terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
PROCISSÃO DE NOSSA SENHORA
No 1ºSábado, dia 7 de Maio pelas 21h, a imagem de Nosssa Senhora de Fátima percorreu algumas ruas da Paróquia enquanto o povo de velas acesas, acompanhado pelo Pároco REZOU O TERÇO E CANTOU A NOSSA SENHORA AGRADECENDO TANTAS GRAÇAS E PEDINDO A SUA PROTEÇÃO PARA TODOS.
Terminou com Adoração e Benção do Santíssimo Sacramento.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Beatificação de João Paulo II: Fátima em vigília mundial de oração
No próximo dia 1 de Maio, Bento XVI presidirá, no Vaticano, à beatificação do seu antecessor, João Paulo II. O Santuário de Fátima associa-se em júbilo a várias celebrações e iniciativas que estão a ser preparadas, algumas com expansão mundial.
30 de Abril – Santuário de Fátima em vigília mundial de oração
Televisão unirá cinco lugares do mundo
Na noite de 30 de Abril, às 19:00 de Lisboa, numa organização do Vicariato de Roma, o mundo vai unir-se em oração.
Intitulada “Totus Tuus – Vigília de Oração em preparação da beatificação de João Paulo II”, a iniciativa terá um forte impacto, uma vez que juntará cinco lugares diferentes, através da televisão:
- a Basílica de Guadalupe, no México;
- o Santuário de Kawekamo, na Tanzânia;
- o Santuário de Fátima; em Portugal
- Cracóvia, na Polónia;
- o Santuário de Nossa Senhora do Líbano, em Beirute.
Em cada uma destas cidades será recitado um mistério do Rosário, difundido em tempo real pelo Centro Televisivo do Vaticano para todo o mundo.
O Santuário de Fátima acolheu com muita alegria o convite para esta oração, porque será mais um momento para lembrar e homenagear João Paulo II.
A Capelinha das Aparições foi o local escolhido para a ligação com Fátima. Deste lugar será possível acompanhar, através de ecrãs televisivos instalados para a ocasião, todo o Rosário.
Mais informações sobre esta iniciativa: http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=475891
No próximo dia 1 de Maio, Bento XVI presidirá, no Vaticano, à beatificação do seu antecessor, João Paulo II. O Santuário de Fátima associa-se em júbilo a várias celebrações e iniciativas que estão a ser preparadas, algumas com expansão mundial.
30 de Abril – Santuário de Fátima em vigília mundial de oração
Televisão unirá cinco lugares do mundo
Na noite de 30 de Abril, às 19:00 de Lisboa, numa organização do Vicariato de Roma, o mundo vai unir-se em oração.
Intitulada “Totus Tuus – Vigília de Oração em preparação da beatificação de João Paulo II”, a iniciativa terá um forte impacto, uma vez que juntará cinco lugares diferentes, através da televisão:
- a Basílica de Guadalupe, no México;
- o Santuário de Kawekamo, na Tanzânia;
- o Santuário de Fátima; em Portugal
- Cracóvia, na Polónia;
- o Santuário de Nossa Senhora do Líbano, em Beirute.
Em cada uma destas cidades será recitado um mistério do Rosário, difundido em tempo real pelo Centro Televisivo do Vaticano para todo o mundo.
O Santuário de Fátima acolheu com muita alegria o convite para esta oração, porque será mais um momento para lembrar e homenagear João Paulo II.
A Capelinha das Aparições foi o local escolhido para a ligação com Fátima. Deste lugar será possível acompanhar, através de ecrãs televisivos instalados para a ocasião, todo o Rosário.
Mais informações sobre esta iniciativa: http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=475891
domingo, 24 de abril de 2011
MÊS DE MARIA
Nossa Senhora em Fátima pediu:
"Rezem o Terço todos os dias"
Convidamos todas as famílias no Domingo dia 1 de Maio às 18h a rezar o Terço na Paróquia de S. Francisco Xavier.
É o dia da Beatificação em Roma do Papa João Paulo II
É o Dia da Mãe!
É o início do mês de Maria
Temos muitas graças a agradecer e a pedir por intercessão de Nossa Senhora
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Semana Santa 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA

Porque neste ano pastoral de 2010-2011 se pretende de forma especial:
- fazer memória das aparições do Anjo em Fátima, em 1916
- assinalar a beatificação de João Paulo II, que acontece no dia 1 de Maio na Praça de S. Pedro, no Vaticano.
Inscreva-se com a família na Peregrinação da Paróquia de S. Francisco Xavier a Fátima no Domingo dia 3 de Julho com partida às 7h.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
PEREGRINAÇÃO A ITÁLIA

PEREGRINAÇÃO A ITÁLIA
VENEZA,PÁDUA,FLORENÇA,ASSIS E ROMA
VENEZA,PÁDUA,FLORENÇA,ASSIS E ROMA
23 a 28 de Agosto 2011
Acompanhados pelo Padre José Pires Lopes Nunes
Acompanhados pelo Padre José Pires Lopes Nunes
PROGRAMA:
Dia 23/08 (Ter.) - S. F. XAVIER DE CAPARICA / LISBOA / VENEZA / PÁDUA
Comparência em hora e local a indicar, partida em autocarro de turismo em direcção ao
aeroporto, encontro às 06h00 junto à loja da GeoStar. Formalidades de embarque
assistidas por delegado da agência. Partida ás 08h00 em avião de carreira regular da TAP
com destino a Veneza. Chegada pelas 12h00, formalidades de desembarque. Almoço em
restaurante local. Continuação para o porto de embarque e travessia de barco com
destino à Praça de S. Marcos. Visita da cidade mundialmente famosa e que surge das
águas, como um milagre. A Praça de São Marcos contrasta com a cidade labiríntica,
repleta de ruas com casas gastas pela corrosão incontrolável da água. A nossa visita
incluí a Praça e Basílica de São Marcos e a Ponte dos Suspiros. Passeio pelas ruelas da
cidade. Jantar em restaurante local. Transporte para Pádua. Alojamento no hotel.
Dia 24/08 (Qua.) - PÁDUA / FLORENÇA
Pequeno almoço no hotel e visita da Basílica de Santo António de Pádua, ligada ao Santo
Português (Eucaristia). Continuação em direcção a Florença. Chegada e almoço em
restaurante local. Após esta refeição, início da visita da cidade de Florença, com guia
local, com destaque para a Praça Signoria, Igreja de Santa Cruz, Baptistério, Catedral e
Ponte velha. Chegada ao hotel ao final da tarde. Instalação. Jantar e alojamento.
Dia 25/08 (Qui.) - FLORENÇA / ASSIS
Pequeno almoço no hotel. De manhã, partida em direcção a Assis, terra de S. Francisco e
Sta Clara. Almoço em restaurante local. Chegada e visita da Basílica de Santa Maria dos
Anjos, onde se encontra a Porciúncula e o Roseto (jardim das rosas sem espinhos), tudo
muito ligado à vida e morte de S. Francisco. Visita à Basílica de São Francisco de Assis,
onde se venera o seu túmulo e se podem admirar os frescos de Giotto. (Eucaristia).
Jantar e alojamento no hotel.
