domingo, 9 de fevereiro de 2014

EVANGELHO DO V DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)

 
Mt 5, 13-16 No Evangelho deste domingo, Jesus pede aos discípulos para serem ‘Sal da terra e luz do mundo”. Sobre este pedido que Jesus nos faz também a nós, hoje, disse o Santo Padre na sua habitual reflexão dominical: “Todos nós batizados somos discípulos missionários e somos chamados a nos tornar no mundo um Evangelho vivo”. Disse ainda: “Com uma vida santa, daremos sabor aos diversos ambientes e os defenderemos da corrupção, como faz o sal; e levaremos a luz de Cristo com o testemunho de uma caridade autêntica. Mas se nós cristãos perdemos o sabor, apagamos a nossa presença de sal e luz, perdemos a eficácia. Mas, que bonita é esta missão que temos”. E falando de improviso, continuou: “É também muito bonito conservar a luz que recebemos de Jesus. Guardá-la. Conservá-la. O cristão deveria ser uma pessoa luminosa, que traz a luz, que sempre dá luz. Uma luz que não é sua, mas é um presente de Deus, o presente de Jesus. E nós levamos em frente esta luz. Se o cristão apaga esta luz, a sua vida não tem sentido: é um cristão somente de nome, que não leva a luz e a sua vida não tem sentido”.
Neste ponto, o Papa Francisco dirigiu-se aos milhares de fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro e perguntou reiteradamente se queriam ser uma lâmpada acesa ou apagada: “Como é que vocês querem viver? Como uma lâmpada acesa ou como uma lâmpada apagada? Acesa ou apagada?" e concluiu: “É justamente Deus que nos dá esta luz para a podermos dar aos outros. Lâmpada acesa. Esta é a vocação cristã”, afirmou.
Que a nossa luz brilhe, então, transformando a nossa vida num ato de louvor permanente ao Senhor.

 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

D. Gilberto Reis, 25 anos de ordenação episcopal, no próximo dia 12 de Fevereiro

D. Gilberto Reis, 25 anos de ordenação episcopal, no próximo dia 12 de Fevereiro.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

EVANGELHO DA FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR

 
Lc. 2, 22-40 A Igreja celebra neste domingo a Festa da Apresentação de Jesus no Templo. O Evangelho de hoje relata que quarenta dias depois do nascimento de Jesus, e em obediência à lei de Moisés, Maria e José levam o menino ao templo para oferecê-lo e consagrá-lo a Deus. "Este episódio do Evangelho é um ícone da doação daqueles que, por um dom de Deus, adquirem os traços típicos de Jesus casto, pobre e obediente, o Consagrado do Pai", frisou, neste dia, o Santo Padre que acrescentou: "Esta oferta de si a Deus cabe a todo cristão, porque todos nós somos consagrados a Ele mediante o Batismo. Somos todos chamados a nos oferecer ao Pai com Jesus e como Jesus, fazendo de nossa vida uma generosa doação na família, no trabalho, no serviço à Igreja e nas obras de misericórdia."
Mas na sua homilia, o Sumo Pontífice sublinhou, igualmente, que "a Festa da Apresentação de Jesus no Templo é chamada também 'a festa do encontro': o encontro entre Jesus e o seu povo; quando Maria e José levaram o seu filho ao Templo de Jerusalém, realizou-se o primeiro encontro entre Jesus e o seu povo, representado pelos dois anciãos, Simeão e Ana". E sublinhou o Papa, a propósito: "Aquele foi também um encontro dentro da história do povo, um encontro entre os jovens e os idosos: os jovens eram Maria e José com o seu recém-nascido e os anciãos eram Simeão e Ana, dois personagens que sempre frequentavam o Templo". Sobre os anciãos, São Lucas diz que eram guiados pelo Espírito Santo. Então, à luz desta passagem e segundo o Santo Padre, podemos ainda olhar "para vida consagrada como um encontro com Cristo, pois Ele vem até nós, trazido por Maria e José, e nós vamos em direção a Ele, guiados pelo Espírito Santo. Mas no centro está Ele. Ele move tudo, Ele nos atrai ao Templo, à Igreja, onde podemos encontrá-lo, reconhecê-lo, acolhê-lo e abraçá-lo". Ele é a luz que veio para se revelar às nações, como anuncia Simeão.
 "Que a graça deste mistério, o mistério do encontro, nos ilumine e nos conforte em nosso caminho", como concluiu hoje o Papa Francisco, na sua homilia.

