutos: frutos de amor, alegria, paz, fé, bondade, mansidão, paciência etc. Abramo-nos, pois, a esta força e a esta presença transformadora, de Deus na nossa vida - e particularmente nos sacramentos - que é o Espírito Santo, para podermos corresponder àquilo que Jesus quer de nós...PROFISSÃO DE FÉ - 18 de Maio de 2013
Ontem, dia 18 de Maio, na Missa antecipada do Domingo de Pentecostes, os adolescentes do 7º Catecismo celebraram a sua Profissão de Fé. Perante a comunidade, estes adolescentes afirmaram querer dar mais um passo no crescimento da sua Fé e proclamaram-na solenemente. A Comunidade cristã comprometeu-se a ajudá-los a permanecerem fiéis aos compromissos que assumiram.
Parabéns a eles, ao seu Catequista Paulo Lourenço e a toda a comunidade de S. Francisco Xavier de Caparica...
terça-feira, 14 de maio de 2013
SEMANA DA VIDA - 12 A 19 DE MAIO
Há luzes que brilham no meio das dificuldades do nosso tempo. No Ano da Fé, nos 50 Anos do Concílio Vaticano II e já sob o impulso da dádiva inestimável de Deus à sua Igreja, na pessoa do Papa Francisco, a Comissão Episcopal do Laicado e Família propõe-nos a Semana da Vida, endereçada a todos os que procuram verdadeiras razões de esperança.
O lema da Semana - Dá mais vida à tua vida! – acorda em nós a consciência de que a vida é o maior e mais precioso dos dons. Mas também desperta e mobiliza para a premente necessidade de uma nova postura: sendo a vida, hoje, tão depreciada, ameaçada e destruída, urge parar esta cultura de morte, instaurando, em seu lugar, uma sólida cultura da vida.
A Semana da Vida corresponde ao apelo do Papa João Paulo II, de uma celebração anual em defesa da vida, com o objetivo de suscitar nas consciências, nas famílias, na Igreja e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos e condições, concentrando a atenção de modo especial na gravidade do aborto e da eutanásia. ... (EV 85) A inteligência e o coração dizem-nos que a vida é direito e responsabilidade de todos e de cada um, ninguém vivendo só por si, nem apenas para si. Cabe-nos acolher, defender e promover a vida que foi depositada em nossas mãos, a própria e a dos outros. Como valor primeiro, ela deve ser também critério fundamental, subjacente a todas as instituições humanas, privadas ou públicas. Toda a sociedade que não fundamente as suas leis no respeito total pela vida, desumaniza-se e cava a sua própria ruína. Dar mais vida à nossa vida implica abraçá-la em todas as circunstâncias, sem ceder nem aos egoísmos, nem às modas ou correntes de opinião, nem aos mercados, nem aos parlamentos. Dar mais vida à nossa vida é seguir o exemplo de Jesus, da sua entrega completa para que tenhamos a vida e a tenhamos em abundância (pensarafamilia.blogspot.com).
domingo, 12 de maio de 2013
EVANGELHO DA SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (ANO C)
Lc. 24, 46-53 Hoje celebra-se a Solenidade da Ascensão do Senhor. O Evangelho conta-nos que Jesus, tendo terminado a sua peregrinação e missão, nesta terra, levou os discípulos até junto de Betânia, abençoou-os e enquanto os abençoava, foi elevado ao Céu. Jesus sobe ao céu. Precede-nos na glória como nossa Cabeça e para aí nos chama como membros do seu Corpo. Deixa, portanto, de estar visível aos nossos olhos mas continua presente e actuante no meio de nós, através do seu Espírito, que Ele promete e envia sobre nós, hoje, tal como enviou sobre os discípulos, dez dias depois da ascensão. Com a ASCENSÃO de Jesus tem início a missão da Igreja, ou seja, a missão de todos nós batizados. E a nossa missão é a de anunciar a Boa Nova do perdão e da vida divina a todos os povos. A missão que Cristo nos confia é a de sermos suas testemunhas em toda a parte e pelo nosso testemunho tornarmo-lo presente neste mundo...domingo, 5 de maio de 2013
EVANGELHO DO VI DOMINGO DA PÁSCOA (ANO C)
domingo, 28 de abril de 2013
EVANGELHO DO V DOMINGO DA PÁSCOA (ANO C)