DIA 26/08 (Sex.) - ASSIS / ROMA
Pequeno almoço no hotel e partida para Roma. Chegada e início da visita panorâmica da
cidade, com guia local, percorrendo alguns dos muitos monumentos e locais de interesse
da magnífica capital de Itália, como sejam, o Coliseu (exterior), o Arco de Constantino, a
Praça Veneza e os Fóruns Romanos, antigo centro comercial, político e religioso da
cidade. Almoço em restaurante local. De tarde, visita da Igreja de Santo Inácio de Loyola e a Igreja de Jesus (Il Gesù), onde se encontra o Braço de São Francisco de Xavier (Eucaristia). visita da Basílica de Santa Maria Maior. Continuação, passando junto ao Panteão, cujo majestoso perfil permaneceu inalterado depois de resistir aos usos e costumes de quase dois milénios da sua construção, sendo o edifício de Roma antiga,que se encontra em melhor estado de conservação. Continuamos com a visita da Praça Navona, rodeada por palácios barrocos, esta enorme e bela praça proporciona um
agradável pano de fundo barroco à agitação da moderna vida romana. Passagem pela
Fonte de Trevi, a maior e mais famosa fonte de Roma. Regresso ao hotel ao final da
tarde. Jantar e alojamento
DIA 27/08 (Sab.) - ROMA
Pequeno almoço no hotel e inicio da visita da Praça de São Pedro, onde poderemos
admirar a beleza da sua Basílica, a igreja mais bonita da cristandade. No interior da
Basílica de S. Pedro, construída no local onde se encontrava o sepulcro do Santo,
poderemos observar entre outras obras, a Pietà de Miguel Ângelo, o altar, que só é
usado pelo Papa e que é feito em Bronze retirado do Panteão e o túmulo do Papa João
Paulo II. Almoço visita das Catacumbas de S. Calixto, onde poderemos visitar a cripta
dos Papas, onde estão enterrados 9 papas e vários bispos. Visita à Igreja de São
Sebastião (Eucaristia). Continuação com a visita das Basílicas S. João de Latrão e Escada
Santa. Regresso ao hotel, jantar e alojamento.
DIA 28/08 (Dom.) - ROMA / LISBOA / S. F. XAVIER DE CAPARICA
Pequeno almoço no hotel e saída para visita da Basílica de S. Paulo Fora de Muros, onde
se encontra o túmulo de São Paulo debaixo do altar-mor da basílica, descoberto no ano
de 2002. O túmulo - que já em 390 se acreditava ser de São Paulo - tem inscrita a frase
"Paulo Apostol o Mart" (Paulo, apóstolo mártir). Celebração de Eucaristia em hora a
indicar. Saída em direcção ao aeroporto de Fiumicino para formalidades de embarque.
Partida às 14h30 em avião de carreira regular com destino a Portugal. Chegada pelas
16h30 ao aeroporto da Portela, formalidades de desembarque e transporte privativo
para a Paróquia de São Francisco Xavier de Caparica.
FIM DA VIAGEM
(mínimo de 31 participantes)
PREÇO POR PESSOA:
Quarto duplo..................................... 1 190,00 €
Suplemento para Quarto Individual ................. 190,00 €
Obrigatório Bilhete de Identidade
LUGARES LIMITADOS INSCRIÇÕES ATÉ 15 DE MAIO DE 2011
No acto da inscrição entregar o sinal de 250€, para reserva de lugar.
Quinta de S. Francisco de Borja
Rua das Quintas 7-11 2825 - 021 Caparica
Cartório Paroquial - 212 940 947 ou D. Graça Santos - 962 545 194
SERVIÇOS INCLUÍDOS:
• Transporte privativo da paróquia ao aeroporto e vice-versa;
• Passagem aérea em voos regulares , com direito ao transporte de 20 kg de bagagem;
• Taxas de: aeroporto, segurança e combustível (90,36 €);
• Transporte em autocarro de turismo dos aeroportos aos hotéis e vice-versa;
• Circuito em autocarro privativo de turismo com ar condicionado;
• Estadia em hoteis de primeira categoria, com banho ou duche;
• Taxa de alojamento em Roma
• Refeições de acordo com o presente programa de viagem (menú fixo);
• Excursões e visitas de acordo com o presente programa, orientadas por guias locais a falar português ou espanhol conforme a disponibilidade;
• Entradas pagas nas Catacumbas;
• Guia acompanhante durante todo o circuito em Itália;
• Taxas de turismo e serviço;
• Seguro de viagem;
• Saco de viagem GeoStar.
SERVIÇOS NÃO INCLUÍDOS:
Bebidas às refeições, refeições especiais ou não mencionadas, bagageiros, gratificações a
guia e motorista, entradas em museus e monumentos quando não esteja explicito a
visita do interior, extras de carácter pessoal e tudo o que não esteja devidamente
especificado no presente programa.
ALTERAÇÃO DE PREÇOS:
• Os preços constantes neste programa estão cotizados de acordo, com os custos das taxas de
90,36€: aeroporto, segurança e combustíveis, vigentes à data da elaboração, pelo que poderão
sofrer alterações.
Data de Impressão: 08/02/2011
Departamento do Turismo Religioso Contactos 217 220 111 /19 / 24 / 27 Linha 24 Horas 707 24 14 14
Sede do Departamento: Rua Lúcio de Azevedo 23 - A 1600 -145 Lisboa Email: t.religioso@geostar.pt
Capital Social EUR 6 000 000 MATRIC. CRC Lisboa / NIPC 500 886 113 Alvará N.º 315/79
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S. FRANCISCO XAVIER

PARA MELHOR CONHECER S.FRANCISCO XAVIER
Podemos ter acesso facilitado fazendo download de alguns livros que são um verdadeiro tesouro espiritual que nos permitirá um conhecimento mais aprofundado da vida e espiritualidade de S. Francisco Xavier.
http://www.ppcj.pt/S.-Francisco-Xavier-286.aspx
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Bíblia para as crianças
Muito interessante para Pais, Crianças da Catequese e
Catequistas:
a Bíblia Infantil
http://recursos.cnice.mec.es/bibliainfantil/index_c.html
Catequistas:
a Bíblia Infantil
http://recursos.cnice.mec.es/
sábado, 1 de janeiro de 2011
DIA MUNDIAL DA PAZ

"O Senhor te abençoe e te proteja.
O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável.
O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a Paz."
Num 6, 24-26Mensagem do Papa Bento XVI para o 44º Dia Mundial da Paz:
"LIBERDADE RELIGIOSA, CAMINHO PARA A PAZ"
http://www.agencia.ecclesia.pt/dlds/bo/messagem_paz2011.pdf
domingo, 26 de dezembro de 2010
Boas Festas
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Novena a S. Francisco Xavier
Novena da Graça de 4 a 12 de Março dia da Canonização de S. Francisco Xavier em 1622.Também se pode fazer de 25 de Novembro a 3 de Dezembro, data da sua morte na Ilha de Sanchoão às portas da China...
Ó glorioso e amantíssimo S. Francisco Xavier, convosco humildemente adoro a Divina Magestade e Lhe dou infinitos louvores pelos singularíssimos dons de graça que vos concedeu durante a vida e de glória depois da morte; e com todo o coração vos peço que me alcanceis a preciosíssima graça se viver e morrer santamente.
Peço-vos também....( pede-se a graça desejada): e se isto não é para maior glória de Deus e maior bem da minha alma, alcançai-me o que a uma e outra for mais conforme. Assim seja.
- Pai Nosso, Avé Maria e Glória
- Rogai por nós, S. Francisco Xavier.
- Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos:
Ó Deus, que por meio da pregação de S. Francisco Xavier, Vos dignastes trazer ao seio da vossa Igreja os gentios do Oriente, concedei-nos que imitemos as virtudes daquele cujos gloriosos merecimentos veneramos. Por Cristo, Nosso Senhor. Amen.
Ó glorioso e amantíssimo S. Francisco Xavier, convosco humildemente adoro a Divina Magestade e Lhe dou infinitos louvores pelos singularíssimos dons de graça que vos concedeu durante a vida e de glória depois da morte; e com todo o coração vos peço que me alcanceis a preciosíssima graça se viver e morrer santamente.
Peço-vos também....( pede-se a graça desejada): e se isto não é para maior glória de Deus e maior bem da minha alma, alcançai-me o que a uma e outra for mais conforme. Assim seja.
- Pai Nosso, Avé Maria e Glória
- Rogai por nós, S. Francisco Xavier.
- Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
Oremos:
Ó Deus, que por meio da pregação de S. Francisco Xavier, Vos dignastes trazer ao seio da vossa Igreja os gentios do Oriente, concedei-nos que imitemos as virtudes daquele cujos gloriosos merecimentos veneramos. Por Cristo, Nosso Senhor. Amen.
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
4º Aniversário
Hoje 15 de Outubro é o 4º aniversário da criação da Paróquia de S. Francisco Xavier de Caparica e da tomada de posse do seu 1º Pároco , o P. José Pires Lopes Nunes, SJ
Demos muitas graças a Deus!
Demos muitas graças a Deus!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
PROGRAMA PASTORAL DIOCESE SETÚBAL 2010-2013
Igreja de Setúbal, educa a fé dos teus filhos
"Oferecer uma iniciação cristã exigente e atractiva" (Bento XVI)
Programa Pastoral para 2010-2013
1. Auscultação do Povo de Deus. (até Fevereiro de 2011)
Trata-se de uma iniciativa de todas as dioceses de Portugal, por iniciativa da Conferência Episcopal, cujos objectivos e meios se encontram no instrumento de trabalho intitulado "Repensar juntos a Pastoral em Portugal". Esta iniciativa faz parte do programa mais amplo da mesma Conferência intitulado "Formação para a missão - Formação na missão".
A auscultação é dirigida ao um maior número de pessoas (leigos, clérigos e religiosos), de preferência em grupos (já existentes nas paróquias, a começar pelo Conselho Pastoral, catequistas, colaboradores na liturgia e na acção sócio-caritativa) e outros a criar; através da catequese e dos escuteiros, o convite chegará aos pais; também nos movimentos do apostolado dos leigos, nas equipas de casais, etc. A auscultação poderá ter ser feita também individualmente.
Não se trata de fazer qualquer tipo de estudo sociológico, mas de estabelecer um "itinerário sinodal", de modo proporcionar um discernimento conduzido pelo Espírito Santo que fala à Igreja quando esta, em comunhão de fé e caridade, perscruta os sinais dos tempos e acolhe os apelos de Deus em ordem à renovação dos caminhos da sua missão no mundo.
Na diocese de Setúbal, estabelecemos a metodologia e os prazos seguintes:
a) O período central da auscultação irá de 20 de Outubro a 7 de Dezembro.
b) Até ao dia 7 de Outubro, serão preparados os materiais necessários à auscultação.
c) No dia 7 de Outubro, terá lugar o Plenário do Clero, no qual se fará o lançamento deste itinerário sinodal, com a apresentação dos materiais necessários e do método a seguir.
d) Durante os restantes dias do mês de Outubro, reunir-se-á em cada paróquia o Conselho Pastoral, a fim de, com o Pároco, planear a auscultação na paróquia.
e) Para uma boa animação e coordenação das tarefas, convém criar em cada paróquia uma equipa de trabalho.
f) Até 7 de Dezembro, nas paróquias e outras estruturas da Diocese, proceder-se-á à auscultação.
g) De 10 de Dezembro a 15 de Janeiro, serão feitas as sínteses das respostas, a nível paroquial e vicarial.
h) Até meados de Fevereiro será feita a síntese diocesana a enviar ao Secretariado da CEP até ao fim deste mês.
Para o sucesso desta auscultação é necessário proceder ao esclarecimento da comunidade sobre o significado e a finalidade desta auscultação e, a partir da convicção e do entusiasmo dos responsáveis, incentivar à participação séria e generosa do maior número possível de fiéis.
A nível diocesano, será nomeada uma equipa para dinamizar e acompanhar todo este processo.
2. Desenvolvimento do tema do triénio. (a partir de Fevereiro de 2011 até Julho de 2013)
Na sequência dos temas que têm vindo a dinamizar a vida diocesana (a Eucaristia, a Palavra de Deus e S. Paulo, o Sacerdócio ministerial), vamos dar especial atenção à iniciação cristã.
Esta opção, que foi proposta em vários conselhos diocesanos, encontra-se articulada com os temas anteriores numa mesma finalidade global: promover o conhecimento e o encontro vital de cada pessoa com Jesus Cristo, presente na Eucaristia, na Palavra e na vida quotidiana dos crentes, o que implica conhecimento e firmeza na fé e também capacidade de dar de Jesus um testemunho convicto e esclarecido.
Por outro lado, esta opção enquadra-se no projecto global da CEP já referido (Formação para a missão - Formação na missão) e confirmado recentemente pelo Santo Padre, em Fátima, no dia 13 de Maio, dirigindo-se aos Bispos de Portugal: "... a fim de que num só coração e numa só alma, possais levar a cabo o empenho pastoral que vos propusestes: oferecer a todos os fiéis uma iniciação cristã exigente e atractiva, comunicadora da integridade da fé e da espiritualidade radicada no Evangelho, formadora de agentes livres no meio da vida pública. ... Os tempos que vivemos exigem um novo vigor missionário dos cristãos chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja, solidário com a complexa transformação do mundo. Há necessidade de verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo, sobretudo nos meios humanos onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo."
O tema deste novo ciclo da vida pastoral da nossa Diocese é assim formulado:
Igreja de Setúbal, educa a fé dos teus filhos
“Oferecer uma iniciação cristã exigente e atractiva” (cf. Bento XVI, Fátima, 2010).
Queremos com este tema melhorar na nossa Diocese a iniciação cristã em todos os seus aspectos, uma iniciação simultaneamente exigente e atractiva, como disse o Santo Padre.
Queremos também ajudar toda a Diocese a compreender a sua corresponsabilidade na iniciação cristã, quer ajudando a preparar os que pedem o Baptismo, quer ajudando os que vão sendo baptizados a viver no ritmo pleno da vida cristã, quer ajudando a completar a iniciação daqueles que ainda não receberam o sacramento do Crisma.
Caberia nestas opções lugar para a catequese dos adultos, enquanto iniciação dos já baptizados que nunca a fizeram. Na impossibilidade, porém, de envolver todos os aspectos, pretendemos criar dinamismos que permitam responder mais adequadamente às seguintes necessidades pastorais:
1. Reorganização do Catecumenado.
Retomando a Instrução Pastoral "As Fontes da Salvação" de D. Manuel Martins (de 04.04.1996), constituir-se-á um grupo para estudar e propor caminhos pastorais "exigentes e atractivos" para a preparação de crianças e adultos para o Baptismo, em fidelidade ao Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos.