 

domingo, 26 de janeiro de 2014

EVANGELHO DO III DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


 
Mt. 4, 12-23 Hoje, o Evangelho, conta-nos que Jesus, depois da prisão de João Baptista, deixa Nazaré (a terra onde viveu durante sensivelmente 30 anos) e inicia a sua vida pública nas cidades e nos vilarejos da Galileia. Tal como o Papa Francisco disse hoje na sua habitual alocução dominical: "A sua missão não parte de Jerusalém, ou seja, do centro religioso, social e político, mas de uma região periférica, desprezada pelos judeus mais ortodoxos, devido à presença naquela região de diversas populações estrangeiras, indicada por Isaías como «Galileia dos gentios» (Is 8,23). Era uma terra de fronteira, uma região de trânsito onde se encontravam pessoas de diferentes raças, culturas e religiões. Por isso, se tornou um lugar simbólico para a abertura do Evangelho a todos os povos".
Deste ponto de vista, disse o Papa, a Galileia parece-se com o mundo de hoje. Também nós somos imergidos a cada dia numa “Galileia dos gentios”, e neste tipo de contexto podemos assustar-nos e ceder à tentação de construir recintos para estar mais seguros, mais protegidos. Mas Jesus ensina-nos que a Boa Nova não é reservada a uma parte da humanidade, deve ser comunicada a todos.
 Partindo da Galileia, prosseguiu o Pontífice, Jesus ensina-nos, também, que ninguém está excluído da salvação de Deus, ou melhor, que Deus prefere partir da periferia, dos últimos, para alcançar a todos. A missão não começa somente de um lugar descentralizado, mas também de homens “mais simples”. Para escolher os seus primeiros discípulos e futuros apóstolos, Jesus não se dirigiu às escolas dos escribas e dos doutores da Lei, mas às pessoas humildes e simples, como os pescadores que, ao ouvirem o seu chamamento - "Vinde e segui-me e farei de vós pescadores de homens" - o seguem imediatamente. E
 o Santo Padre, a propósito disto, terminou com um apelo que é também para nós: "Queridos amigos e amigas, o Senhor chama também hoje! Passa pelas ruas da nossa vida quotidiana; chama-nos a ir com Ele, a trabalhar com Ele pelo Reino de Deus, nas “Galileias” do nosso tempo. E se algum de vocês ouvir o Senhor que diz “siga-me”, seja corajoso, vá com o Senhor. Ele jamais decepciona. Sintam no coração se os chama. Deixemo-nos alcançar pelo seu olhar, pela sua voz, e sigamo-Lo, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique sem a sua luz".

 

domingo, 19 de janeiro de 2014

EVANGELHO DO II DOMINGO DO TEMPO COMUM (ANO A)


Jo. 1, 29-34 "Eis o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo": é assim que João Batista reconhece Jesus que aparece na multidão às margens do rio Jordão. O encontro narrado no Evangelho deste domingo nos faz entender – observou hoje o Papa Francisco – que "Jesus veio ao mundo com uma missão precisa: libertá-lo da escravidão do pecado, assumindo sobre Si as culpas da humanidade".
"De que modo? Amando. Não há outro modo para vencer o mal e o pecado a não ser com o amor que impele à doação da própria vida em favor dos outros."- acrescentou o Santo Padre. Ele vem, portanto, para fazer a vontade do Pai.
Mas João Baptista no Evangelho deste domingo dá um outro testemunho de Jesus. Ele dá testemunho "de que Ele é o Filho de Deus". Efectivamente foi para isso que João veio: "Ele veio como testemunha para dar testemunho da Luz (Jesus) e todos crerem por meio dele" (Jo. 1, 7-8).
O convite que nos é feito, então, nesta passagem por João Baptista é o de seguir Jesus, "o Filho de Deus", o "Cordeiro de Deus". E isso significa, como disse, hoje, o Papa Francisco:
1º "colocar a inocência no lugar da malícia, o amor no lugar da força, a humildade no lugar da soberba, o serviço no lugar do prestígio",
2º "não viver como uma 'cidadela cercada', mas como uma cidade situada no monte, aberta, acolhedora, solidária"
3º "não assumir atitudes de fechamento, mas propor o Evangelho a todos, testemunhando com a nossa vida que seguir Jesus nos torna mais livres e mais alegres."