Jo. 13, 31-33a.34-35 No Evangelho deste domingo, no decorrer da Última Ceia, depois de lavar os pés aos discípulos e de Judas ter saído, Jesus dá-lhes (e também a nós) um mandamento novo. E o mandamento novo que ele nos dá é: "AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI". Não nos manda só amar-nos uns aos outros, mas amar como Ele nos amou. E isso significa perdoar, acolher, servir, não julgar, não condenar, rezar até pelos inimigos, dar a vida etc... Foi o que Ele fez. Foi assim que Ele viveu e é isso que Ele também nos manda, a nós, fazermos. É na medida em que nos amarmos assim, diz Jesus, que os outros conhecerão que somos seus discípulos, ou seja, que somos cristãos. O cristão está no mundo para dar testemunho de Cristo e portanto para amar à maneira de Jesus. Não é fácil. É exigente. É exigente desejar e fazer o bem aos outros, mas é um esforço que temos de fazer para sermos verdadeiramente cristãos - cristãos que vivem como Jesus nos veio ensinar. Cristãos que dão testemunho d'Aquele e daquilo em que acreditam. domingo, 21 de abril de 2013
EVANGELHO DO IV DOMINGO DA PÁSCOA (ANO C)
Jo. 10, 27-30 Neste IV Domingo da Páscoa, Jesus, no Evangelho, apresenta-se como PASTOR, mas não como um pastor qualquer. Apresenta-se-nos como o BOM PASTOR. Ele, o Cordeiro de Deus, é o poderoso Pastor deste pequeno e frágil rebanho, que somos nós, as suas ovelhas, o seu povo. E é Ele próprio que o diz. Ele próprio afirma que nos conhece (como nem nós próprios nos conhecemos), nos chama pelo nome e nos dá a vida. Ele cuida de nós para que nada de mal nos aconteça, para que nada nos falte. Ele, de facto, une-nos a si e com Ele une-nos ao Pai porque, como Ele próprio também afirma, Ele e o Pai são um só. Assim também nós, as suas ovelhas, participamos já da sua vida e do seu triunfo - do triunfo do ressuscitado.Escutemos a sua voz. Sejamos ovelhas atentas e obedientes à sua voz, para não nos tresmalharmos e assim conduzidas pelo Pastor, pelo BOM PASTOR, podermos descansar em "verdes prados", onde brotam as águas refrescantes que saciam a nossa sede e reconfortam a nossa alma...♥
quarta-feira, 17 de abril de 2013
PONTIFICADO DO PAPA FRANCISCO VAI SER CONSAGRADO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
O pontificado do Papa vai ser consagrado a Nossa Senhora de
Fátima a 13 de Maio, no Santuário da Cova da Iria, cumprindo o pedido que
Francisco dirigiu ao cardeal-patriarca de Lisboa.
“O Papa Francisco pediu expressamente a D. José Policarpo,
cardeal‑patriarca de Lisboa, que participou no conclave que o elegeu, para
consagrar o seu ministério pastoral, como sucessor de Pedro, a Nossa Senhora de
Fátima”, refere o comunicado final da assembleia plenária da Conferência
Episcopal Portuguesa (CEP), revelado há dias.Os bispos participantes numa reunião que decorreu em Fátima decidiram que a consagração vai ser feita por D. José Policarpo, também presidente da CEP, no âmbito da peregrinação internacional de 12 e 13 de Maio ao Santuário, presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, D. Orani Tempesta.
O prelado adiantou, no passado dia 11 de Abril, aos jornalistas que a consagração do pontificado compreende uma oração diante da imagem da Virgem Maria no final da principal missa da peregrinação, a celebrar na manhã de 13 de maio.
“O Papa Francisco pediu-me duas vezes que consagrasse o seu novo ministério a Nossa Senhora de Fátima. É mandato que posso cumprir no silêncio da oração. Mas seria belo que toda a Conferência Episcopal se associasse à realização deste pedido”, declarou D. José Policarpo no discurso de abertura da assembleia, no dia 8 de Abril.
O cardeal-patriarca convidou o Papa a visitar Portugal durante o encontro que Francisco teve com os membros do Colégio Cardinalício presentes no Vaticano, realizado no dia a seguir à eleição, 14 de março.
“Logo após o cumprimento final disse-lhe que nós gostaríamos muito de o receber”, referiu D. José Policarpo em conferência de imprensa que ocorreu naquela data.
Também o presidente da República convidou o Papa a visitar o país, tendo como pano de fundo o “centenário das aparições de Fátima”, em 2017.
“Como tinha pensado, disse ao Santo Padre que seria uma grande alegria para os portugueses que ele pudesse visitar Portugal”, afirmou Cavaco Silva num encontro com jornalistas realizado a 19 de março na embaixada portuguesa junto da Santa Sé, em Roma.