2. Formação dos catequistas de crianças e adolescentes.
Dando continuação ao trabalho já iniciado quanto à frequência do Curso Geral e do estágio por vários catequistas, experimentar-se-ão várias modalidades de frequência deste Curso, que inclui o estágio, de modo que um elevado número de catequistas possa garantir às crianças e adolescentes uma catequese doutrinalmente segura e pedagogicamente adequada.
3. Envolvimento dos pais na catequese dos filhos.
A partir da inscrição dos filhos na catequese, pretende-se encontrar formas de ajudar os pais a descobrir o sentido profundo da catequese e a aprofundar a fé ou, sendo o caso de estarem afastados da vivência cristã, de abrir o coração a Jesus Cristo.
4. Apelo e preparação de adultos para o sacramento do Crisma.
Havendo ainda um elevado número de adultos que não completaram a iniciação cristã por não terem recebido o sacramento do Crisma, encontraremos formas de sensibilizar estes adultos para se prepararem e celebrarem este Sacramento.
Para cada área será constituído um grupo de trabalho que estudará e proporá caminhos de acção pastoral mais eficazes, articulando a exigência das propostas com a arte de chamar e de acolher com simpatia, conforme a pedagogia de Jesus.
"Oferecer uma iniciação cristã exigente e atractiva" (Bento XVI)
Programa Pastoral para 2010-2013
1. Auscultação do Povo de Deus. (até Fevereiro de 2011)
Trata-se de uma iniciativa de todas as dioceses de Portugal, por iniciativa da Conferência Episcopal, cujos objectivos e meios se encontram no instrumento de trabalho intitulado "Repensar juntos a Pastoral em Portugal". Esta iniciativa faz parte do programa mais amplo da mesma Conferência intitulado "Formação para a missão - Formação na missão".
A auscultação é dirigida ao um maior número de pessoas (leigos, clérigos e religiosos), de preferência em grupos (já existentes nas paróquias, a começar pelo Conselho Pastoral, catequistas, colaboradores na liturgia e na acção sócio-caritativa) e outros a criar; através da catequese e dos escuteiros, o convite chegará aos pais; também nos movimentos do apostolado dos leigos, nas equipas de casais, etc. A auscultação poderá ter ser feita também individualmente.
Não se trata de fazer qualquer tipo de estudo sociológico, mas de estabelecer um "itinerário sinodal", de modo proporcionar um discernimento conduzido pelo Espírito Santo que fala à Igreja quando esta, em comunhão de fé e caridade, perscruta os sinais dos tempos e acolhe os apelos de Deus em ordem à renovação dos caminhos da sua missão no mundo.
Na diocese de Setúbal, estabelecemos a metodologia e os prazos seguintes:
a) O período central da auscultação irá de 20 de Outubro a 7 de Dezembro.
b) Até ao dia 7 de Outubro, serão preparados os materiais necessários à auscultação.
c) No dia 7 de Outubro, terá lugar o Plenário do Clero, no qual se fará o lançamento deste itinerário sinodal, com a apresentação dos materiais necessários e do método a seguir.
d) Durante os restantes dias do mês de Outubro, reunir-se-á em cada paróquia o Conselho Pastoral, a fim de, com o Pároco, planear a auscultação na paróquia.
e) Para uma boa animação e coordenação das tarefas, convém criar em cada paróquia uma equipa de trabalho.
f) Até 7 de Dezembro, nas paróquias e outras estruturas da Diocese, proceder-se-á à auscultação.
g) De 10 de Dezembro a 15 de Janeiro, serão feitas as sínteses das respostas, a nível paroquial e vicarial.
h) Até meados de Fevereiro será feita a síntese diocesana a enviar ao Secretariado da CEP até ao fim deste mês.
Para o sucesso desta auscultação é necessário proceder ao esclarecimento da comunidade sobre o significado e a finalidade desta auscultação e, a partir da convicção e do entusiasmo dos responsáveis, incentivar à participação séria e generosa do maior número possível de fiéis.
A nível diocesano, será nomeada uma equipa para dinamizar e acompanhar todo este processo.
2. Desenvolvimento do tema do triénio. (a partir de Fevereiro de 2011 até Julho de 2013)
Na sequência dos temas que têm vindo a dinamizar a vida diocesana (a Eucaristia, a Palavra de Deus e S. Paulo, o Sacerdócio ministerial), vamos dar especial atenção à iniciação cristã.
Esta opção, que foi proposta em vários conselhos diocesanos, encontra-se articulada com os temas anteriores numa mesma finalidade global: promover o conhecimento e o encontro vital de cada pessoa com Jesus Cristo, presente na Eucaristia, na Palavra e na vida quotidiana dos crentes, o que implica conhecimento e firmeza na fé e também capacidade de dar de Jesus um testemunho convicto e esclarecido.
Por outro lado, esta opção enquadra-se no projecto global da CEP já referido (Formação para a missão - Formação na missão) e confirmado recentemente pelo Santo Padre, em Fátima, no dia 13 de Maio, dirigindo-se aos Bispos de Portugal: "... a fim de que num só coração e numa só alma, possais levar a cabo o empenho pastoral que vos propusestes: oferecer a todos os fiéis uma iniciação cristã exigente e atractiva, comunicadora da integridade da fé e da espiritualidade radicada no Evangelho, formadora de agentes livres no meio da vida pública. ... Os tempos que vivemos exigem um novo vigor missionário dos cristãos chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja, solidário com a complexa transformação do mundo. Há necessidade de verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo, sobretudo nos meios humanos onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo."
O tema deste novo ciclo da vida pastoral da nossa Diocese é assim formulado:
Igreja de Setúbal, educa a fé dos teus filhos
“Oferecer uma iniciação cristã exigente e atractiva” (cf. Bento XVI, Fátima, 2010).
Queremos com este tema melhorar na nossa Diocese a iniciação cristã em todos os seus aspectos, uma iniciação simultaneamente exigente e atractiva, como disse o Santo Padre.
Queremos também ajudar toda a Diocese a compreender a sua corresponsabilidade na iniciação cristã, quer ajudando a preparar os que pedem o Baptismo, quer ajudando os que vão sendo baptizados a viver no ritmo pleno da vida cristã, quer ajudando a completar a iniciação daqueles que ainda não receberam o sacramento do Crisma.
Caberia nestas opções lugar para a catequese dos adultos, enquanto iniciação dos já baptizados que nunca a fizeram. Na impossibilidade, porém, de envolver todos os aspectos, pretendemos criar dinamismos que permitam responder mais adequadamente às seguintes necessidades pastorais:
1. Reorganização do Catecumenado.
Retomando a Instrução Pastoral "As Fontes da Salvação" de D. Manuel Martins (de 04.04.1996), constituir-se-á um grupo para estudar e propor caminhos pastorais "exigentes e atractivos" para a preparação de crianças e adultos para o Baptismo, em fidelidade ao Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos.
2. Formação dos catequistas de crianças e adolescentes.
Dando continuação ao trabalho já iniciado quanto à frequência do Curso Geral e do estágio por vários catequistas, experimentar-se-ão várias modalidades de frequência deste Curso, que inclui o estágio, de modo que um elevado número de catequistas possa garantir às crianças e adolescentes uma catequese doutrinalmente segura e pedagogicamente adequada.
3. Envolvimento dos pais na catequese dos filhos.
A partir da inscrição dos filhos na catequese, pretende-se encontrar formas de ajudar os pais a descobrir o sentido profundo da catequese e a aprofundar a fé ou, sendo o caso de estarem afastados da vivência cristã, de abrir o coração a Jesus Cristo.