PEREGRINAÇÃO À POLÓNIA

Inscreva-se na Peregrinação da Paróquia à Polónia, de 4 a 11 de Agosto, para visitar a terra do Beato João Paulo II.



domingo, 12 de janeiro de 2014

EVANGELHO DA FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR (ANO A)

 
Mt. 3, 13-17 Hoje a Igreja celebra a FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR - acontecimento que marca o início da vida pública de Jesus. Confundindo-se com os pecadores do seu tempo, Jesus submete-se - num gesto de humildade e, como Ele próprio diz, para que se cumpra toda a justiça - ao Baptismo não sacramental, mas de penitência, de João Baptista. 
E quando Jesus recebeu o baptismo de penitência das mãos de João Baptista, solidarizando-se com o povo penitente, Deus fez ouvir a sua voz, do céu: “Este é o meu Filho,  muito amado!”. Os céus abrem-se, portanto, e faz-se ouvir a voz do Pai. Os céus abrem-se para Ele e para nós. Dizia hoje o Papa Francisco, ao comentar o Evangelho deste dia, que com o nascimento de Jesus, os céus abrem-se para nós.  Disse ele: "Se os céus permanecem cerrados, o nosso horizonte nesta vida terrena é obscuro, sem esperança. Mas celebrando o Natal, a fé deu-nos mais uma vez a certeza de que os céus se abriram com a vinda de Jesus (...) A manifestação do Filho de Deus sobre a terra marca o início do grande tempo de misericórdia, pois antes o pecado tinha fechado os céus, elevando como que uma barreira entre o ser humano e o seu Criador. (...) Com o nascimento de Jesus, abrem-se os céus! Deus dá-nos a certeza de um amor indestrutível. Desde que o Verbo se fez carne, é possível ver os céus abertos. Foi possível para os pastores de Belém, para os Magos do Oriente, para João Baptista, para os Apóstolos (...) E é possível também para cada um de nós, se nos deixarmos invadir pelo amor de Deus, que nos foi dado pela primeira vez no Baptismo, por meio do Espírito Santo".
O Baptismo de Jesus recorda-nos, assim, o nosso próprio Baptismo, pelo qual renascemos para uma vida nova e para, tal como Jesus, também nós, sermos, no mundo, suas testemunhas. 
 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

EVANGELHO DA SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR (ANO A)


Mt. 2, 1-12 Hoje a Igreja celebra a solenidade da Epifania, «manifestação» de Cristo a todos os povos, representados pelos Magos vindos do Oriente, guiados por uma estrela. Depois de se ter manifestado, primeiramente, aos pastores, Jesus manifesta-se também a uns "sábios do Oriente", ou seja, aos gentios, aos pagãos. E manifesta-se também a estes, porque Ele veio para salvar TODOS os homens.

"Esta festividade ajuda-nos, pois, a penetrar o profundo sentido da missão universal da Igreja, que se pode compreender como um movimento de irradiação: o irradiar- se da luz de Cristo, reflectida no rosto do seu Corpo místico. E dado que esta luz é luz de amor, verdade e beleza, não se impõe com a força, mas ilumina as mentes e atrai os corações". (João Paulo II - Angelus - 06-I-1997)