O bispo de Leiria-Fátima, diocese onde o santuário se localiza, convidou igualmente o Papa a visitar a Cova da Iria, através de telegrama enviado a 20 de março.
“Bispo e peregrinos da Diocese de Leiria-Fátima queremos exprimir-lhe a nossa profunda comunhão eclesial e o nosso caloroso afeto, dizer-lhe que, em Fátima, confiámos a sua Pessoa e o seu Ministério à proteção da Senhora de Fátima”, escreveu D. António Marto.
Depois de assinalar que o Santuário espera “com emoção” poder receber Francisco “como peregrino”, o prelado terminava a mensagem com uma saudação: “Desde já lhe damos as boas vindas: Bem-vindo Santo Padre Francisco!”.
A peregrinação internacional dos próximos dias 12 e 13 de maio decorre 96 anos após a primeira aparição da Virgem Maria a Lúcia e aos beatos Francisco e Jacinta, a 13 de maio de 1917.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
ESCUDO DO PAPA FRANCISCO SOFREU ALGUMAS ALTERAÇÕES
O Papa Francisco conservou seu escudo de bispo, ao qual acrescentou os símbolos da dignidade pontifícia e a mitra colocada entre as chaves de prata e ouro, entrelaçadas com um cordão vermelho.
Na parte superior encontra-se o emblema da Companhia de Jesus: um sol radiante amarelo com as letras em vermelho ‘IHS’: “Jesus, Homem e Salvador”.
Sobre a letra H encontra-se uma cruz, em ponta, e debaixo das letras IHS, sempre dentro do sol radiante, três cravos em preto. Na parte inferior do escudo, à direita, encontra-se uma estrela e à esquerda a flor de nardo.
A estrela simboliza a Virgem Maria, mãe de Cristo e da Igreja, e a flor de nardo São José, padroeiro da Igreja universal. Na tradição espanhola, São José é representado por um ramo de nardos na mão.
Com este escudo o, o Papa quis ressaltar sua particular devoção à Virgem e a São José. A flor de nardo, no desenho anterior, poderia em princípio ser confundida com um ramo de videira. Com a modificação do desenho, passou a ser mais fiel ao que seria um ramo de nardos.
O lema do pontificado, “Miserando atque eligendo” (“Olhou para ele com misericórdia e o escolheu”), foi retirado das homilias de São Beda, o Venerável, o qual, comentando o Evangelho de Mateus, escreveu “Vidit ergo Iesus publicanum et quia miserando atque eligendo vidit, ait illi Sequere me” (Viu Jesus a um publicano e como olhou para ele com sentimentos de amor o escolheu e disse: seque-me”).
domingo, 14 de abril de 2013
EVANGELHO DO III DOMINGO DA PÁSCOA (ANO C)
Jo. 21, 1-19 Este domingo S. João no seu Evangelho conta-nos que Jesus se
manifesta pela 3ª vez aos discípulos depois de ressuscitado. Desta vez
aparece-lhes junto ao Mar de Tiberíades onde eles tinham andado toda a noite à
pesca sem terem conseguido apanhar qualquer peixe. Diz-lhes, da margem, para lançarem
a rede para a direita do barco e imediatamente a rede se enche de peixe. A
situação repetia-se e imediatamente o discípulo João reconhece o SENHOR. É,
todavia, Pedro que, num repente, se lança à água para se encontrar com Ele.
Quando todos chegam à praia veêm brasas acesas com peixe em cima, e pão. Jesus
esperava-os para comer com eles, provando, mais uma vez, que tinha ressuscitado
verdadeiramente. É esta a Boa Nova que é preciso anunciar e que o cristão deve anunciar. Ele ressuscitou, de
facto, e ESTÁ VIVO e presente no meio de nós, ajudando-nos quando as coisas não nos correm bem, como ajudou os discípulos.
Ele está atento quando o nosso trabalho não rende e não produz como gostávamos e
desejávamos, e disposto a orientar-nos e a dizer-nos para onde devemos "lançar as
redes". Nós muitas vezes é que temos dificuldade em reconhecê-lo e em
perceber o que Ele nos pede para fazermos. Ele está presente "na
praia", neste mundo (que é a nossa praia) - em cada um dos nossos irmãos.
foto Papa Francisco
Seria bom que estivesse em todos os lares para fazer do Papa Francisco
um membro mais da família, que se recorda e por quem se reza todos os dias,e que reza sempre por nós.
sábado, 6 de abril de 2013
EVANGELHO DO II DOMINGO DA PÁSCOA (ANO C)
Jo. 20, 19-31 No Evangelho deste 2º Domingo da Páscoa, Jesus, depois de morto e sepultado, rompe barreiras e aparece vivo, aos discípulos, no 1º dia da semana. A primeira coisa que lhes oferece é a PAZ quando lhes diz: «A paz esteja convosco». Depois, sopra sobre eles e diz: «Recebei o Espírito Santo", dando-lhes, logo em seguida, o poder de perdoar os pecados:"Áqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados".