4. Apelo e preparação de adultos para o sacramento do Crisma.
Havendo ainda um elevado número de adultos que não completaram a iniciação cristã por não terem recebido o sacramento do Crisma, encontraremos formas de sensibilizar estes adultos para se prepararem e celebrarem este Sacramento.
Para cada área será constituído um grupo de trabalho que estudará e proporá caminhos de acção pastoral mais eficazes, articulando a exigência das propostas com a arte de chamar e de acolher com simpatia, conforme a pedagogia de Jesus.
Repensar Juntos a Pastoral da Igreja em Portugal
REPENSAR JUNTOS A PASTORAL DA IGREJA EM PORTUGAL
Instrumento de trabalho
Apresentação
A Conferência Episcopal Portuguesa decidiu promover um caminho para “repensar a pastoral da Igreja em Portugal”, de modo a adequá-la melhor ao mandato recebido de Jesus e às circunstâncias actuais. Como ponto de partida, foi elaborado o documento “Formação para a missão – formação na missão”. Nele se aponta este objectivo: “encontrar uma compreensão comum a todas as Igrejas de Portugal dos caminhos da missão e enunciar prioridades de opções e dinâmicas de acção com as quais todas as Dioceses se comprometam”. E refere-se como método a leitura dos “sinais dos tempos”, segundo a perspectiva do Concílio Vaticano II (cf. GS 4 e 11).
O presente instrumento de trabalho dá continuidade prática ao citado documento, que indica: “Temos todos de perscrutar o Espírito, para na autenticidade do que somos, merecermos o futuro que Deus quer e nos dará”. Daí a oração que deve marcar e inspirar este esforço eclesial: “Ensinai-nos, Senhor, o vosso caminho e caminharemos na verdade. Dirigi a vossa Igreja em Portugal, para que honre e testemunhe o vosso Nome” (cf. Sl 86,11).
Neste esforço para repensar a pastoral, pretende-se envolver num caminho sinodal, em comunhão e colaboração, a nível diocesano e nacional, os múltiplos agentes pastorais (bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, movimentos, associações de fiéis e outras obras eclesiais). Assim, o itinerário percorrerá várias etapas, como se dirá mais abaixo. Não de trata de realizar um sínodo nacional mas tão só adoptar o espírito e o estilo sinodal.
O método com o qual se começa é o discernimento pastoral. Trata-se de um processo de observação, análise e perscrutação dos sinais de Deus na realidade da vida da Sociedade e da Igreja. Em termos paulinos, procura-se “discernir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que lhe é agradável, o que é perfeito”, em ordem a determinar o caminho e os modos de a Igreja em Portugal cumprir de modo mais frutuoso a sua missão. Este processo, conduzido na atenção e docilidade ao Espírito Santo, requer previamente da parte de todos os que nele se envolvam a disponibilidade para se deixar “transformar, adquirindo uma nova mentalidade” (cf. Rm 12,2).
Neste caminho eclesial, procura-se atingir os seguintes objectivos específicos:
1.Chegar à consciência clara do que realmente move a Igreja na acção pastoral e à convicção de que sem uma confiança firme e a comunhão profunda com Cristo e em Cristo nada se pode fazer (cf. Jo 15,5).
2.Discernir os sinais de Deus na sociedade actual, como apelos e luz que permite à Igreja vislumbrar o horizonte para o qual se deve orientar.
3.Identificar e acolher a ajuda actual de Deus, com a qual abre à Igreja novos caminhos ou possibilidades inovadoras em ordem à sua missão pastoral.
I. Itinerário sinodal proposto
Para pôr em andamento este processo, propõe-se a todos os pastores das dioceses e aos dirigentes e responsáveis das variadas expressões da Igreja em Portugal a prática da comunhão e da colaboração eclesial em ordem à identificação das linhas comuns de acção pastoral. Elas não porão em causa o caminho e as legítimas opções de cada diocese ou organismo eclesial mas deverão inspirá-las e constituir o horizonte comum de referência.
Mediante o trabalho de discernimento pastoral, à luz do Evangelho e na atenção e docilidade ao Espírito, procuramos identificar progressivamente o caminho por onde ir e as prioridades a assumir, sabendo que não deixaremos cair os esforços habituais, mas colocamos o empenho principal nos novos caminhos...
Para essa caminhada, propomos os seguintes passos:
1.A Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) aprecia a presente proposta e instrumento de trabalho, apresentado pelo grupo promotor representativo das Dioceses e outras instâncias eclesiais em ordem a lançar a dinâmica da procura e do discernimento pastoral. Sendo aprovado, torna-o público para se pôr em prática. (Abril de 2010)
2.Nas Jornadas Pastorais do Episcopado, a CEP começa o processo de “repensar juntos a pastoral da Igreja em Portugal”, revendo experiências e ouvindo o contributo de peritos em teologia e pastoral e de figuras da sociedade civil e da cultura. (Junho de 2010)
3.Durante vários meses, nas Dioceses (conselhos pastorais ou outras instâncias), nas conferências ou direcções nacionais dos institutos de vida consagrada e dos movimentos e associações de fiéis far-se-á o trabalho de discernimento pastoral, conforme se propõe mais adiante. (Setembro de 2010 a Março de 2011)
4.Depois, o resultado deste trabalho, com os vários contributos diocesanos e nacionais, é recolhido e sintetizado no Secretariado Geral do Episcopado. (Abril de 2011)
5.As conclusões recolhidas são depois reflectidas pelo grupo representativo das dioceses, congregações e movimentos. O resultado final será entregue à CEP. (Maio de 2011)
6.Nas jornadas pastorais, estudam-se as formas de pôr em prática as orientações comuns nas Diocese e nas diferentes instâncias da Igreja. (Jornadas Pastorais do Episcopado, Junho de 2011)
7.A CEP define as orientações pastorais comuns para a Igreja em Portugal. (Assembleia Plenária, Novembro de 2011)
8.Três anos depois (2014), pelos meios julgados oportunos, a CEP avaliará o caminho pastoral feito e os seus frutos, e, se assim o entender, definirá a sua continuidade.
II. Proposta para o discernimento pastoral
(instrumento de reflexão)
1. Traços da situação actual
No Concílio Vaticano II, a Igreja reviu-se nas palavras de S. João (1 Jo 1, 2-3), nas quais declara que os apóstolos e toda a comunidade dos cristãos viviam em comunhão com Deus e com Seu Filho Jesus Cristo e deseja que os destinatários da sua carta pudessem também viver em comunhão com e como eles (cf. DV 1). Por esta comunhão com e em Deus, que é amor, a Igreja torna‑se “o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano” (LG 1).