O Papa Francisco na sua  Encíclica «Lumen fidei /A Luz da fé», §35 (trad. © Libreria Editrice Vaticana) diz também a propósito que "A luz da fé em Jesus ilumina o caminho de todos aqueles que procuram a Deus e oferece a contribuição própria do cristianismo para o diálogo com os seguidores das diferentes religiões. […] Imagem desta busca são os Magos, guiados pela estrela até Belém (Mt 2,1ss). A luz de Deus mostrou-se-lhes como caminho, como estrela que os guia ao longo duma estrada a descobrir. Deste modo, a estrela fala da paciência de Deus com os nossos olhos, que têm de se habituar ao seu fulgor. Encontrando-se a caminho, o homem religioso deve estar pronto a deixar-se guiar, a sair de si mesmo para encontrar o Deus que não cessa de nos surpreender. Este respeito de Deus pelos olhos do homem mostra-nos que, quando o homem se aproxima dele, a luz humana não se dissolve na imensidão luminosa de Deus, como se fosse um estrela absorvida pela aurora, mas torna-se tanto mais brilhante quanto mais perto fica do fogo gerador, como um espelho que reflecte o resplendor".

Façamos, então, como nos narra o Evangelho de hoje e sigamos a Estrela de Jesus (a sua luz) todos os momentos das nossas vidas.

Senhor, que a Tua Estrela (a tua luz) ilumine os nossos corações para assim Te adorarmos, glorificarmos e darmos bom testemunho de Ti!

sábado, 4 de janeiro de 2014

PARÓQUIA DE S. FRANCISCO XAVIER DE CAPARICA ADQUIRIU IMAGEM DA SAGRADA FAMÍLIA

No passado domingo em que se celebrou a Festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José realizou-se, antes da celebração eucarística das 11h30, e pela segunda vez consecutiva, a Procissão da Sagrada Família. Desta vez a Procissão contou já, para o efeito, com uma imagem condigna da "Sagrada Família"  adquirida com a ajuda da comunidade caboverdiana.
 
Depois da Procissão e da Celebração Eucarística a imagem ocupou na Igreja o lugar que lhe foi destinado e onde pode ser apreciada por todos.



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz 2014

Mensagem para o dia 1 de Janeiro de 2014

                                     MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
                                                    PARA A CELEBRAÇÃO DO
                                                  XLVII DIA MUNDIAL DA PAZ

 
 

FRATERNIDADE, FUNDAMENTO E CAMINHO PARA A PAZ

assim começa:
1. Nesta minha primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz, desejo formular a todos, indivíduos e povos, votos duma vida repleta de alegria e esperança. Com efeito, no coração de cada homem e mulher, habita o anseio duma vida plena que contém uma aspiração irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em quem não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.

assim termina:
Que Maria, a Mãe de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do coração do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que vive nesta nossa amada terra.

domingo, 29 de dezembro de 2013

EVANGELHO DA FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ (ANO A)

 
Mt. 2, 13-15. 19-23 Hoje celebra-se a Festa da SAGRADA FAMÍLIA de Jesus, Maria e José. O Evangelho fala-nos da fuga da Sagrada Família de Belém para o Egipto devido às ameaças de Herodes.
Como afirmou hoje o Santo Padre, este Evangelho mostra-nos como José, Maria e Jesus experimentam as condições dramáticas dos refugiados, marcadas por medo, incerteza e dificuldades e fez
notar que Jesus quis pertencer a uma família humana que passou por várias dificuldades, para tornar claro que Deus está lá onde a pessoa humana enfrenta perigos, lá onde o homem sofre, onde tem de fugir, onde experimenta a recusa e o abandono; mas está também lá onde a pessoa humana sonha, espera regressar à Pátria em liberdade, projecta e opta pela vida, pela própria dignidade e pela dos seus familiares.

Na oração do Angelus deste dia o Papa referiu-se, ainda, à simplicidade de vida da Família de Nazaré, exemplo para as famílias de hoje, ajudando-as a tornarem-se comunidades de amor e de reconciliação, em que se experimenta a ternura, a ajuda e o perdão recíprocos. Mas convidou-as também a tomar consciência da importância que têm na Igreja e na sociedade, especialmente no anuncio do Evangelho que da família passa aos diversos âmbitos da vida quotidiana.
Confiemos, pois, as nossas famílias à Santa Família de Nazaré para que, imitando as suas virtudes, também as nossas famílias se tornem verdadeiras comunidades de amor, união e paz, empenhadas no anúncio do Evangelho...