Oito dias depois, Jesus volta a aparecer-lhes e a oferecer-lhes a paz. Porém, nessa ocasião, a sua atenção volta-se particularmente para Tomé, o discípulo que que quer ver para crer e diz-lhe: " Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé responde-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!» e Jesus conclui: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto».
Jesus ressuscitou verdadeiramente. Jesus é o Messias, o Filho de Deus. É nisto que temos de acreditar para que acreditando, tal como diz S. João, "tenhamos a vida em seu nome".
Neste Ano da FÉ, que nós, ao contrário de Tomé, não duvidemos, mas acreditemos, verdadeiramente em Jesus - nosso Senhor e nosso Deus - e na sua Ressurreição para que, assim, a nossa vida, vivida na esperança desta consoladora realidade e na paz que Jesus nos oferece, seja uma vida mais feliz...
domingo, 31 de março de 2013
FELIZ PÁSCOA
Que grande alegria é para mim poder dar-vos este anúncio: Cristo ressuscitou! Queria que chegasse a cada casa, a cada família e, especialmente onde há mais sofrimento, aos hospitais, às prisões...
Sobretudo queria que chegasse a todos os corações, porque é lá que Deus quer semear esta Boa Nova: Jesus ressuscitou, há uma esperança que despertou para ti, já não estás sob o domínio do pecado, do mal! Venceu o amor, venceu a misericórdia! A misericórdia sempre vence!
Também nós, como as mulheres discípulas de Jesus que foram ao sepulcro e o encontraram vazio, nos podemos interrogar que sentido tenha este acontecimento (cf. Lc 24, 4). Que significa o fato de Jesus ter ressuscitado? Significa que o amor de Deus é mais forte que o mal e a própria morte; significa que o amor de Deus pode transformar a nossa vida, fazer florir aquelas parcelas de deserto que ainda existem no nosso coração. E isto é algo que o amor de Deus pode fazer.
Eis, portanto, o convite que dirijo a todos: acolhamos a graça da Ressurreição de Cristo! Deixemo-nos renovar pela misericórdia de Deus, deixemo-nos amar por Jesus, deixemos que a força do seu amor transforme também a nossa vida, tornando-nos instrumentos desta misericórdia, canais através dos quais Deus possa irrigar a terra, guardar a criação inteira e fazer florir a justiça e a paz.
Queridos irmãos e irmãs, a vós aqui reunidos de todos os cantos do mundo nesta Praça, coração da cristandade, e a todos vós que estais conectados através dos meios de comunicação, renovo o meu voto: Feliz Páscoa!
Levai às vossas famílias e aos vossos Países a mensagem de alegria, de esperança e de paz, que a cada ano, neste dia, se renova com vigor.
O Senhor ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, seja o amparo para todos, especialmente para os mais frágeis e necessitados. Obrigado pela vossa presença e pelo testemunho da vossa fé.
A todos repito com afeto:
Que Cristo ressuscitado guie a todos vós e à humanidade inteira pelos caminhos de justiça, de amor e de paz.
EVANGELHO DO DOMINGO DA RESSURREIÇÃO
CRISTO RESSUSCITOU! ALELUIA...
Jo. 20, 1-9 Na manhã do primeiro dia da semana, Maria Madalena vai até ao sepulcro e vê a pedra retirada. Corre e vai contar a Pedro e João e também eles correm ao sepulcro. Vêm as ligaduras no chão e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus enrolado à parte.
São, portanto, eles, juntamente com Madalena,as primeiras testemunhas do sepulcro vazio. Porém, dos três, só João, no seu amor intuitivo compreende os sinais da ressurreição, pois diz a passagem que ele "viu e acreditou". Que também nós acreditemos que Cristo, apesar de não o vermos, ressuscitou, está vivo e nos acompanha. Deixemo-lo acompanhar-nos e vivamos a nossa vida de cada dia, sem perder o fim superior para que fomos criados. Afeiçoemo-nos, como nos diz S. Paulo, na sua Carta aos Colossenses, às coisas do alto e não às da terra, pois é para lá que todos caminhamos. Caminhemos, pois, esperando e acreditando sempre que, tal como Cristo ressuscitou, também nós havemos de ressuscitar, um dia, para uma vida nova com Ele na glória.