Todavia, a incarnação desta comunhão na vida e missão da Igreja em Portugal encontra dificuldades e resistências várias, que entravam o testemunho do Evangelho na sociedade e o serviço espiritual aos homens. A Igreja – nas suas múltiplas dioceses, congregações religiosas, movimentos, novas comunidades, associações de fiéis – vive dispersa em inúmeras actividades, encontros, jornadas, congressos, instituições... que parecem não ter ligação entre si nem dar aquela vitalidade e inovação significativa na vida dos cristãos, nem irradiar sinais de esperança na sociedade em que vivemos. Há nela muitas instituições sociais, meios de comunicação social, instituições de ensino e assistência... mas parecem ficar no seu âmbito próprio, sem serem vistas e reconhecidas, e nem elas mesmas parecem sentir-se e agir como membros diferenciados de um só corpo, a Igreja. As cartas, notas, mensagens e outros documentos pastorais da Conferência Episcopal têm algum impacto no momento em que são publicados, mas depois são esquecidos, não chegando a dar os frutos desejados. O processo de catequese, sobretudo na infância e adolescência, foi recentemente renovado e alargado, mas observa-se que, a não ser numa pequena percentagem, acaba por não gerar cristãos vivos e empenhados. Por outro lado, no que se refere aos jovens e aos adultos, não se têm conseguido grandes avanços na formação sólida da fé de modo a acompanhar os diferentes momentos da vida das pessoas. Que falta?
Ao mesmo tempo que se nota decréscimo em vários aspectos na Igreja em Portugal, também há sinais novos. Mencionamos alguns, a título de exemplo, para que se descubram outros: na sequência do sopro conciliar do Espírito, a vida da Igreja e dos cristãos tornou-se mais simples e fraterna, desenvolveu-se bastante a participação laical, quer no interior das comunidades cristãs quer mesmo nalgumas causas (solidariedade em causas emergentes, defesa da vida, afirmação da família constituída por um homem e uma mulher unidos pelo casamento...), apareceram ou cresceram significativamente novos movimentos, comunidades e associações de fiéis, com propostas inovadoras de evangelização, de vida comunitária e de testemunho da fé no mundo... Não será, através destes sinais, que o Espírito Santo nos indica o caminho?
Vivemos, na Europa e também em Portugal, numa sociedade cada vez mais secularizada e, por vezes, secularista, abafando ou denegrindo o valor e a influência pessoal e social da religião, da fé cristã e da Igreja. Conforme a palavra de Deus proclamada pelo profeta, pode dizer-se que as pessoas escolheram confiar no homem e contar somente com a força humana, “afastando o seu coração do Senhor” (Jer 17, 5). Ao mesmo tempo, há sinais evidentes de que persistem nos corações humanos os anseios pela espiritualidade e pela comunhão com o mistério divino. E percebe-se o desafio à Igreja de saber comunicar o Evangelho de modo atractivo como “palavra que dá vida” e “vida em abundância”, e de fazer propostas cativantes que possibilitem matar a sede a quem procura saciar as inquietações do seu espírito pela comunhão com Deus.
Toda esta mudança social e cultural e a diminuição da relevância da Igreja constituem um apelo a todos os seus membros, para sermos, como escreveu João Paulo II, “mais humildes e vigilantes na nossa adesão ao Evangelho” (NMI 6). A Igreja em Portugal é assim chamada a viver em atitude de serviço generoso e a ser fermento pela autenticidade das suas propostas e do seu testemunho. Diz alguém: “O mundo é de quem o ama e sabe melhor prová-lo”.
2. Três aspectos para uma “nova maneira de ser Igreja”
Analisando a situação da Igreja em Portugal, nos seus múltiplos membros e actividades, e as circunstâncias sociais e culturais do nosso povo, parecem emergir três questões cuja resposta pode indicar o caminho para as prioridades da acção pastoral. São elas: a exigência da formação cristã, para sermos melhores fiéis e darmos testemunho do Evangelho; o empenho criativo, ardente e frutuoso na nova evangelização, com um modo cristão e eclesial novo de estar e agir no mundo; a reorganização das comunidades cristãs, que passa pela descoberta de novas formas de exercício do ministério sacerdotal e a implementação da diversidade de ministérios eclesiais.
Estas possíveis linhas comuns de acção pastoral deverão ser confirmadas ou eventualmente alteradas, após o processo de discernimento pastoral. Através dele, somos convidados a acolher o mesmo convite que o Espírito disse ao vidente do Apocalipse, quando lhe apresentou o retrato das Igrejas da Ásia Menor (Ap 2-3): trata-se de dar ouvidos ao que o Espírito hoje diz às Igrejas que estão em Portugal (cf. Ap 2, 7.11.17, etc.). Na observação, escuta e discernimento do caminho a seguir, não podemos deixar de atender à recomendação do apóstolo Paulo: “Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo, guardai o que é bom” (1 Ts 5, 19-21).
3. Questões para o discernimento pastoral
Neste caminho sinodal, procuramos fazer um discernimento em profundidade, identificando os sinais, a luz e a voz do Espírito. A Igreja em Portugal, através dos seus múltiplos responsáveis, é chamada a deixar-se interpelar e a tomar consciência de si mesma e das convicções que a movem, examinando se vive realmente o Evangelho de Jesus Cristo e se está a corresponder aos seus apelos.
Apontam-se duas grandes questões para o discernimento: uma sobre a leitura de fé dos sinais de Deus na sociedade e outra sobre os sinais e indicadores do Espírito Santo na própria vida da Igreja. As respostas deverão ser recolhidas e remetidas ao Secretariado da Conferência Episcopal.
1.Igreja em Portugal, “que vês na noite” da sociedade em que vives (cf. Is 21, 11)? Quais os sinais de Deus e os desafios para a tua missão? O que verdadeiramente precisam as pessoas de hoje, a nível espiritual e humano, e o que podes tu oferecer-lhes?
2.Igreja em Portugal, que indicações ou rumores do Espírito encontras hoje em ti (experiências, carismas, dinamismos existentes...) a apontar‑te o estilo de vida cristã e a “nova maneira de ser Igreja” adequada aos tempos de hoje? Que caminhos pastorais te assinalam os sinais e os dons do Espírito para viveres e testemunhares o Evangelho de Cristo?
4. Leituras de apoio a este itinerário de renovação pastoral
Para além dos textos base (desde a Sagrada Escritura ao Concílio Vaticano II…), destacamos: – Exortação Apostólica pós-sinodal «Ecclesia in Europa» de João Paulo II, 2003; Carta Apostólica «Novo Millennio Ineunte» de João Paulo II, 2001; Papa Bento XVI em Portugal – Discursos e homilias, 2010; Servidores da Alegria, Cardeal Walter Kasper, 2009...
Documento aprovado na Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa
Fátima, 14 de Abril de 2010
Instrumento de trabalho
Apresentação
A Conferência Episcopal Portuguesa decidiu promover um caminho para “repensar a pastoral da Igreja em Portugal”, de modo a adequá-la melhor ao mandato recebido de Jesus e às circunstâncias actuais. Como ponto de partida, foi elaborado o documento “Formação para a missão – formação na missão”. Nele se aponta este objectivo: “encontrar uma compreensão comum a todas as Igrejas de Portugal dos caminhos da missão e enunciar prioridades de opções e dinâmicas de acção com as quais todas as Dioceses se comprometam”. E refere-se como método a leitura dos “sinais dos tempos”, segundo a perspectiva do Concílio Vaticano II (cf. GS 4 e 11).
O presente instrumento de trabalho dá continuidade prática ao citado documento, que indica: “Temos todos de perscrutar o Espírito, para na autenticidade do que somos, merecermos o futuro que Deus quer e nos dará”. Daí a oração que deve marcar e inspirar este esforço eclesial: “Ensinai-nos, Senhor, o vosso caminho e caminharemos na verdade. Dirigi a vossa Igreja em Portugal, para que honre e testemunhe o vosso Nome” (cf. Sl 86,11).