domingo, 22 de dezembro de 2013

EVANGELHO DO IV DOMINGO DO ADVENTO (ANO A)

Neste IV, e último, domingo do Advento o Evangelho fala-nos de José - das dúvidas de José quando se apercebe que Maria, sua noiva, está grávida. Essas dúvidas, porém, dissipam-se e José acaba por fazer o que o Senhor lhe ordena, quando um Anjo lhe aparece em sonhos e lhe diz que o que em Maria se gerou é fruto do Espírito Santo e que tudo tinha acontecido para se cumprir o que havia sido anunciado por meio do Profeta que diz: "A Virgem conceberá e dará à luz um Filho, que será chamado "Emanuel", que quer dizer "Deus connosco". Por causa dessa sua atitude o Papa Francisco apresentou-o, hoje, na sua catequese dominical como um exemplo de “homem bom” que “não odiava e que não deixou que o rancor lhe envenenasse a alma”. Francisco recordou que, segundo os relatos evangélicos, José ficou “desconcertado” ao ter conhecimento da gravidez de Maria, antes do seu casamento, e que mesmo nessa situação “procurou fazer a vontade de Deus, pronto para a renúncia mais radical”, num “drama interior”. Diante da decisão de “renunciar à coisa mais preciosa, à pessoa mais amada”, José descobre um caminho diferente, “de amor e de felicidade”. “Este Evangelho mostra-nos toda a grandeza de alma de São José. Ele seguia um bom projeto de vida, mas Deus reservava-lhe um outro desígnio, uma missão maior”, precisou Francisco. São José, acrescentou, soube ouvir as “mensagens que lhe chegavam do fundo do coração e do alto”, sem deixar que “o rancor lhe envenenasse a alma”. “Assim tornou-se mais livre e maior”, declarou, e descobriu-se “para lá de si mesmo”. “Disponhamo-nos então a celebrar o Natal, contemplando Maria e José: Maria, a mulher cheia de graça, que teve a coragem de se confiar totalmente à Palavra de Deus; José, o homem fiel e justo, que preferiu acreditar no Senhor em vez de ouvir as vozes da dúvida e do orgulho humano”, concluiu.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Centro Juvenil dos Três Vales

Centro Social Paroquial de Cristo Rei
Veja as atividades deste Espaço Jovem aberto à Comunidade



Projeto CLDS+ do Centro Social Paroquial de Cristo Rei

CLDS+ TECE
Contrato Local de Desenvolvimento Social+TECE - Transformar e E nvolver para Capacitar e Empreender

CONHEÇA ESTE PROJETO

domingo, 15 de dezembro de 2013

EVANGELHO DO III DOMINGO DO ADVENTO (ANO A)

Mt. 11, 2-11 No Evangelho deste 3º Domingo do Advento, João Baptista ao ouvir falar, na prisão, das obras de Cristo manda-lhe dizer pelos discípulos se Ele é Aquele que há-de vir ou se devem esperar outro. Jesus responde-lhes: "Ide contar a João o que vedes e ouvis: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a boa nova é anunciada aos pobres.", aludindo áquilo que todos os profetas, e particularmente Isaías, anunciaram relativamente ao Messias que havia de vir. Ele viria para abrir os olhos dos cegos, desimpedir os ouvidos dos surdos, soltar as línguas dos mudos... Na sua profecia, Isaías refere mesmo que o próprio Deus vem para fazer reinar o prazer e o contentamento e acabar com a dor e o sofrimento. Ele vem para nos salvar e a sua salvação está próxima. E isto é motivo de alegria. Isto é um convite à ALEGRIA e ao entusiasmo. O Papa Francisco na oração do Angelus, desta manhã, disse mesmo: "A Igreja não é um refúgio para pessoas tristes, a Igreja é a casa da alegria!". "Mas a alegria do Evangelho – esclareceu o Pontífice – não é uma alegria qualquer. Encontra a sua razão no saber-se acolhidos e amados por Deus", que "vem salvar-nos, e presta socorro especialmente aos que têm o coração desanimado". Sintamo-nos, pois, acolhidos e amados por Deus e alegremo-nos. O próprio Deus vem salvar-nos.
 

 
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013