São, portanto, eles, juntamente com Madalena,as primeiras testemunhas do sepulcro vazio. Porém, dos três, só João, no seu amor intuitivo compreende os sinais da ressurreição, pois diz a passagem que ele "viu e acreditou". Que também nós acreditemos que Cristo, apesar de não o vermos, ressuscitou, está vivo e nos acompanha. Deixemo-lo acompanhar-nos e vivamos a nossa vida de cada dia, sem perder o fim superior para que fomos criados. Afeiçoemo-nos, como nos diz S. Paulo, na sua Carta aos Colossenses, às coisas do alto e não às da terra, pois é para lá que todos caminhamos. Caminhemos, pois, esperando e acreditando sempre que, tal como Cristo ressuscitou, também nós havemos de ressuscitar, um dia, para uma vida nova com Ele na glória.
domingo, 24 de março de 2013
EVANGELHO DE DOMINGO DE RAMOS (ANO C)
Lc. 22, 14-27. 31-32. 35-71; 23, 1-56 S. Lucas, neste Domingo de Ramos (que marca o início da Semana Santa), faz-nos um relato da
Paixão apresentando-nos um Jesus que, apesar da sua condição divina, tal como
diz S. Paulo na sua Carta aos Filipenses, “não se valeu da sua igualdade com
Deus mas aniquilou-se a si próprio” obedecendo, serenamente, à vontade do Pai “até
à morte e morte de cruz “. E obedece até à morte para nos provar o seu infinito
amor e nos redimir dos nossos pecados, abrindo-nos as portas para uma vida
nova.
Mas, neste Evangelho, S. Lucas apresenta-nos, ainda, um Rei - que é
aclamado como Rei, ao entrar triunfalmente em Jerusalém e não nega ser Rei,
quando é interrogado pelo governador Pilatos - mas que, ao contrário dos outros
reis, não vem para dominar, mas para servir e dar a vida em resgate da
humanidade.
Destaca-se, igualmente, em toda esta narração da paixão,
segundo S. Lucas, a forma como Jesus aceita o sofrimento, a morte e todos os
acontecimentos que a rodeiam e que nos mostram a sua infinita misericórdia para
com os homens e para cada um de nós, em particular. Ele perdoa ao seu amigo Pedro,
o tê-lo negado por 3 vezes – quando ele se arrepende e chora amargamente; Ele perdoa
a um dos ladrões crucificados com Ele, quando este lhe pede que se lembre dele
no seu Reino e perdoa-nos a todos, os nossos pecados. Por isso diz, ao ser
crucificado:
“PAI, PERDOA-LHES, PORQUE NÃO
SABEM O QUE FAZEM.”
Que bom e misericordioso é, então, o nosso Deus que por amor
entregou a sua vida por nós na cruz e apesar de tantas humilhações sofridas nos
perdoa para nos alcançar a salvação. Saibamos reconhecer o seu grande amor por
nós, pedir-lhe perdão pelos nossos pecados e amarmos e perdoarmos, também nós,
os nossos irmãos…J
domingo, 17 de março de 2013
EVANGELHO DO V DOMINGO DA QUARESMA (ANO C)
Jo. 8. 1-11 Neste 5º Domingo da Quaresma, o Evangelho fala-nos de uma mulher que é surpreendida em adultério. Na lei, Moisés mandava apedrejar tais mulheres. Os fariseus apresentam-na a Jesus e querem saber o que Jesus tem a dizer sobre o assunto. Jesus escrevinha com o dedo no chão e diz-lhes apenas: “Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra”. E todos se retiram, curiosamente (ou não) começando pelos mais velhos. Ao ficar a sós com a mulher Jesus só lhe pergunta: “Ninguém te condenou?” E perante a resposta dela Jesus diz-lhe, então: “Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar.” Jesus não condena os pecadores. Ele não nos condena, nem quer a nossa morte. Para Deus, ninguém está irremediavelmente perdido. Ele não aprova o pecado, mas não nos condena, não nos castiga e não quer o nosso mal. Porquê? Porque Ele veio para libertar e salvar, não para condenar. Ele não quer a morte do homem mas que Ele viva e se salve. Por isso Ele disse à mulher adúltera – e diz-nos também a nós: “VAI E NÃO TORNES A PECAR", ou seja, muda a tua vida, transforma-te numa pessoa diferente. É assim o nosso Deus: benigno e misericordioso para com todos, tal como nós devemos ser uns para com os outros...♥IGREJA POBRE E PARA OS POBRES
Papa quer uma «Igreja pobre e para os pobres»
O Papa Francisco revela como se inspirou no santo de Assis e adianta linhas de força do programa para o seu pontificado numa audiência a jornalistas
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Cidade do Vaticano, 16 mar 2013 (Ecclesia) - O Papa disse hoje, em Roma, durante uma audiência a jornalistas, que deseja uma “Igreja pobre e para os pobres”, inspirada em S. Francisco de Assis.