Neste esforço para repensar a pastoral, pretende-se envolver num caminho sinodal, em comunhão e colaboração, a nível diocesano e nacional, os múltiplos agentes pastorais (bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, movimentos, associações de fiéis e outras obras eclesiais). Assim, o itinerário percorrerá várias etapas, como se dirá mais abaixo. Não de trata de realizar um sínodo nacional mas tão só adoptar o espírito e o estilo sinodal.
O método com o qual se começa é o discernimento pastoral. Trata-se de um processo de observação, análise e perscrutação dos sinais de Deus na realidade da vida da Sociedade e da Igreja. Em termos paulinos, procura-se “discernir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que lhe é agradável, o que é perfeito”, em ordem a determinar o caminho e os modos de a Igreja em Portugal cumprir de modo mais frutuoso a sua missão. Este processo, conduzido na atenção e docilidade ao Espírito Santo, requer previamente da parte de todos os que nele se envolvam a disponibilidade para se deixar “transformar, adquirindo uma nova mentalidade” (cf. Rm 12,2).
Neste caminho eclesial, procura-se atingir os seguintes objectivos específicos:
1.Chegar à consciência clara do que realmente move a Igreja na acção pastoral e à convicção de que sem uma confiança firme e a comunhão profunda com Cristo e em Cristo nada se pode fazer (cf. Jo 15,5).
2.Discernir os sinais de Deus na sociedade actual, como apelos e luz que permite à Igreja vislumbrar o horizonte para o qual se deve orientar.
3.Identificar e acolher a ajuda actual de Deus, com a qual abre à Igreja novos caminhos ou possibilidades inovadoras em ordem à sua missão pastoral.
I. Itinerário sinodal proposto
Para pôr em andamento este processo, propõe-se a todos os pastores das dioceses e aos dirigentes e responsáveis das variadas expressões da Igreja em Portugal a prática da comunhão e da colaboração eclesial em ordem à identificação das linhas comuns de acção pastoral. Elas não porão em causa o caminho e as legítimas opções de cada diocese ou organismo eclesial mas deverão inspirá-las e constituir o horizonte comum de referência.
Mediante o trabalho de discernimento pastoral, à luz do Evangelho e na atenção e docilidade ao Espírito, procuramos identificar progressivamente o caminho por onde ir e as prioridades a assumir, sabendo que não deixaremos cair os esforços habituais, mas colocamos o empenho principal nos novos caminhos...
Para essa caminhada, propomos os seguintes passos:
1.A Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) aprecia a presente proposta e instrumento de trabalho, apresentado pelo grupo promotor representativo das Dioceses e outras instâncias eclesiais em ordem a lançar a dinâmica da procura e do discernimento pastoral. Sendo aprovado, torna-o público para se pôr em prática. (Abril de 2010)
2.Nas Jornadas Pastorais do Episcopado, a CEP começa o processo de “repensar juntos a pastoral da Igreja em Portugal”, revendo experiências e ouvindo o contributo de peritos em teologia e pastoral e de figuras da sociedade civil e da cultura. (Junho de 2010)
3.Durante vários meses, nas Dioceses (conselhos pastorais ou outras instâncias), nas conferências ou direcções nacionais dos institutos de vida consagrada e dos movimentos e associações de fiéis far-se-á o trabalho de discernimento pastoral, conforme se propõe mais adiante. (Setembro de 2010 a Março de 2011)
4.Depois, o resultado deste trabalho, com os vários contributos diocesanos e nacionais, é recolhido e sintetizado no Secretariado Geral do Episcopado. (Abril de 2011)
5.As conclusões recolhidas são depois reflectidas pelo grupo representativo das dioceses, congregações e movimentos. O resultado final será entregue à CEP. (Maio de 2011)
6.Nas jornadas pastorais, estudam-se as formas de pôr em prática as orientações comuns nas Diocese e nas diferentes instâncias da Igreja. (Jornadas Pastorais do Episcopado, Junho de 2011)
7.A CEP define as orientações pastorais comuns para a Igreja em Portugal. (Assembleia Plenária, Novembro de 2011)
8.Três anos depois (2014), pelos meios julgados oportunos, a CEP avaliará o caminho pastoral feito e os seus frutos, e, se assim o entender, definirá a sua continuidade.
II. Proposta para o discernimento pastoral
(instrumento de reflexão)
1. Traços da situação actual
No Concílio Vaticano II, a Igreja reviu-se nas palavras de S. João (1 Jo 1, 2-3), nas quais declara que os apóstolos e toda a comunidade dos cristãos viviam em comunhão com Deus e com Seu Filho Jesus Cristo e deseja que os destinatários da sua carta pudessem também viver em comunhão com e como eles (cf. DV 1). Por esta comunhão com e em Deus, que é amor, a Igreja torna‑se “o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano” (LG 1).
Todavia, a incarnação desta comunhão na vida e missão da Igreja em Portugal encontra dificuldades e resistências várias, que entravam o testemunho do Evangelho na sociedade e o serviço espiritual aos homens. A Igreja – nas suas múltiplas dioceses, congregações religiosas, movimentos, novas comunidades, associações de fiéis – vive dispersa em inúmeras actividades, encontros, jornadas, congressos, instituições... que parecem não ter ligação entre si nem dar aquela vitalidade e inovação significativa na vida dos cristãos, nem irradiar sinais de esperança na sociedade em que vivemos. Há nela muitas instituições sociais, meios de comunicação social, instituições de ensino e assistência... mas parecem ficar no seu âmbito próprio, sem serem vistas e reconhecidas, e nem elas mesmas parecem sentir-se e agir como membros diferenciados de um só corpo, a Igreja. As cartas, notas, mensagens e outros documentos pastorais da Conferência Episcopal têm algum impacto no momento em que são publicados, mas depois são esquecidos, não chegando a dar os frutos desejados. O processo de catequese, sobretudo na infância e adolescência, foi recentemente renovado e alargado, mas observa-se que, a não ser numa pequena percentagem, acaba por não gerar cristãos vivos e empenhados. Por outro lado, no que se refere aos jovens e aos adultos, não se têm conseguido grandes avanços na formação sólida da fé de modo a acompanhar os diferentes momentos da vida das pessoas. Que falta?
Ao mesmo tempo que se nota decréscimo em vários aspectos na Igreja em Portugal, também há sinais novos. Mencionamos alguns, a título de exemplo, para que se descubram outros: na sequência do sopro conciliar do Espírito, a vida da Igreja e dos cristãos tornou-se mais simples e fraterna, desenvolveu-se bastante a participação laical, quer no interior das comunidades cristãs quer mesmo nalgumas causas (solidariedade em causas emergentes, defesa da vida, afirmação da família constituída por um homem e uma mulher unidos pelo casamento...), apareceram ou cresceram significativamente novos movimentos, comunidades e associações de fiéis, com propostas inovadoras de evangelização, de vida comunitária e de testemunho da fé no mundo... Não será, através destes sinais, que o Espírito Santo nos indica o caminho?
Vivemos, na Europa e também em Portugal, numa sociedade cada vez mais secularizada e, por vezes, secularista, abafando ou denegrindo o valor e a influência pessoal e social da religião, da fé cristã e da Igreja. Conforme a palavra de Deus proclamada pelo profeta, pode dizer-se que as pessoas escolheram confiar no homem e contar somente com a força humana, “afastando o seu coração do Senhor” (Jer 17, 5). Ao mesmo tempo, há sinais evidentes de que persistem nos corações humanos os anseios pela espiritualidade e pela comunhão com o mistério divino. E percebe-se o desafio à Igreja de saber comunicar o Evangelho de modo atractivo como “palavra que dá vida” e “vida em abundância”, e de fazer propostas cativantes que possibilitem matar a sede a quem procura saciar as inquietações do seu espírito pela comunhão com Deus.