Francisco recebeu mais de 6000 profissionais da comunicação social no primeiro ato público após ter sido eleito Papa e revelou em que circunstâncias se inspirou no santo de Assis para a escolha de um nome e de um programa para o pontificado. Para o Papa, Francisco de Assis é “o homem da pobreza, da paz, o homem que ama e cuida o criado” O Papa esclareceu que foram essas atitudes que o inspiraram e que confirmaram a escolha do nome no seu “coração”, quando terminou a contagem dos votos que o elegeram como Papa. “Ah, como desejo uma Igreja pobre e para os pobres”, disse o Papa Francisco na audiência aos profissionais da comunicação social que acompanharam, durante as últimas semanas, os acontecimentos relacionados com a resignação de Bento XVI e a realização do Conclave. O Papa quis esclarecer os jornalistas contanto “a história” da escolha do nome Francisco: “Na eleição, eu tinha junto a mim o arcebispo emérito de S. Paulo e também prefeito emérito da Congregação para o Clero, cardeal Cláudio Hummes. Um grande amigo, um grande amigo! Quando aquilo se tornava um pouco perigoso, confortava-me. E quando os votos atingiram os dois terços, ouviu-se um aplauso porque estava eleito o Papa. Ele abraçou-me e beijou-me e disse-me: não te esqueças dos pobres”. Até ao fim do escrutínio, o Papa disse que foi pensando aquela palavra - “os pobres, os pobres” - e quando terminou a contagem de todos os votos, tinha o nome escolhido, inspirado em Francisco da Assis. |
Outro gesto cheio de significado: Na noite em que foi eleito, o novo Papa ligou ao núncio apostólico em Buenos Aires para lhe pedir que comunicasse aos bispos, e estes depois aos fiéis argentinos, que não se deslocassem a Roma para a inauguração do Pontificado no próximo dia 19. Sugeriu antes que o dinheiro das viagens fosse canalizado para os pobres, em gestos de solidariedade e caridade.
quinta-feira, 14 de março de 2013
PAPA FRANCISCO
Irmãos e irmãs, boa noite!
Vós sabeis que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma. Parece que os meus irmãos Cardeais foram buscá-lo quase ao fim do mundo… Eis-me aqui! Agradeço-vos o acolhimento: a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo. Obrigado! E, antes de mais nada, quero fazer uma oração pelo nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e Nossa Senhora o guarde.[Recitação do Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai]
E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo… este caminho da Igreja de Roma, que é aquela que preside a todas as Igrejas na caridade. Um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este caminho de Igreja, que hoje começamos e no qual me ajudará o meu Cardeal Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta cidade tão bela!
E agora quero dar a Bênção, mas antes… antes, peço-vos um favor: antes de o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a mim; é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio esta oração vossa por mim.
[…]
Agora dar-vos-ei a Bênção, a vós e a todo o mundo, a todos os homens e mulheres de boa vontade. [Bênção]
Irmãos e irmãs, tenho de vos deixar. Muito obrigado pelo acolhimento! Rezai por mim e até breve! Ver-nos-emos em breve: amanhã quero ir rezar aos pés de Nossa Senhora, para que guarde Roma inteira. Boa noite e bom descanso!
(tradução publicada pelo Vaticano)
Às 08.00 (07.00 em Lisboa) desta manhã, o Papa Francisco chegou à basílica romana de Santa Maria Maior, a mesma onde Inácio de Loyola, o fundador da ordem dos jesuítas celebrou a sua primeira missa de Natal em 1538, e aí esteve a rezar em privado durante cerca de 20 minutos.
O Papa, sucessor de Bento XVI, que resignou a 28 de fevereiro, chegou num pequeno grupo de duas viaturas, acompanhado de várias personalidades, entre eles Georg Gänswein, o secretário particular do seu antecessor, que é igualmente prefeito da casa pontificial. Foi recebido por várias pessoas na rua, na sua maioria jornalistas e fotógrafos.
Bergoglio, que segundo esclareceu o Vaticano será conhecido apenas como Papa Francisco, entrou por uma porta lateral da basílica, depois de sair de uma viatura sem matrícula, que está reservada aos pontífices. Como prometera, o Papa Francisco foi rezar a Virgem Maria.
"Esteve cerca de 20 minutos em frente a uma imagem da Virgem, junto à qual depositou flores, muito simples. Vestia a sotaina branca, calçava sapatos pretos e não vermelhos, tinha o seu anel de cardeal e uma cruz de prata", relatou, à AFP, Giuseppe, um dos 15 seminaristas, religiosos e prelados que tiveram a oportunidade de assistir à primeira aparição do Papa argentino.
O novo Papa passou a sua primeira noite na casa de Santa Marta, onde ficam alojados os cardeais que participaram no conclave. Segundo um fotógrafo, hoje citado pela AFP, o líder católico não quis ontem deslocar-se na viatura que estava reservada para transportar o novo Papa, preferindo antes ir no minibus com os restantes cardeais.
Intelectual jesuíta, foi um dos mais ferozes opositores à decisão das autoridades argentinas de legalizar o casamento homossexual em 2010, argumentando que as "crianças precisam de ter o direito a ser criadas e educadas por um pai e uma mãe". No entanto, de acordo com o jornal britânico 'The Guardian' é um moderado.
O novo Papa é um reconhecido adepto de futebol e manifestou por diversas ocasiões ser um seguidor do San Lorenzo de Almagro, clube fundado pelo padre Lorenzo Massa em 1908, tendo celebrado mesmo a missa que assinalou os cem anos do clube.
Nasceu a 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires, capital argentina, tendo sido ordenado padre a 13 de dezembro de 1969, durante os estudos na Faculdade de Teologia do colégio de São José, em São Miguel de Tucuman (norte da Argentina).
Em 1969, viajou para Espanha, onde cumpriu o seu terceiro período de preparação sacerdotal na Universidade de Alcalá de Henares, nos arredores de Madrid.
A docência desempenhou um papel muito importante na biografia de Jorge Mario Bergoglio Bergoglio, já que ensinou em vários colégios, seminários e faculdades.
Em 1972, regressou à Argentina. Entre os anos de 1980 e 1986 foi reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de São Miguel. Concluiu o doutoramento na Alemanha, e foi também confessor e diretor espiritual da Companhia de Jesus, em Córdova (Espanha).
A nomeação como bispo aconteceu a 20 de maio de 1992, quando João Paulo II lhe confiou a diocese de Auca e o tornou bispo auxiliar da diocese de Buenos Aires. Em 1997 foi nomeado arcebispo coauditor de Buenos Aires e em 1998, depois da morte do arcebispo e cardeal Quarracino, subiu a arcebispo da capital argentina.
O cardeal argentino integrava a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, do Conselho pontifício para a Família e a Comissão Pontifícia para a América Latina.
Foi presidente da conferência de bispos na Argentina, entre 08 de novembro de 2005 e 08 de novembro de 2011.
A eleição, após a histórica renúncia de Bento XVI no mês passado, foi alcançada após cinco votações, no segundo dia do conclave.
O pontificado de Bento XVI foi marcado por escândalos e o novo Papa vai encarar desafios imediatos: impor a sua autoridade à máquina burocrática e institucional do Vaticano, e tentar recuperar os fiéis que a Igreja têm vindo a perder nos últimos tempos.
Depois do escândalo da fuga de documentos confidenciais do papa, "VatiLeaks", e do relatório sobre estes acontecimentos - redigido por três cardeais e que será dado a conhecer ao novo papa -, Bento XVI anunciou, a 11 de fevereiro, e para surpresa geral, a renúncia devido à idade avançada.
Primeiro líder da Igreja Católica a renunciar desde a Idade Média, o Papa emérito Bento XVI abandonou o Vaticano a 28 de fevereiro, deixando um decreto que autorizava os cardeais a antecipar a data do conclave.
Agora, todos esperam para ver em funções o sucessor de Bento XVI. O Papa Francisco celebrará o seu primeiro Angelus no domingo e será depois oficialmente entronizado na terça-feira, dia 19 de março, com uma grande missa na Basílica de São Pedro em Roma. Este é o dia de São José e o Dia do Pai.
segunda-feira, 11 de março de 2013
0,5% DO IRS para Centro Social Paroquial de Cristo Rei
IRS 0,5% UMA AJUDA FÁCIL E DE GRAÇA
Qualquer pessoa ao preencher o seu boletim de IRS pode
decidir doar 0,5% do seu IRS A UMA ASOCIAÇÃO QUE SE DEDIQUE EXCLUSIVAMENTE A
AJUDAR QUEM PRECISA.