Toda esta mudança social e cultural e a diminuição da relevância da Igreja constituem um apelo a todos os seus membros, para sermos, como escreveu João Paulo II, “mais humildes e vigilantes na nossa adesão ao Evangelho” (NMI 6). A Igreja em Portugal é assim chamada a viver em atitude de serviço generoso e a ser fermento pela autenticidade das suas propostas e do seu testemunho. Diz alguém: “O mundo é de quem o ama e sabe melhor prová-lo”.
2. Três aspectos para uma “nova maneira de ser Igreja”
Analisando a situação da Igreja em Portugal, nos seus múltiplos membros e actividades, e as circunstâncias sociais e culturais do nosso povo, parecem emergir três questões cuja resposta pode indicar o caminho para as prioridades da acção pastoral. São elas: a exigência da formação cristã, para sermos melhores fiéis e darmos testemunho do Evangelho; o empenho criativo, ardente e frutuoso na nova evangelização, com um modo cristão e eclesial novo de estar e agir no mundo; a reorganização das comunidades cristãs, que passa pela descoberta de novas formas de exercício do ministério sacerdotal e a implementação da diversidade de ministérios eclesiais.
Estas possíveis linhas comuns de acção pastoral deverão ser confirmadas ou eventualmente alteradas, após o processo de discernimento pastoral. Através dele, somos convidados a acolher o mesmo convite que o Espírito disse ao vidente do Apocalipse, quando lhe apresentou o retrato das Igrejas da Ásia Menor (Ap 2-3): trata-se de dar ouvidos ao que o Espírito hoje diz às Igrejas que estão em Portugal (cf. Ap 2, 7.11.17, etc.). Na observação, escuta e discernimento do caminho a seguir, não podemos deixar de atender à recomendação do apóstolo Paulo: “Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo, guardai o que é bom” (1 Ts 5, 19-21).
3. Questões para o discernimento pastoral
Neste caminho sinodal, procuramos fazer um discernimento em profundidade, identificando os sinais, a luz e a voz do Espírito. A Igreja em Portugal, através dos seus múltiplos responsáveis, é chamada a deixar-se interpelar e a tomar consciência de si mesma e das convicções que a movem, examinando se vive realmente o Evangelho de Jesus Cristo e se está a corresponder aos seus apelos.
Apontam-se duas grandes questões para o discernimento: uma sobre a leitura de fé dos sinais de Deus na sociedade e outra sobre os sinais e indicadores do Espírito Santo na própria vida da Igreja. As respostas deverão ser recolhidas e remetidas ao Secretariado da Conferência Episcopal.
1.Igreja em Portugal, “que vês na noite” da sociedade em que vives (cf. Is 21, 11)? Quais os sinais de Deus e os desafios para a tua missão? O que verdadeiramente precisam as pessoas de hoje, a nível espiritual e humano, e o que podes tu oferecer-lhes?
2.Igreja em Portugal, que indicações ou rumores do Espírito encontras hoje em ti (experiências, carismas, dinamismos existentes...) a apontar‑te o estilo de vida cristã e a “nova maneira de ser Igreja” adequada aos tempos de hoje? Que caminhos pastorais te assinalam os sinais e os dons do Espírito para viveres e testemunhares o Evangelho de Cristo?
4. Leituras de apoio a este itinerário de renovação pastoral
Para além dos textos base (desde a Sagrada Escritura ao Concílio Vaticano II…), destacamos: – Exortação Apostólica pós-sinodal «Ecclesia in Europa» de João Paulo II, 2003; Carta Apostólica «Novo Millennio Ineunte» de João Paulo II, 2001; Papa Bento XVI em Portugal – Discursos e homilias, 2010; Servidores da Alegria, Cardeal Walter Kasper, 2009...
Documento aprovado na Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa
Fátima, 14 de Abril de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
AFTERBEN
MEGA ENCONTRO DA JUVENTUDE
1 a 3 de Outubro em Coimbra
"AFTERBEN" significa "Depois de Bento XVI"
http://www.afterben.com/principal.html
Participação nas JMJ de Madrid 2011
MAG+S 2011 com Cristo no coração do mundo
Porquê menos, se podes MAGIS?
Se tens entre 18 e 30 anos, é para ti...
Começa a pensar nas Jornadas Mundias da Juventude de Madrid
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5 a 15 Agosto 2011 (+16 a 21 de Agosto em Madrid)
localize a sede da Paróquia de S. Francisco Xavier
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ou no site:
www.vpike.com
pesquise: Quinta de S. Francisco de Borja, Caparica, Portugal
Também pode usar este site para pesquisar a sua casa ou outro qualquer lugar, indicando a morada, localidade e país.
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domingo, 8 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Novo site da Companhia de Jesus

A 31 de Julho celebramos a Festa de Santo Inácio de Loiola
Conheça o novo site dos Jesuitas em Portugal
http://www.jesuitas.pt/
terça-feira, 6 de julho de 2010
PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA
No Domingo dia 4 de Julho fizemos a 4ªPeregrinação Paroquial anual ao Santuário de Fátim
Rezamos e consagramo-nos a Nossa Senhora nos Valinhos onde apareceu aos Pastorinhos a 19 de Agosto de 1917.
Na Loca do Anjo cantamos a oração ensinada pelo Anjo da Paz
"Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos... "
e lembramos como na 3ª Aparição aqui o Anjo deu a Comunhão aos Pastorinhos, chamando a atenção para a importante presença de Jesus na Eucarístia
que em nome de Deus nos abençoou.
ver slide show sobre a Peregrinação a Fátima:
quarta-feira, 23 de junho de 2010
CRISMA
Foi com muita alegria que a Comunidade Paroquial se reuniu ao ar livre no pátio da Quinta de S. Francisco de Borja para a Eucaristia celebrada pelo Bispo de Setúbal, D. Gilberto Canavarro
dos Reis no Domingo dia 20 de Junho às 17h30, que crismou 36


Que o Espírito Santo que sobre todos desceu nos encha dos seus dons!
Festa da Catequese
No sábado dia 12 de Junho a Catequese foi terminar as actividades deste ano no Seminario de Almada com os grupos de catequese e alguns Pais.





Começamos por fazer uma caminhada a pé... uma visita guiada
ao Seminário com as interessantes explicações de dois seminaristas, o Daniel e o Tiago, que durante o ano também deu catequese na Paróquia.
Gostamos de rezar e ver a Capela, a Sacristia, conhecer o refeitório...o miradouro...o cantinho com a imagem de Nossa Senhora
Depois no pinhal tivemos a Eucaristia celebrada pelo nosso Pároco, o Padre Zé Pires com a Festa da Vida do 8º catecismo.
Segui-se um bom piquenique... Depois de jogar à bola todos fomos ver o teatro feito pelo grupo dos catequistas baseado na Parábola do filho pródigo...muito apreciado por todos

domingo, 16 de maio de 2010
Celebração da 1ª Comunhão
sábado, 8 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
DIA DE LAUSPERENE PAROQUIAL
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