Não lhe custa
nada e ajuda muitas pessoas carenciadas.
O Centro Social Paroquial de Cristo Rei com mais de 25 anos de existência é uma Instituição
Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos que além do Centro
Comunitário tem as valências de creche, Jardim de Infância, CATL, Apoio
Domiciliário a idosos e doentes e trabalha num dos bairros mais pobres da
Almada.
Consigne 0,5% do seu IRS ao
CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE CRISTO REI - NIF: 501723374
CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE CRISTO REI - NIF: 501723374
9
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CONSIGNAÇÃO DE O,5% DO IMPOSTO
LIQUIDADO (LEI Nº16/2001 DE 22 DE JUNHO)
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ENTIDADES
BENEFICIÁRIAS DO IRS CONSIGNADO
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NIPC
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Instituições Religiosas (art. 32º nº4)
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Instituições Particulares de Solidariedade Social ou
Pessoas Colectivas de Utilidade Pública
(art.32 nº5)
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Basta que na sua declaração de IRS preencha o campo 901 do
quadro 9 do anexo H com o nosso número de contribuinte
sábado, 9 de março de 2013
EVANGELHO DO IV DOMINGO DA QUARESMA (ANO C)
Lc. 15, 1-3.11-32 Conhecem a Parábola / história do Filho Pródigo, que esta célebre pintura de Rembrandt retrata? A Parábola ou a história do Filho Pródigo, que Jesus, um dia contou aos seus discípulos (e que constitui o evangelho deste 4º domingo da Quaresma), é a Parábola de um filho que um dia decide deixar a casa paterna para gozar a vida e que mais tarde quando começa a passar privações decide regressar e pedir perdão ao Pai. É a Parábola de um Pai que não prende o filho quando ele decide deixá-lo e viver longe dele e que quando ele, muito tempo depois, regressa o recebe de braços abertos, sem recriminações e faz uma festa porque aquele filho "estava perdido e encontrou-se, estava morto e voltou à vida". É a Parábola de um outro filho (o mais velho) que esteve sempre com o Pai e que reage mal quando o irmão regressa e o Pai o acolhe em festa. É portanto uma Parábola que retrata um pouco o que nós somos e que nos revela Deus como um Pai amoroso, bondoso e infinitamente misericordioso para com todos nós pecadores. Um Pai que nos acolhe sempre de braços abertos e se alegra quando nos voltamos para Ele arrependidos das nossas faltas e das más escolhas que fazemos na vida. É, portanto, uma parábola que nos desafia a sermos menos como estes filhos e a sermos mais como este Pai: a perdoar, tal como o Pai do Céu nos perdoa...:)sábado, 2 de março de 2013
EVANGELHO DO III DOMINGO DA QUARESMA (ANO C)
Lc. 13, 1-9 O que é que se faz a uma árvore que não dá frutos? Corta-se ou espera-se que dê frutos? Jesus no Evangelho deste III Domingo da Quaresma fala-nos precisamente de uma figueira que se esperava que desse frutos e que todos os anos se apresentava estéril. O dono porém pacientemente e amorosamente continuou cuidando dela na esperança de que, num futuro próximo, ela os viesse a dar. O Pai do Céu também é assim para connosco. Ele é um Deus clemente e compassivo, paciente e cheio de compaixão, que cuida de nós e espera que demos “frutos”. Frutos de amor, bondade e penitência. Só que, para podermos dar esses frutos, temos de nos converter. A conversão é uma questão de vida ou de morte, de naufrágio ou de salvação. E Deus não quer a morte do pecador. Deus quer que o pecador se converta e viva. E todos nós, quer queiramos, quer não, somos pecadores e precisamos de nos voltar para Cristo, onde se encontra a salvação. Aproveitemos, pois, este tempo favorável da Quaresma para nos arrependermos dos nossos pecados, pedirmos perdão e começarmos uma vida nova, mais de acordo com a vontade de Deus e assim darmos fruto e fruto abundante para a salvação do mundo…quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
ENCERRAMENTO DA SEMANA DA FÉ
Depois de receberem a Bíblia todos rezaram:
Aceitamos com muita alegria a Bíblia Sagrada, que nos fala de Jesus e da Sua mensagem.
Queremos conhecer melhor Jesus porque O queremos amar cada vez mais e fazer o que Ele nos ensina.
Todos aclamaram a Palavra de Deus erguendo as Bíblias.
No final da Eucaristia segui-se um almoço partilhado encerrando assim a Semana Paroquial da Fé.
BÍBLIA SAGRADA
LER A BÍBLIA AQUI
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